Plantadas mais de 53 mil árvores no Lubango e Humpata

  • Plantação de árvores na província da Huíla
Lubango – Cinquenta e três mil 580 árvores nativas e exóticas foram plantadas, desde 2018, no quadro do projecto “Vamos plantar um milhão de árvores na Huíla”, iniciativa da Associação de Ambientalistas da Huíla (AAH).

Tratam-se de 30 mil árvores nativas e 23 mil 580 exóticas, plantadas com apoio da fábrica de água "Preciosa", do Grupo "UniOne" e da fazenda "Curado", num processo que vai durar cinco anos.

Implementado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), o gabinete provincial do Ambiente e outros parceiros, a acção, actualmente em curso nos municípios do Lubango e da Humpata, vai alargar-se aos restantes 13 municípios da província da Huíla.

As árvores foram plantadas na Serra da Chela, Tundavala, no sector do Toco, avenidas, assim como nas comunas das Neves e da Palanca.

Em declarações à ANGOP quarta-feira, na cidade do Lubango, o coordenador da associação, Valdemar Ribeiro, afirmou que o projecto “é da responsabilidade de todos” e a sua sustentabilidade está no desenvolvimento de um turismo ambiental de qualidade, no reaproveitamento económico das espécies exóticas e da madeira.

Defendeu que o aproveitamento económico da madeira e das árvores exóticas deve ser feito de forma ecológica recomendada, ou seja, no momento de corte, deve-se repor imediatamente outra árvore semelhante.

O também ambientalista alertou que as florestas de árvores nativas devem ser conservadas de forma permanente, sem cortes ou qualquer outro tipo de abate, pois nos mesmos lugares habitam espécies de animais e plantas silvestres diversificadas adaptadas a tal vegetação.

Valdemar Ribeiro reafirmou que qualquer pessoa ou entidade na Huíla pode participar no desenvolvimento florestal sustentável da província, informando a associação sobre a quantidade e espécies plantadas.

Tratam-se de 30 mil árvores nativas e 23 mil 580 exóticas, plantadas com apoio da fábrica de água "Preciosa", do Grupo "UniOne" e da fazenda "Curado", num processo que vai durar cinco anos.

Implementado em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF), o gabinete provincial do Ambiente e outros parceiros, a acção, actualmente em curso nos municípios do Lubango e da Humpata, vai alargar-se aos restantes 13 municípios da província da Huíla.

As árvores foram plantadas na Serra da Chela, Tundavala, no sector do Toco, avenidas, assim como nas comunas das Neves e da Palanca.

Em declarações à ANGOP quarta-feira, na cidade do Lubango, o coordenador da associação, Valdemar Ribeiro, afirmou que o projecto “é da responsabilidade de todos” e a sua sustentabilidade está no desenvolvimento de um turismo ambiental de qualidade, no reaproveitamento económico das espécies exóticas e da madeira.

Defendeu que o aproveitamento económico da madeira e das árvores exóticas deve ser feito de forma ecológica recomendada, ou seja, no momento de corte, deve-se repor imediatamente outra árvore semelhante.

O também ambientalista alertou que as florestas de árvores nativas devem ser conservadas de forma permanente, sem cortes ou qualquer outro tipo de abate, pois nos mesmos lugares habitam espécies de animais e plantas silvestres diversificadas adaptadas a tal vegetação.

Valdemar Ribeiro reafirmou que qualquer pessoa ou entidade na Huíla pode participar no desenvolvimento florestal sustentável da província, informando a associação sobre a quantidade e espécies plantadas.