Ministro quer combate “cerrado” à caça furtiva

 
  
  • Ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato fala na Reunião Ordinária da Comissão Económica do Conselho de Ministros1871272020
Luanda - O ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, afirmou, neste sábado, em Luanda, procurar, com as direcções e administrações dos Parques Nacionais, soluções para combater a caça furtiva e as queimadas anárquicas.

Localizado na província de Luanda, a cerca de 75 quilómetros a sul da capital do país, com uma extensão de nove mil 600 quilómetros quadrados, apresenta, no entanto, no seu interior um aspecto nada agradável para a atracção de turistas.

O ministro, que falava à imprensa no final da visita ao Parque Nacional da Kissama, considerou a caça furtiva e as queimadas anárquica como acções que estão a provocar o desequilíbrio da biodiversidade.

No entanto, Jomo Fortunato adiantou que fará uma radiografia da situação geral dos parques do país, apesar de muitos dos problemas serem identificados.

Em relação a visita, explicou ter sido importante, pois permitiu manter contacto directo com os fiscais e a direcção, para se inteirar das necessidades e encontrar soluções conjuntas.

No final Jomo Fortunato ofereceu equipamentos de uso diário aos fiscais do parque.

Parque à espera de dias melhores

A primeira vista, a sua entrada, parece um encanto maravilhoso, bonito e bem conservado, deixando a nítida impressão de que tudo ou quase tudo dentro do Parque Nacional da Quissama é perfeito.

Com as suas principais atracções ameaçadas pelos caçadores furtivos e queimada anárquicas, o parque carece de quase tudo, desde o corpo de fiscais, com uma necessidade de reforço de mais 80, a viaturas todo terreno para as acções diárias.

A sua paisagem natural encantadora com a diversidade de plantas, outra das atracções para os visitantes, apresenta-se, actualmente, seca devido a falta de chuva, deixando sob alerta a administração devido a facilidade para grandes queimadas descontroladas.

Apesar da caça furtiva perigar a existência da vasta biodiversidade animal, ainda é possível encontrar no parque zebras, crocodilos, elefantes, hipopótamos, gnus, girafas, pangolim, antílopes, avestruzes, manatins, pacaças, gungas, tartarugas marinhas, entre outros animais.

Segundo o administrador do Parque, Afonso Manuel, com as restrições impostas pela Covid-19, Quissama, que chegava a receber até 60 turistas, principalmente nos feriados, tem registado uma frequência de seis visitantes por semana, como consequência do impacto negativo da doença neste sector.

Apesar da existência de um contrato de exploração de outros serviços, o administrador manifesta algum desalento pelo facto de a empresa em causa demonstrar fraca capacidade financeira para dinamizar os demais serviços.

“A anulação desse contrato não depende de mim, quem decide são as instâncias superiores”, disse.    

Para administração, os desafios passam pelo melhor aproveitamento e protecção do espaço, formação e equipar os fiscais com rádios de comunicação, meios de vigilâncias de sistema smart, equipamentos de manutenção e abertura de picadas e de extinção de incêndio, combate contra as ravinas e construção de nova cerca eléctrica.

Estabelecido como Reserva de Caça em 1938, classificado a Parque Nacional em 1957, localiza-se a norte do de Angola, entre o Oceano Atlântico, rios Cuanza e Longa.

O Parque conta com um estabelecimento para visitantes junto do rio Cuanza, uma pousada e vários bungalows, piscina, parque infantil, escola de formação dos fiscais, herbário e miradouro.

Localizado na província de Luanda, a cerca de 75 quilómetros a sul da capital do país, com uma extensão de nove mil 600 quilómetros quadrados, apresenta, no entanto, no seu interior um aspecto nada agradável para a atracção de turistas.

O ministro, que falava à imprensa no final da visita ao Parque Nacional da Kissama, considerou a caça furtiva e as queimadas anárquica como acções que estão a provocar o desequilíbrio da biodiversidade.

No entanto, Jomo Fortunato adiantou que fará uma radiografia da situação geral dos parques do país, apesar de muitos dos problemas serem identificados.

Em relação a visita, explicou ter sido importante, pois permitiu manter contacto directo com os fiscais e a direcção, para se inteirar das necessidades e encontrar soluções conjuntas.

No final Jomo Fortunato ofereceu equipamentos de uso diário aos fiscais do parque.

Parque à espera de dias melhores

A primeira vista, a sua entrada, parece um encanto maravilhoso, bonito e bem conservado, deixando a nítida impressão de que tudo ou quase tudo dentro do Parque Nacional da Quissama é perfeito.

Com as suas principais atracções ameaçadas pelos caçadores furtivos e queimada anárquicas, o parque carece de quase tudo, desde o corpo de fiscais, com uma necessidade de reforço de mais 80, a viaturas todo terreno para as acções diárias.

A sua paisagem natural encantadora com a diversidade de plantas, outra das atracções para os visitantes, apresenta-se, actualmente, seca devido a falta de chuva, deixando sob alerta a administração devido a facilidade para grandes queimadas descontroladas.

Apesar da caça furtiva perigar a existência da vasta biodiversidade animal, ainda é possível encontrar no parque zebras, crocodilos, elefantes, hipopótamos, gnus, girafas, pangolim, antílopes, avestruzes, manatins, pacaças, gungas, tartarugas marinhas, entre outros animais.

Segundo o administrador do Parque, Afonso Manuel, com as restrições impostas pela Covid-19, Quissama, que chegava a receber até 60 turistas, principalmente nos feriados, tem registado uma frequência de seis visitantes por semana, como consequência do impacto negativo da doença neste sector.

Apesar da existência de um contrato de exploração de outros serviços, o administrador manifesta algum desalento pelo facto de a empresa em causa demonstrar fraca capacidade financeira para dinamizar os demais serviços.

“A anulação desse contrato não depende de mim, quem decide são as instâncias superiores”, disse.    

Para administração, os desafios passam pelo melhor aproveitamento e protecção do espaço, formação e equipar os fiscais com rádios de comunicação, meios de vigilâncias de sistema smart, equipamentos de manutenção e abertura de picadas e de extinção de incêndio, combate contra as ravinas e construção de nova cerca eléctrica.

Estabelecido como Reserva de Caça em 1938, classificado a Parque Nacional em 1957, localiza-se a norte do de Angola, entre o Oceano Atlântico, rios Cuanza e Longa.

O Parque conta com um estabelecimento para visitantes junto do rio Cuanza, uma pousada e vários bungalows, piscina, parque infantil, escola de formação dos fiscais, herbário e miradouro.