Ministério da Agricultura engajado em práticas de protecção florestal

Caála - O Ministério da Agricultura e Pescas engajou-se, este ano, na dinamização das práticas de protecção e recuperação dos perímetros florestais do país, afirmou o secretário de Estado para os Recursos Florestais, André de Jesus Moda.

Segundo o responsável, em declarações à imprensa, no final de uma visita ao perímetro florestal do Cuima, no município da Caála, estas práticas assentam na recuperação e expansão das plantas, no âmbito do fomento da indústria florestal e do combate ao desemprego nas comunidades.

Conforme o responsável, estas práticas consubstanciam-se ainda na celebração de contratos com empresas de exploração florestal, com foco na reflorestação, combate às queimadas e da exploração anárquica, com o objectivo de alavancar a economia local e nacional, tendo conta a melhoria da qualidade de vida das famílias.

Para o efeito, foram assinados os contratos de exploração de polígonos florestais da província do Huambo, com áreas entre cinco a 15 hectares, com as empresas nacionais Madangue e Estrelas da Floresta, assim como com a Caixa Social das Forças Armadas Angolanas.

O responsável disse tratar-se da primeira fase do processo de assinatura de contratos, extensivo para as províncias de Benguela e da Huíla, com uma validade de 15 anos renováveis, com o objectivo de produzirem riquezas fora das valências petrolíferas para a diversificação da economia nacional.

André de Jesus Moda referiu que o Ministério da Agricultura e Pesca aprovou as ferramentas e métodos de exploração florestal destas empresas nacionais, assim como da Caixa de Segurança Social das FAA, tendo em conta as técnicas de sustentabilidade ambiental, expansão e de plantação de espécies de eucaliptos apresentadas nestas regiões, com um período máximo de maturação de seis a sete anos para dar lugar a industrialização.  

Sustentou que com estas práticas, a população vai, também, aproveitar o fomento da produção do mel para o aumento da renda familiar e, ao mesmo tempo, participar no programa de combate acentuado das queimadas anárquicas.

Satisfeito com assinatura do contrato, o presidente do Conselho da Administração da empresa Madangue, Pedro Tomais Caitano, disse que a instituição irá explorar e racionalizar perto de três mil hectares de terras, através dos métodos e técnicas recomendáveis para a recuperação das florestas no município da Caála.  

O secretário de Estado para o Recursos Florestais seguiu, com o mesmo propósito, para a vizinha província de Benguela.

Segundo o responsável, em declarações à imprensa, no final de uma visita ao perímetro florestal do Cuima, no município da Caála, estas práticas assentam na recuperação e expansão das plantas, no âmbito do fomento da indústria florestal e do combate ao desemprego nas comunidades.

Conforme o responsável, estas práticas consubstanciam-se ainda na celebração de contratos com empresas de exploração florestal, com foco na reflorestação, combate às queimadas e da exploração anárquica, com o objectivo de alavancar a economia local e nacional, tendo conta a melhoria da qualidade de vida das famílias.

Para o efeito, foram assinados os contratos de exploração de polígonos florestais da província do Huambo, com áreas entre cinco a 15 hectares, com as empresas nacionais Madangue e Estrelas da Floresta, assim como com a Caixa Social das Forças Armadas Angolanas.

O responsável disse tratar-se da primeira fase do processo de assinatura de contratos, extensivo para as províncias de Benguela e da Huíla, com uma validade de 15 anos renováveis, com o objectivo de produzirem riquezas fora das valências petrolíferas para a diversificação da economia nacional.

André de Jesus Moda referiu que o Ministério da Agricultura e Pesca aprovou as ferramentas e métodos de exploração florestal destas empresas nacionais, assim como da Caixa de Segurança Social das FAA, tendo em conta as técnicas de sustentabilidade ambiental, expansão e de plantação de espécies de eucaliptos apresentadas nestas regiões, com um período máximo de maturação de seis a sete anos para dar lugar a industrialização.  

Sustentou que com estas práticas, a população vai, também, aproveitar o fomento da produção do mel para o aumento da renda familiar e, ao mesmo tempo, participar no programa de combate acentuado das queimadas anárquicas.

Satisfeito com assinatura do contrato, o presidente do Conselho da Administração da empresa Madangue, Pedro Tomais Caitano, disse que a instituição irá explorar e racionalizar perto de três mil hectares de terras, através dos métodos e técnicas recomendáveis para a recuperação das florestas no município da Caála.  

O secretário de Estado para o Recursos Florestais seguiu, com o mesmo propósito, para a vizinha província de Benguela.