ADRA quer ciência na solução para seca no Sul  

  • Sector do Km 50, comuna de Galangue na Huíla
Lubango – A solução para mitigar os efeitos negativos da seca cíclica no Sul de Angola passa por maior intervenção da academia, para que as consequências sejam mínimas, defendeu hoje, quarta-feira, no Lubango, o director da ADRA na Huíla, Namibe e Cunene, Simione Justino.

Apesar de dispor de três universidades públicas e dez privadas, a região sul ainda não conhece um estudo científico que sugira soluções para minimizar o problema, adiantou Simione Justino.

Para a ADRA, a participação da academia na abordagem sobre o impacto das alterações climáticas no país é vital, porque só a ciência pode encontrar soluções sustentáveis para a situação que afecta a região há mais de 20 anos.

Em declarações à ANGOP,  o responsável disse que a abordagem deve ser multidisciplinar, contando com a participação de  geólogos, agrónomos, sociólogos e ambientalistas, para que cada um dê o seu contributo para “atacar” o problema.

A seca severa que assola a região Sul, salientou, é consequência da actividade humana sobre a natureza, cujas reacções ainda são imprevisíveis, pelo que o sociólogo deve compreender as razões que levam o homem a agir sem medir os perigos.

Já os  agrónomos, disse, devem  dar explicações como as acções do homem podem prejudicar o solo e os ambientalistas explicar às comunidades sobre as consequências do desmatamento das áreas verdes e preservadas.

A reposição de vastas áreas de mata devastadas por abates, com a plantação de novas espécies, é um passo importante para alterar o quadro, disse o responsável da ADRA.

Apesar de dispor de três universidades públicas e dez privadas, a região sul ainda não conhece um estudo científico que sugira soluções para minimizar o problema, adiantou Simione Justino.

Para a ADRA, a participação da academia na abordagem sobre o impacto das alterações climáticas no país é vital, porque só a ciência pode encontrar soluções sustentáveis para a situação que afecta a região há mais de 20 anos.

Em declarações à ANGOP,  o responsável disse que a abordagem deve ser multidisciplinar, contando com a participação de  geólogos, agrónomos, sociólogos e ambientalistas, para que cada um dê o seu contributo para “atacar” o problema.

A seca severa que assola a região Sul, salientou, é consequência da actividade humana sobre a natureza, cujas reacções ainda são imprevisíveis, pelo que o sociólogo deve compreender as razões que levam o homem a agir sem medir os perigos.

Já os  agrónomos, disse, devem  dar explicações como as acções do homem podem prejudicar o solo e os ambientalistas explicar às comunidades sobre as consequências do desmatamento das áreas verdes e preservadas.

A reposição de vastas áreas de mata devastadas por abates, com a plantação de novas espécies, é um passo importante para alterar o quadro, disse o responsável da ADRA.