Especialistas advogam conselho científico de acompanhamento da flora e fauna

  • Vista Parcial Do Mangais Golf Resort  Em Luanda
Luanda – Os participantes ao terceiro Encontro Nacional sobre Flora e Vegetação de Angola recomendaram nesta sexta-feira, em Luanda, a criação de um Conselho Nacional Científico sobre a flora e a fauna angolana.

Segundo os especialistas do sector, cujo evento decorreu via plataforma facebook, de 14 a 15 deste mês, o respectivo conselho deve ser integrado por instituições científicas.

No comunicado final do encontro realizado  sob a égide do Centro Botânico da Universidade Agostinho Neto, recomendaram ainda o aumento da capacidade de fiscalização e mapeamento, com equipamentos modernos, e a criação, urgente, de um programa de maneio florestais e gestão dos recursos de parques e reservas nacionais.

Os especialistas indicaram ainda a necessidade da criação de uma base de dados nacional, de acordo com as regras internacionais, apoio a implementação da actividade e a conservação da natureza e da biodiversidade, o reforço das políticas sectoriais relacionadas com a protecção da flora e a fauna nativa.

Conforme os especialistas, há, igualmente, a necessidade do mapeamento da biodiversidade presente nas eco-regiões e dos serviços e ecossistemas para um análise clemência em função das alterações climáticas e um sistema de alerta para o monitoramento e consequente actuação em tempo rápido.

De igual modo, apontaram o acompanhamento e manutenção das áreas das regiões de mangais de Luanda e Bengo, devido à sua elevada biodiversidade e por constituírem uma importante zona húmida de Angola, alargar a consolidação do sistema integrado de informação sobre a biodiversidade, a catalogação de espécies, edição  e pesquisa de registos para posterior importação e exportação de dados, tendo em conta a cooperação com instituições de dados.

Para os especialistas angolanos em flora e fauna, é, também, importante olhar-se o assunto na perspectiva da educação ambiental e ecológica e a implementação ambiental e ecológica das unidades para a informação, bem como a promoção de uma campanha de sensibilizarão de educação ambiental e mitigar o abate indiscriminados de árvores e plantas.

A criação de estratégicas nas escolas e universidades que motivem os estudantes para o engajamento nas ciências naturais e maior interacção entre as áreas ambientais e climáticas, bem como a criação de oportunidades de emprego para os jovens no sector de botânica e biodiversidade no geral consta também na lista de recomendações.

Durante o evento, os participantes abordarem questões relativas a à pandemia da Covid-19, as diversas plantas da flora e a fauna angolana e africana, prevenção e recursos.

O terceiro encontro sobre flora e vegetação foi uma promoção do Centro de Botânica da Universidade Agostinho Neto (UAN), com apoio da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no âmbito da promoção da inclusão científica a nível nacional e internacional.

O evento esteve dividido em quatro painéis: – Estrutura e Ecologia da Vegetação – Alterações Climáticas e Biodiversidade, Utilização e Conservação dos Recursos Naturais, Plataformas de Dados de Biodiversidade que estão a ser apresentados por vários intervenientes nacionais e estrangeiros.

Além de Angola participaram técnicos da África do Sul, do Benin, do Brasil, da Guiné-Bissau, de Moçambique, da Namíbia e de Portugal.

O encontro visou discutir e analisar acções relacionadas com a flora e vegetação nos últimos cinco anos, promover intercâmbio e interagir com a comunidade académica científica nacional a partilha de conhecimento, bem como estabelecer as bases para a criação de uma rede de biodiversidade a nível nacional ou regional.

Segundo os especialistas do sector, cujo evento decorreu via plataforma facebook, de 14 a 15 deste mês, o respectivo conselho deve ser integrado por instituições científicas.

No comunicado final do encontro realizado  sob a égide do Centro Botânico da Universidade Agostinho Neto, recomendaram ainda o aumento da capacidade de fiscalização e mapeamento, com equipamentos modernos, e a criação, urgente, de um programa de maneio florestais e gestão dos recursos de parques e reservas nacionais.

Os especialistas indicaram ainda a necessidade da criação de uma base de dados nacional, de acordo com as regras internacionais, apoio a implementação da actividade e a conservação da natureza e da biodiversidade, o reforço das políticas sectoriais relacionadas com a protecção da flora e a fauna nativa.

Conforme os especialistas, há, igualmente, a necessidade do mapeamento da biodiversidade presente nas eco-regiões e dos serviços e ecossistemas para um análise clemência em função das alterações climáticas e um sistema de alerta para o monitoramento e consequente actuação em tempo rápido.

De igual modo, apontaram o acompanhamento e manutenção das áreas das regiões de mangais de Luanda e Bengo, devido à sua elevada biodiversidade e por constituírem uma importante zona húmida de Angola, alargar a consolidação do sistema integrado de informação sobre a biodiversidade, a catalogação de espécies, edição  e pesquisa de registos para posterior importação e exportação de dados, tendo em conta a cooperação com instituições de dados.

Para os especialistas angolanos em flora e fauna, é, também, importante olhar-se o assunto na perspectiva da educação ambiental e ecológica e a implementação ambiental e ecológica das unidades para a informação, bem como a promoção de uma campanha de sensibilizarão de educação ambiental e mitigar o abate indiscriminados de árvores e plantas.

A criação de estratégicas nas escolas e universidades que motivem os estudantes para o engajamento nas ciências naturais e maior interacção entre as áreas ambientais e climáticas, bem como a criação de oportunidades de emprego para os jovens no sector de botânica e biodiversidade no geral consta também na lista de recomendações.

Durante o evento, os participantes abordarem questões relativas a à pandemia da Covid-19, as diversas plantas da flora e a fauna angolana e africana, prevenção e recursos.

O terceiro encontro sobre flora e vegetação foi uma promoção do Centro de Botânica da Universidade Agostinho Neto (UAN), com apoio da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, no âmbito da promoção da inclusão científica a nível nacional e internacional.

O evento esteve dividido em quatro painéis: – Estrutura e Ecologia da Vegetação – Alterações Climáticas e Biodiversidade, Utilização e Conservação dos Recursos Naturais, Plataformas de Dados de Biodiversidade que estão a ser apresentados por vários intervenientes nacionais e estrangeiros.

Além de Angola participaram técnicos da África do Sul, do Benin, do Brasil, da Guiné-Bissau, de Moçambique, da Namíbia e de Portugal.

O encontro visou discutir e analisar acções relacionadas com a flora e vegetação nos últimos cinco anos, promover intercâmbio e interagir com a comunidade académica científica nacional a partilha de conhecimento, bem como estabelecer as bases para a criação de uma rede de biodiversidade a nível nacional ou regional.