Livro "50 Aves de Angola - Raridade e Endemismo" já no mercado

  • Vice-presidente da República, Bornito de Sousa (ao centro), testemunha lançamento da obra "50 Aves de Angola - Raridade e Endemismo"
Luanda – A obra científica "50 Aves de Angola - Raridade e Endemismo", da autoria de Pedro Vaz Pinto e Fernando Hugo Fernandes, encontra-se à disposição da comunidade científica angolana, desde esta terça-feira.

Colocada ào dispor da comunidade científica por iniciativa da Holístico-seviço de estudo e consultoria, em parceria com a Fundação Kissama, o livro contém 117 textos de Pedro Vaz Pinto e gravuras de Fernando Hugo Fernandes, no qual se procura celebrar a diversidade da avifauna de Angola.

A obra foi editada e publicada após seis anos de investigação e destaca, das cerca de mil espécies, aquelas consideradas como as 50 aves especiais de Angola, quer pelo seu endemismo (resultado da separação de espécies), como pela distribuição restrita, raridade ou sua beleza.

Para cada espécie é referido o seu grau de endemismo e destacado o estatuto de conservação global segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Neste contexto, foi elaborado ainda um texto complementar para cada ave, no qual se resumem os seus hábitos e ecologia, e se providenciam algumas pistas que podem ajudar o leitor na sua identificação no terreno e a distingui-la de algumas espécies semelhantes que ocorrem em Angola.

São também referidos, para cada ave, um ou mais locais em Angola que se consideram propícios à sua observação na natureza.

A propósito, o Vice-presidente da República, Bornito de Sousa, que prefaciou o livro, disse tratar-se de um conhecimento que vem para ficar, referindo haver países que têm apenas uma espécie endémica mas que conseguem atrair turistas.

No caso de Angola, Bornito de Sousa afirmou que existem muitas espécies endémicas, mas, quem quiser sair do turismo ligado às aves, há espécies como a Palanca Negra Gigante e outras áreas do interesse da cultura.

Considerou necessário o desenvolvimento de políticas no sentido da protecção destas aves, frisando que propósito do lançamento da obra é chamar a atenção das instituições e procurar sensibilizar as crianças sobre a importância de se preservar as espécies endémicas.

Por sua vez, o ambientalista Vladimiro Russo considerou que o projecto visa ainda valorizar a potencialidade angolana quanto avifauna, que conta com cerca de mil espécies de aves.

Informou que constam do livro aves especiais, raras e endémicas que só existem em Angola, sublinhado que o projecto visa alertar para a necessidade da protecção dessas espécies, particularmente aquelas que existem em áreas muito pequenas do território nacional. 

“É uma tentativa de chamar atenção para a importância de formalização de áreas ambientais nestas regiões”, enfatizou o especialista.

O co-autor da obra, Fernando Hugo Fernandes, aclarou que a mesma serve para mostrar a riqueza nacional em relação à avifauna, sublinhando estar em carteira um estudo sobre os mamíferos.

 

Colocada ào dispor da comunidade científica por iniciativa da Holístico-seviço de estudo e consultoria, em parceria com a Fundação Kissama, o livro contém 117 textos de Pedro Vaz Pinto e gravuras de Fernando Hugo Fernandes, no qual se procura celebrar a diversidade da avifauna de Angola.

A obra foi editada e publicada após seis anos de investigação e destaca, das cerca de mil espécies, aquelas consideradas como as 50 aves especiais de Angola, quer pelo seu endemismo (resultado da separação de espécies), como pela distribuição restrita, raridade ou sua beleza.

Para cada espécie é referido o seu grau de endemismo e destacado o estatuto de conservação global segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Neste contexto, foi elaborado ainda um texto complementar para cada ave, no qual se resumem os seus hábitos e ecologia, e se providenciam algumas pistas que podem ajudar o leitor na sua identificação no terreno e a distingui-la de algumas espécies semelhantes que ocorrem em Angola.

São também referidos, para cada ave, um ou mais locais em Angola que se consideram propícios à sua observação na natureza.

A propósito, o Vice-presidente da República, Bornito de Sousa, que prefaciou o livro, disse tratar-se de um conhecimento que vem para ficar, referindo haver países que têm apenas uma espécie endémica mas que conseguem atrair turistas.

No caso de Angola, Bornito de Sousa afirmou que existem muitas espécies endémicas, mas, quem quiser sair do turismo ligado às aves, há espécies como a Palanca Negra Gigante e outras áreas do interesse da cultura.

Considerou necessário o desenvolvimento de políticas no sentido da protecção destas aves, frisando que propósito do lançamento da obra é chamar a atenção das instituições e procurar sensibilizar as crianças sobre a importância de se preservar as espécies endémicas.

Por sua vez, o ambientalista Vladimiro Russo considerou que o projecto visa ainda valorizar a potencialidade angolana quanto avifauna, que conta com cerca de mil espécies de aves.

Informou que constam do livro aves especiais, raras e endémicas que só existem em Angola, sublinhado que o projecto visa alertar para a necessidade da protecção dessas espécies, particularmente aquelas que existem em áreas muito pequenas do território nacional. 

“É uma tentativa de chamar atenção para a importância de formalização de áreas ambientais nestas regiões”, enfatizou o especialista.

O co-autor da obra, Fernando Hugo Fernandes, aclarou que a mesma serve para mostrar a riqueza nacional em relação à avifauna, sublinhando estar em carteira um estudo sobre os mamíferos.