Jomo Fortunato quer desburocratização do mercado do lixo

  • Jomo Fortunato, Ministro da Cultura Ambiente e Turismo durante a Inauguração do Arquivo Nacional de Angola
Luanda - O ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, sugeriu, nesta terça-feira, em Luanda, a desburocratização da  legalização das empresas de tratamento de lixo.

Segundo o governante, que falava em entrevista à TPA, Angola deve criar mecanismos para fazer do lixo um verdadeiro negócio rentável.

Para o ministro, a questão do lixo deve ser tratada de forma multissectorial, tendo em conta o aumento de resíduos sólidos no país, em particular em Luanda.

O Governo Provincial de Luanda suspendeu, em finais de 2020, as licenças das empresas de recolha de lixo.

As autoridades de Luanda prometeram realizar um concurso público para a contratação de novas empresas do ramo.

A propósito do negócio do lixo, Jomo Fortunato disse, ainda, que existem ideias muito avançadas para a implementação de um modelo viável de recolha e tratamento do lixo.

"Dentro em breve haverá um novo modelo de recolha e tratamento do lixo não só em Luanda mas também nas outras províncias. Haverá uma grande revolução no processo de recolha dos resíduos sólidos", reforçou.

A intenção, de acordo com o governante, fazer do lixo um negócio e as operadoras de recolha trabalharem directamente com as empresas de reciclagem.

Em relação a defesa do ambiente, considera necessário despertar, cada vez mais, a consciência das pessoas sobre a preservação do ambiente.

Para isso, o ministério conta com a ajuda dos meios de comunicação social para a divulgação de spots publicitários em línguas nacionais, para que a informação chegue a todos.

"O processo de fiscalização ao meio ambiente é uma da estratégia para a protecção e preservação do ambiente, razão pela qual estamos a criar mecanismos para a protecção da fauna e da flora", disse.

Já sobre o turismo, Jomo Fortunato disse que se pretende criar a rota dos museus, como forma de alavancar o turismo.

"Vamos criar marcas turísticas nacionais e infra-estruturas para alavancar o mesmo. Queremos chamar a atenção dos investidores estrangeiros, por meio de uma plataforma digital aonde o investidor terá todo o que precisa saber sobre Angola", disse.

Sobre os derrames de petróleo que se registam na costa marítima angolana, Jomo Fortunato considera importante que os ambientalistas não apareçam apenas para denunciar, mas trabalhar em conjunto para se criar formas de protecção dos mares e florestas.

Segundo o governante, que falava em entrevista à TPA, Angola deve criar mecanismos para fazer do lixo um verdadeiro negócio rentável.

Para o ministro, a questão do lixo deve ser tratada de forma multissectorial, tendo em conta o aumento de resíduos sólidos no país, em particular em Luanda.

O Governo Provincial de Luanda suspendeu, em finais de 2020, as licenças das empresas de recolha de lixo.

As autoridades de Luanda prometeram realizar um concurso público para a contratação de novas empresas do ramo.

A propósito do negócio do lixo, Jomo Fortunato disse, ainda, que existem ideias muito avançadas para a implementação de um modelo viável de recolha e tratamento do lixo.

"Dentro em breve haverá um novo modelo de recolha e tratamento do lixo não só em Luanda mas também nas outras províncias. Haverá uma grande revolução no processo de recolha dos resíduos sólidos", reforçou.

A intenção, de acordo com o governante, fazer do lixo um negócio e as operadoras de recolha trabalharem directamente com as empresas de reciclagem.

Em relação a defesa do ambiente, considera necessário despertar, cada vez mais, a consciência das pessoas sobre a preservação do ambiente.

Para isso, o ministério conta com a ajuda dos meios de comunicação social para a divulgação de spots publicitários em línguas nacionais, para que a informação chegue a todos.

"O processo de fiscalização ao meio ambiente é uma da estratégia para a protecção e preservação do ambiente, razão pela qual estamos a criar mecanismos para a protecção da fauna e da flora", disse.

Já sobre o turismo, Jomo Fortunato disse que se pretende criar a rota dos museus, como forma de alavancar o turismo.

"Vamos criar marcas turísticas nacionais e infra-estruturas para alavancar o mesmo. Queremos chamar a atenção dos investidores estrangeiros, por meio de uma plataforma digital aonde o investidor terá todo o que precisa saber sobre Angola", disse.

Sobre os derrames de petróleo que se registam na costa marítima angolana, Jomo Fortunato considera importante que os ambientalistas não apareçam apenas para denunciar, mas trabalhar em conjunto para se criar formas de protecção dos mares e florestas.