Cidadãos pedem conclusão das obras do aterro sanitário

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Huambo – Cidadãos residentes no município do Huambo solicitaram hoje, quarta-feira, a conclusão urgente das obras de construção do aterro sanitário, paralisadas em 2014 por dificuldades financeiras.

A construção do aterro sanitário do Huambo, na zona do Catenguenha, município da Caála, o 2º no país depois de Luanda (capital do país), consta de um conjunto de acções iniciadas em 2007, com objectivo de tornar o planalto central na capital ecológica de Angola. 

Ouvidos pela ANGOP, sobre as consequências da deposição de resíduos sólidos nas imediações do perímetro florestal do Sacaála, os munícipes consideram que essa práctica constitui um atentado à saúde pública.

A cidadã Lourdes Sapalo, residente no bairro do Chitutula, nas proximidades do actual local de depósito de lixo, disse ser um perigo iminente para os moradores, que são obrigados a suportar o mau cheiro, mosquitos, moscas e baratas.

Para João Carlos de Almeida, estudante universitário, a conclusão do aterro sanitário reputa-se importante para o tratamento adequado dos resíduos sólidos e, ao mesmo tempo, melhorar-se o bem-estar dos moradores da zona próxima do Sacaála, além de conservar a fauna e a flora.

 “Se fosse concluído o aterro sanitário, daríamos um passo considerável na redução da quantidade de lixo que se encontra ao redor das duas cidades, Huambo e Caála, sem falar dos bairros periféricos”, disse o Lázaro Abreu, igualmente estudante universitário.

Em resposta, a chefe do departamento de gestão de resíduos do Gabinete Provincial do Ambiente, Suzana Capitia Chissama, informou que as obras de construção do aterro sanitário do Huambo e Caála, embora paralisadas desde 2014, estão com um grau de execução física de 95 por cento.

Realçou que a paralisação da empreitada deve-se a questões financeiras, sendo que, neste memento, faltam cinco por cento da sua conclusão, com destaque para ligação da rede eléctrica e das vias de acesso.

Para conclusão do empreendimento, erguido num espaço de 100 hectares, o Governo está a trabalhar em parceria com o sector privado, para que a situação seja resolvida o mais rápido possível e tirar a população da exposição ao lixo, principalmente na zona do Sacaála, disse.

As obras de construção do aterro sanitário do Huambo, desenvolvidas em três fases, compreendem a construção de quatro células com impermeabilização, o primeiro alvéolo da lagoa de regularização de lixiviados e arranjos exteriores na zona dos edifícios.

Foram também desenvolvidos trabalhos de construção e apetrechamento do edifício administrativo, da postaria/báscula, da casa para a guarnição, o edifício para o posto de transformação e a construção do reservatório de água para serviços de incêndio e de uma incineradora para os resíduos hospitalares.

Uma vez concluída a infra-estrutura, faltando apenas a montagem de filtro e de uma estação elevatória para que comece a funcionar, contribuirá para a elevação da cidade do Huambo à categoria de capital ecológica de Angola.

O aterro sanitário tem como objectivo melhorar a qualidade dos serviços prestados no âmbito da limpeza pública e gestão dos resíduos sólidos, bem como garantir melhor qualidade de vida aos moradores da Caála e do Huambo, num investimento de 16 biliões de Kwanzas.

A construção do aterro sanitário do Huambo, na zona do Catenguenha, município da Caála, o 2º no país depois de Luanda (capital do país), consta de um conjunto de acções iniciadas em 2007, com objectivo de tornar o planalto central na capital ecológica de Angola. 

Ouvidos pela ANGOP, sobre as consequências da deposição de resíduos sólidos nas imediações do perímetro florestal do Sacaála, os munícipes consideram que essa práctica constitui um atentado à saúde pública.

A cidadã Lourdes Sapalo, residente no bairro do Chitutula, nas proximidades do actual local de depósito de lixo, disse ser um perigo iminente para os moradores, que são obrigados a suportar o mau cheiro, mosquitos, moscas e baratas.

Para João Carlos de Almeida, estudante universitário, a conclusão do aterro sanitário reputa-se importante para o tratamento adequado dos resíduos sólidos e, ao mesmo tempo, melhorar-se o bem-estar dos moradores da zona próxima do Sacaála, além de conservar a fauna e a flora.

 “Se fosse concluído o aterro sanitário, daríamos um passo considerável na redução da quantidade de lixo que se encontra ao redor das duas cidades, Huambo e Caála, sem falar dos bairros periféricos”, disse o Lázaro Abreu, igualmente estudante universitário.

Em resposta, a chefe do departamento de gestão de resíduos do Gabinete Provincial do Ambiente, Suzana Capitia Chissama, informou que as obras de construção do aterro sanitário do Huambo e Caála, embora paralisadas desde 2014, estão com um grau de execução física de 95 por cento.

Realçou que a paralisação da empreitada deve-se a questões financeiras, sendo que, neste memento, faltam cinco por cento da sua conclusão, com destaque para ligação da rede eléctrica e das vias de acesso.

Para conclusão do empreendimento, erguido num espaço de 100 hectares, o Governo está a trabalhar em parceria com o sector privado, para que a situação seja resolvida o mais rápido possível e tirar a população da exposição ao lixo, principalmente na zona do Sacaála, disse.

As obras de construção do aterro sanitário do Huambo, desenvolvidas em três fases, compreendem a construção de quatro células com impermeabilização, o primeiro alvéolo da lagoa de regularização de lixiviados e arranjos exteriores na zona dos edifícios.

Foram também desenvolvidos trabalhos de construção e apetrechamento do edifício administrativo, da postaria/báscula, da casa para a guarnição, o edifício para o posto de transformação e a construção do reservatório de água para serviços de incêndio e de uma incineradora para os resíduos hospitalares.

Uma vez concluída a infra-estrutura, faltando apenas a montagem de filtro e de uma estação elevatória para que comece a funcionar, contribuirá para a elevação da cidade do Huambo à categoria de capital ecológica de Angola.

O aterro sanitário tem como objectivo melhorar a qualidade dos serviços prestados no âmbito da limpeza pública e gestão dos resíduos sólidos, bem como garantir melhor qualidade de vida aos moradores da Caála e do Huambo, num investimento de 16 biliões de Kwanzas.