Ambientalista alerta para desaparecimento dos flamingos no Lobito

Lobito – Os flamingos, uma das aves raras no país, estão em risco de desaparecer da cidade do Lobito, província de Benguela, devido à constante degradação do seu habitat, alertou hoje, terça-feira, o secretário-geral da Associação dos Defensores e Amigos do Ambiente (ADAMA), Joaquim Teixeira.

Falando à Angop, Joaquim Teixeira afirmou que a exígua quantidade da espécie que se verifica actualmente contraria o slogan “Lobito cidade dos flamingos”, cujas estátuas em sua homenagem encontram-se em vários pontos estratégicos da zona urbana.

Na sua óptica, a obstrução das águas fluviais da vala que passa pelo bairro da Cassai para desembocar nos mangais da Caponte tem contribuído para o desaparecimento da espécie, na medida em que deixam de trazer, em grande escala, os nutrientes que as aves necessitam para se alimentar.

Na ocasião, o responsável advogou a necessidade da sociedade tomar consciência do perigo e evitar acções que prejudicam a permanência das aves, a exemplo de jovens pescadores que praticam a actividade nos mangais, utilizando  redes para apanhar pequenos peixes e crustáceos.

“Para continuarmos a ver estas aves raras com penas brancas e as vezes apresentando-se com cores de fogo em grandes aglomerados, como no tempo colonial, temos de ser rigorosos na conservação dos mangais, pois a presença dos flamingos tem atraído turistas nacionais e estrangeiros que gostam de contemplar a beleza da espécie”, salientou.

Joaquim Teixeira explicou, no entanto,  que a sua associação tem participado  em vários fóruns sobre o ambiente, apresentando a situação dos flamingos, como um dos principais assuntos.

“O problema não passa apenas pelas autoridades municipais e sociedade civil”, sublinhou o secretário-geral da ADAMA, manifestando a urgência de inversão do quadro, sob pena da cidade perder uma das suas principais referências.

Sendo um assunto de interesse público, a ADAMA está a fazer um estudo para avaliar o comportamento das aves, sobretudo nos períodos em que escalam a cidade do Lobito, já que trata-se de uma espécie migratória, com movimentação sazonal, para o norte ou sul.

Falando à Angop, Joaquim Teixeira afirmou que a exígua quantidade da espécie que se verifica actualmente contraria o slogan “Lobito cidade dos flamingos”, cujas estátuas em sua homenagem encontram-se em vários pontos estratégicos da zona urbana.

Na sua óptica, a obstrução das águas fluviais da vala que passa pelo bairro da Cassai para desembocar nos mangais da Caponte tem contribuído para o desaparecimento da espécie, na medida em que deixam de trazer, em grande escala, os nutrientes que as aves necessitam para se alimentar.

Na ocasião, o responsável advogou a necessidade da sociedade tomar consciência do perigo e evitar acções que prejudicam a permanência das aves, a exemplo de jovens pescadores que praticam a actividade nos mangais, utilizando  redes para apanhar pequenos peixes e crustáceos.

“Para continuarmos a ver estas aves raras com penas brancas e as vezes apresentando-se com cores de fogo em grandes aglomerados, como no tempo colonial, temos de ser rigorosos na conservação dos mangais, pois a presença dos flamingos tem atraído turistas nacionais e estrangeiros que gostam de contemplar a beleza da espécie”, salientou.

Joaquim Teixeira explicou, no entanto,  que a sua associação tem participado  em vários fóruns sobre o ambiente, apresentando a situação dos flamingos, como um dos principais assuntos.

“O problema não passa apenas pelas autoridades municipais e sociedade civil”, sublinhou o secretário-geral da ADAMA, manifestando a urgência de inversão do quadro, sob pena da cidade perder uma das suas principais referências.

Sendo um assunto de interesse público, a ADAMA está a fazer um estudo para avaliar o comportamento das aves, sobretudo nos períodos em que escalam a cidade do Lobito, já que trata-se de uma espécie migratória, com movimentação sazonal, para o norte ou sul.