Governador reitera combate contra exploração ilegal de recursos naturais

  • Madeira apreendida pelo SIC
Menongue - O governador do Cuando Cubango, Júlio Bessa, reiterou terça-feira, o combate cerrado contra a exploração ilegal da madeira, as queimadas anárquicas e à caça furtiva, por serem práticas que violam a legislação em vigor no país.

O governante, que falava à margem do acto alusivo aos 42 anos da criação do Ministério do Interior, fez saber que o governo tem observado, nos últimos tempos, a intensificação do corte de madeira da espécie mussivi, mas que doravante será duro e implacável no combate dessa e de outras acções ilegais.

O combate será realizado com base na lei nº 6/17 de 24 de Janeiro (Lei de base de florestas e fauna selvagem), no Decreto Presidencial nº 171/18, de 23 de Julho (Regulamento Florestal) e no Decreto Presidencial nº 278/18, de 07 de Agosto (Diploma que interdita o corte de madeira da espécie mussivi).

Júlio Bessa alertou a Polícia Nacional e demais órgãos competentes no sentido de continuarem a fazer o seu trabalho com rigor, lembrando que em caso de madeira apreendida, será aproveitada e incorporada no processo de execução das obras do PIIM.

Exortou a sociedade civil, os jovens e os meios de comunicação social a ajudarem a Polícia Nacional e os órgãos de Defesa e de Inteligência na sensibilização e mobilização das famílias camponesas e respectivas comunidades e seus líderes, para se absterem de realizar queimadas, uma vez que se está numa época propícia do ano para essa prática, que prejudica os solos e o meio ambiente.

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) no Cuando Cubango apreendeu, no passado dia 21 do mês em curso, na comuna do Longa, município do Cuito Cuanavale, a 189 quilómetros a leste de Menongue, capital da província, 713 touros de madeira de diversas espécies.

A prática ilegal, de acordo com o porta-voz do SIC na província, Paulo Dias de Novais, foi protagonizada por uma empresa de um cidadão de nacionalidade chinesa que encontra-se fora do Cuando Cubango, numa altura em que nenhuma empresa exploradora tem licença para o efeito naquela região, mas sim de transportação da madeira das campanhas anteriores.

Até ao momento, este constitui o quarto caso de exploração de madeira de forma ilegal registado pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) nos municípios do Cuito Cuanavale e Cuangar. O Interposto Comercial de Menongue tem actualmente mais de mil metros cúbicos de madeira para leilão.

 

 

O governante, que falava à margem do acto alusivo aos 42 anos da criação do Ministério do Interior, fez saber que o governo tem observado, nos últimos tempos, a intensificação do corte de madeira da espécie mussivi, mas que doravante será duro e implacável no combate dessa e de outras acções ilegais.

O combate será realizado com base na lei nº 6/17 de 24 de Janeiro (Lei de base de florestas e fauna selvagem), no Decreto Presidencial nº 171/18, de 23 de Julho (Regulamento Florestal) e no Decreto Presidencial nº 278/18, de 07 de Agosto (Diploma que interdita o corte de madeira da espécie mussivi).

Júlio Bessa alertou a Polícia Nacional e demais órgãos competentes no sentido de continuarem a fazer o seu trabalho com rigor, lembrando que em caso de madeira apreendida, será aproveitada e incorporada no processo de execução das obras do PIIM.

Exortou a sociedade civil, os jovens e os meios de comunicação social a ajudarem a Polícia Nacional e os órgãos de Defesa e de Inteligência na sensibilização e mobilização das famílias camponesas e respectivas comunidades e seus líderes, para se absterem de realizar queimadas, uma vez que se está numa época propícia do ano para essa prática, que prejudica os solos e o meio ambiente.

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) no Cuando Cubango apreendeu, no passado dia 21 do mês em curso, na comuna do Longa, município do Cuito Cuanavale, a 189 quilómetros a leste de Menongue, capital da província, 713 touros de madeira de diversas espécies.

A prática ilegal, de acordo com o porta-voz do SIC na província, Paulo Dias de Novais, foi protagonizada por uma empresa de um cidadão de nacionalidade chinesa que encontra-se fora do Cuando Cubango, numa altura em que nenhuma empresa exploradora tem licença para o efeito naquela região, mas sim de transportação da madeira das campanhas anteriores.

Até ao momento, este constitui o quarto caso de exploração de madeira de forma ilegal registado pelo Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF) nos municípios do Cuito Cuanavale e Cuangar. O Interposto Comercial de Menongue tem actualmente mais de mil metros cúbicos de madeira para leilão.