Bélgica financia estudo das causas de devastação de mangais

Mbanza Kongo – Dez mil Euros (7.872.000,60Kz) é o valor disponibilizado pela embaixada da Bélgica em Angola para o estudo das causas da devastação de 50 hectares de mangais na foz do rio Mbridge, no município do Nzeto, província do Zaire.

O projecto, lançado neta quinta-feira, será desenvolvido por um grupo de 10 especialistas ligados à organização ambientalista nacional denominada “ Otchiva”, terá a duração de 14 dias, ao fim dos quais será elaborado um relatório com os resultados finais do estudo.

O relatório será remetido ao Executivo e à embaixada da Bélgica para a elaboração de um programa conjunto que visa o repovoamento, conservação e protecção dos mangais neste município.

A informação foi prestada, nesta quinta-feira, no Nzeto, pelo embaixador da Bélgica em Angola, Joséf Smeth, que em companhia do governador, Pedro Makita Armando Júlia, constatou o grau de devastação desta espécie vegetal que cobre uma área pantanosa total de 350 hectares.

Destacou, como principal objectivo, congregar esforços entre as autoridades governamentais, sociedade civil e o corpo diplomático representado em Angola para a protecção dos mangais e a biodiversidade nas mais variadas regiões costeiras do país.

Por sua vez, a presidente da organização “Otchiva”, Fernanda René, anteviu, como causas preliminares da devastação dos mangais neste local, a obstrução dos cinco canais de evacuação das águas doce e salgada da zona pantanosa para o oceano atlântico.

A especialista em questões ambientais alertou que a devastação dos mangais pode causar a destruição da ponte sobre o rio Mbridje, erguida nas proximidades da zona de influência de mangais, e provocar o aumento de calemas nesta zona costeira.

Prosseguiu que o desaparecimento desta população de mangais pode culminar com a extinção de várias espécies aquáticas que dependem deste ecossistema vegetal para a sua subsistência.

“ Os mangais constituem o berço da vida marinha. São várias as comunidades que têm os mangais como zonas de subsistência. Estas plantas são os únicos ecossistemas da protecção da zona costeira”, enfatizou.

O governador provincial, Pedro Makita Armando Júlia, considerou o projecto uma grande contribuição na melhoria da vida sustentável do ecossistema neste local e na circunscrição.

Na ocasião, procedeu-se à plantação de mudas de mangais e a entrega de três motociclos, um dos quais de três rodas a três jovens locais que por iniciativa própria envolveram-se na conservação destes mangais, desde Janeiro deste ano.

 A zona costeira do Zaire compreende 250 quilómetros que englobam os municípios do Nzeto, Tomboco e Soyo, onde se pode encontrar uma vasta vegetação de mangais.

O município do Nzeto dista a 230 quilómetros a sudoeste de Mbanza Kongo, capital da província do Zaire.

 

O projecto, lançado neta quinta-feira, será desenvolvido por um grupo de 10 especialistas ligados à organização ambientalista nacional denominada “ Otchiva”, terá a duração de 14 dias, ao fim dos quais será elaborado um relatório com os resultados finais do estudo.

O relatório será remetido ao Executivo e à embaixada da Bélgica para a elaboração de um programa conjunto que visa o repovoamento, conservação e protecção dos mangais neste município.

A informação foi prestada, nesta quinta-feira, no Nzeto, pelo embaixador da Bélgica em Angola, Joséf Smeth, que em companhia do governador, Pedro Makita Armando Júlia, constatou o grau de devastação desta espécie vegetal que cobre uma área pantanosa total de 350 hectares.

Destacou, como principal objectivo, congregar esforços entre as autoridades governamentais, sociedade civil e o corpo diplomático representado em Angola para a protecção dos mangais e a biodiversidade nas mais variadas regiões costeiras do país.

Por sua vez, a presidente da organização “Otchiva”, Fernanda René, anteviu, como causas preliminares da devastação dos mangais neste local, a obstrução dos cinco canais de evacuação das águas doce e salgada da zona pantanosa para o oceano atlântico.

A especialista em questões ambientais alertou que a devastação dos mangais pode causar a destruição da ponte sobre o rio Mbridje, erguida nas proximidades da zona de influência de mangais, e provocar o aumento de calemas nesta zona costeira.

Prosseguiu que o desaparecimento desta população de mangais pode culminar com a extinção de várias espécies aquáticas que dependem deste ecossistema vegetal para a sua subsistência.

“ Os mangais constituem o berço da vida marinha. São várias as comunidades que têm os mangais como zonas de subsistência. Estas plantas são os únicos ecossistemas da protecção da zona costeira”, enfatizou.

O governador provincial, Pedro Makita Armando Júlia, considerou o projecto uma grande contribuição na melhoria da vida sustentável do ecossistema neste local e na circunscrição.

Na ocasião, procedeu-se à plantação de mudas de mangais e a entrega de três motociclos, um dos quais de três rodas a três jovens locais que por iniciativa própria envolveram-se na conservação destes mangais, desde Janeiro deste ano.

 A zona costeira do Zaire compreende 250 quilómetros que englobam os municípios do Nzeto, Tomboco e Soyo, onde se pode encontrar uma vasta vegetação de mangais.

O município do Nzeto dista a 230 quilómetros a sudoeste de Mbanza Kongo, capital da província do Zaire.