MCTA foca-se na mitigação dos efeitos climáticos

  • Ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo  Fortunato
Luanda – O Ministério da Cultura, Turismo e Ambiente (MCTA) tem, como prioridade para o período de 2020 a 2022, a implementação de acções ligadas à mitigação e adaptação as alterações climáticas e combate à seca, um dos efeitos das alterações climáticas que mais afecta o país.

Segundo o ministro, Jomo Fortunato, que falava na sessão de lançamento do programa da Semana Nacional do Ambiente, a pretensão é proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, incluindo as florestas, conter e reverter a degradação dos solos e evitar a perda de biodiversidade.

Jomo Fortunato avançou que o eixo de desenvolvimento económico sustentável, diversidade e inclusivo do Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022 integra programas como a gestão sustentável dos recursos naturais (florestas, recursos aquáticos vivos, actividades geológico-minerais e sustentabilidade ambiental), que incluem o programa das alterações climáticas e da melhoria do saneamento.

“Angola possui uma das maiores diversidades de ecossistemas em África, uma imensa biodiversidade em termos de ecossistemas aquáticos (incluindo águas interiores, marinhas e costeiras), pelo que a protecção e sua conservação estão no topo das nossas prioridades”, reforçou o governante.

No quadro do programa traçado, Jomo Fortunato adiantou que se pretende evidenciar a importância da conservação da biodiversidade para o desenvolvimento do território. “A biodiversidade, ou seja, a combinação da vida vegetal e animal que habita nosso planeta possibilita a existência do ser humano por meio de uma variedade de bens e serviços que sustentam as nossas sociedades e economias”, reforçou.

Angola ratificou e implementa os mais importantes instrumentos legais internacionais, relacionados com o desenvolvimento sustentável, incluindo as Convecções das Nações Unidas sobre a diversidade Biológica, Alterações Climáticas, Desertificação, Protecção da Camada do Ozono, resíduos Perigosos, Poluentes orgânicos persistentes, zonas húmidas, produtos tóxicos entre outras.

O país tem reafirmado o seu compromisso para com a defesa de um ambiente sadio na qualidade de vida de todos os angolanos, bem como o dever de defender e preservar a biodiversidade.

Este compromisso, adiantou, tem orientado a estratégia do desenvolvimento do território e a acção governativa, de forma a garantir a manutenção de equilíbrio ecológico que contribui para o desenvolvimento sustentável.

Para assinalar a semana nacional do ambiente, o MCTA tem programadas, entre outras actividades, acções de sensibilização para a preservação do meio ambiente, para  reforçar a parceria entre o MCTA e a sociedade civil.

A data é celebrada a cada ano com o objectivo de sensibilizar os diferentes extractos da sociedade angolana sobre a importância e papel das questões ambientais em geral e as da conservação em particular para uma vida sadia.

 

Segundo o ministro, Jomo Fortunato, que falava na sessão de lançamento do programa da Semana Nacional do Ambiente, a pretensão é proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, incluindo as florestas, conter e reverter a degradação dos solos e evitar a perda de biodiversidade.

Jomo Fortunato avançou que o eixo de desenvolvimento económico sustentável, diversidade e inclusivo do Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022 integra programas como a gestão sustentável dos recursos naturais (florestas, recursos aquáticos vivos, actividades geológico-minerais e sustentabilidade ambiental), que incluem o programa das alterações climáticas e da melhoria do saneamento.

“Angola possui uma das maiores diversidades de ecossistemas em África, uma imensa biodiversidade em termos de ecossistemas aquáticos (incluindo águas interiores, marinhas e costeiras), pelo que a protecção e sua conservação estão no topo das nossas prioridades”, reforçou o governante.

No quadro do programa traçado, Jomo Fortunato adiantou que se pretende evidenciar a importância da conservação da biodiversidade para o desenvolvimento do território. “A biodiversidade, ou seja, a combinação da vida vegetal e animal que habita nosso planeta possibilita a existência do ser humano por meio de uma variedade de bens e serviços que sustentam as nossas sociedades e economias”, reforçou.

Angola ratificou e implementa os mais importantes instrumentos legais internacionais, relacionados com o desenvolvimento sustentável, incluindo as Convecções das Nações Unidas sobre a diversidade Biológica, Alterações Climáticas, Desertificação, Protecção da Camada do Ozono, resíduos Perigosos, Poluentes orgânicos persistentes, zonas húmidas, produtos tóxicos entre outras.

O país tem reafirmado o seu compromisso para com a defesa de um ambiente sadio na qualidade de vida de todos os angolanos, bem como o dever de defender e preservar a biodiversidade.

Este compromisso, adiantou, tem orientado a estratégia do desenvolvimento do território e a acção governativa, de forma a garantir a manutenção de equilíbrio ecológico que contribui para o desenvolvimento sustentável.

Para assinalar a semana nacional do ambiente, o MCTA tem programadas, entre outras actividades, acções de sensibilização para a preservação do meio ambiente, para  reforçar a parceria entre o MCTA e a sociedade civil.

A data é celebrada a cada ano com o objectivo de sensibilizar os diferentes extractos da sociedade angolana sobre a importância e papel das questões ambientais em geral e as da conservação em particular para uma vida sadia.