Caixa Social das FAA explora floresta no Bunjei

  • Secretário de Estado para as Florestas, André Moda e Vice-governadora da Huíla para os sectores Político, Social e Económico, Maria João Chipalavela
Lubango - A Caixa de Protecção Social das Forças Armadas de Angola (FAA) recebeu, no último fim-de-semana, no Lubango, o contrato para exploração florestal do polígono do Bunjei, localizado no município do Chipindo (Huíla).

Trata-se de uma concessão direccionada a reflorestação do local, para posterior exploração de madeira.

O contrato, adjudicado pelo Ministério da Agricultura e Pescas, foi entregue pela vice-governadora para o sector Político, Social e Económico da Huíla, Maria João Chipalavela, numa cerimónia presidida pelo secretário de Estado para as Florestas, André Moda.

André Moda disse que a Caixa de Protecção Social das FAA recebeu um contrato simplificado, destinado a empresas públicas, que lhe confere responsabilidade em fiscalizar e desenvolver a actividade florestal no polígono, devendo integrar no trabalho a comunidade local.

Afirmou que a integração de jovens locais ajudará a anular eventuais conflitos, prevendo que sejam empregadas cem pessoas.

Pediu a Caixa de Protecção Social das FAA a investigar e enquadrar a produção do mel e outros elementos da cadeia, pois é uma actividade que ainda tem pouca expressão, mas garante emprego.

Por sua vez, Maria João Chipalavela reafirmou o engajamento do governo no combate à pobreza e no desenvolvimento da economia do país, salientando que "a exploração florestal não é só o corte de árvores, mas a cadeia de valor do produto que deve ser aproveitado para gerar outros bens".

O projecto está na fase de medição e estudo topográfico do terreno, para posteriormente se dar inicio a reflorestação, num processo que pretende atingir mais de dois milhões de árvores, sobretudo da espécie eucalipto, visando, no período de maturação, a exploração de madeira.

Trata-se de uma concessão direccionada a reflorestação do local, para posterior exploração de madeira.

O contrato, adjudicado pelo Ministério da Agricultura e Pescas, foi entregue pela vice-governadora para o sector Político, Social e Económico da Huíla, Maria João Chipalavela, numa cerimónia presidida pelo secretário de Estado para as Florestas, André Moda.

André Moda disse que a Caixa de Protecção Social das FAA recebeu um contrato simplificado, destinado a empresas públicas, que lhe confere responsabilidade em fiscalizar e desenvolver a actividade florestal no polígono, devendo integrar no trabalho a comunidade local.

Afirmou que a integração de jovens locais ajudará a anular eventuais conflitos, prevendo que sejam empregadas cem pessoas.

Pediu a Caixa de Protecção Social das FAA a investigar e enquadrar a produção do mel e outros elementos da cadeia, pois é uma actividade que ainda tem pouca expressão, mas garante emprego.

Por sua vez, Maria João Chipalavela reafirmou o engajamento do governo no combate à pobreza e no desenvolvimento da economia do país, salientando que "a exploração florestal não é só o corte de árvores, mas a cadeia de valor do produto que deve ser aproveitado para gerar outros bens".

O projecto está na fase de medição e estudo topográfico do terreno, para posteriormente se dar inicio a reflorestação, num processo que pretende atingir mais de dois milhões de árvores, sobretudo da espécie eucalipto, visando, no período de maturação, a exploração de madeira.