Garimpo ilegal de diamantes prejudica meio ambiente na Lunda Sul

  • Diamantes de Angola
Saurimo – O garimpo ilegal de diamantes, praticado por nacionais e estrangeiros, preocupa o Gabinete Provincial do Ambiente e Resíduos Sólidos, na Lunda sul, por contribuir na degradação dos solos e poluição dos rios.

A inquietação foi manifestada esta quarta-feira à ANGOP, pelo director da instituição, Carlos Ferreira, tendo adiantado que o garimpo ilegal é praticado de forma severa e tem consequências nefastas para o meio ambiente, desde a conturbação da água, desmatamento, supressão vegetal e fuga e morte de animais.

Acrescentou que a prática não obedece nenhuma norma de preservação ambiental e coloca em risco o meio ambiente, representando uma ameaça para o próprio autor do garimpo.  

Carlos Ferreira disse que o seu gabinete tem tido dificuldades para combater o fenómeno, por insuficiência de fiscais ambientais, transportes e apelou a população a colaborar com as autoridades, uma vez que a prática pode contribuir para o surgimento de ravinas, um potencial risco à vida das comunidades.

Para garantir a participação dos cidadãos neste combate, fez saber que decorrem acções de sensibilização e de educação ambiental nas comunidades, onde os técnicos do seu gabinete informam a população sobre os perigos do garimpo ilegal de diamantes.

Sem revelar o número exacto de fiscais ambientais que actualmente trabalham, referiu que para corresponder a demanda precisariam de pelo menos 500 técnicos.

O responsável manifestou-se igualmente preocupado com o abate indiscriminado de árvores, o que tem provocado a desertificação de algumas zonas florestais.  

Por outro lado, afirmou que a gestão dos resíduos sólidos na Lunda Sul tem registado melhorias, fruto dos programas que estão a ser implementados pelo governo local e pelas administrações municipais.   

Enalteceu o comportamento da população no tratamento do lixo orgânico, permitindo que as cidades fiquem sem focos de resíduos, como anteriormente. 

A inquietação foi manifestada esta quarta-feira à ANGOP, pelo director da instituição, Carlos Ferreira, tendo adiantado que o garimpo ilegal é praticado de forma severa e tem consequências nefastas para o meio ambiente, desde a conturbação da água, desmatamento, supressão vegetal e fuga e morte de animais.

Acrescentou que a prática não obedece nenhuma norma de preservação ambiental e coloca em risco o meio ambiente, representando uma ameaça para o próprio autor do garimpo.  

Carlos Ferreira disse que o seu gabinete tem tido dificuldades para combater o fenómeno, por insuficiência de fiscais ambientais, transportes e apelou a população a colaborar com as autoridades, uma vez que a prática pode contribuir para o surgimento de ravinas, um potencial risco à vida das comunidades.

Para garantir a participação dos cidadãos neste combate, fez saber que decorrem acções de sensibilização e de educação ambiental nas comunidades, onde os técnicos do seu gabinete informam a população sobre os perigos do garimpo ilegal de diamantes.

Sem revelar o número exacto de fiscais ambientais que actualmente trabalham, referiu que para corresponder a demanda precisariam de pelo menos 500 técnicos.

O responsável manifestou-se igualmente preocupado com o abate indiscriminado de árvores, o que tem provocado a desertificação de algumas zonas florestais.  

Por outro lado, afirmou que a gestão dos resíduos sólidos na Lunda Sul tem registado melhorias, fruto dos programas que estão a ser implementados pelo governo local e pelas administrações municipais.   

Enalteceu o comportamento da população no tratamento do lixo orgânico, permitindo que as cidades fiquem sem focos de resíduos, como anteriormente.