Movimento Tchota advoga auscultação das comunidades

Luanda  - O Movimento Tchota apelou, nesta terça-feira, em Luanda, a necessidade da auscultação das comunidades sobre o processo de exploração de mineiros nas zonas protegidas.

Durante uma conferência de imprensa, o presidente do movimento Tchota, reverendo Daniel Ntoni Nzinga, referiu que o Estado deve trabalhar  continuamente para que as comunidades locais, sobretudo aquelas que são afectadas pela exploração de recursos naturais, possam ser envolvidas nos processos de auscultação e concertação antes de se avançar para a acção concreta.

“Aceitamos que a exploração destes recursos seja feita como forma de se captar mais recursos para o bem-estar dos angolanos, mas que nos comprometamos para que isso não se torne um desastre”, referiu.

O reverendo, que defende, igualmente, a revogação da Lei 8/20, de 16 Abril de 2020, sobre a abertura de uma excepção na categoria de reservas e parques nacionais, aponta o fraco investimento público e privado na protecção ambiental, ineficiência das instituições quanto a monitorização da conformidade das práticas com o que está legislado e a gestão sustentável em cumprimento a Lei nas áreas de conservação.

Neste contexto, a Tchota recomenda que se repense o conceito de desenvolvimento sustentável no país, uma vez que mais receitas não pressupõe maior atenção aos mais vulneráveis e nem melhoria no índice de desenvolvimento humano.

Daniel Ntoni Nzinga considera ainda os recursos minerais devem servir a todos os angolanos a partir das comunidades onde serão desenvolvidas tais projectos.

Por sua vez, o director geral da ADRA, Carlos Cambuta, referiu que o movimento está disponível para cooperar e dialogar com as instituições envolvidas neste processo, a fim de garantir uma comunicação assertiva e um trabalho com prossecução para o desenvolvimento local sustentável.

O movimento Tchota foi criada em 2016 por organizações da sociedade civil angolana e eclesiásticas com a finalidade de organizar uma plataforma nacional de discussão e análise da situação social e económica que afecta as comunidades que vivem em zonas de exploração de recursos naturais.

Tem como objectivo contribuir para uma maior consciência da sociedade angolana sobre os desafios ligados a exploração dos recursos naturais em Angola, melhor gestão e justa distribuição dos rendimentos.

Fazem parte desta movimento a Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), Instituto para a Cidadania – MOSAIKO, MWANA PWO, Associação Mãos Livres, Associação Comunitária para Desenvolvimento de Angola, Centro de Estudos Africanos da Universidade Católica de Angola (CEA), Conselho das Igrejas Cristãs de Angola (CICA), AJUDECA, Fórum de Mulheres Jornalistas para Igualdade de Género (FMJIG).

Durante uma conferência de imprensa, o presidente do movimento Tchota, reverendo Daniel Ntoni Nzinga, referiu que o Estado deve trabalhar  continuamente para que as comunidades locais, sobretudo aquelas que são afectadas pela exploração de recursos naturais, possam ser envolvidas nos processos de auscultação e concertação antes de se avançar para a acção concreta.

“Aceitamos que a exploração destes recursos seja feita como forma de se captar mais recursos para o bem-estar dos angolanos, mas que nos comprometamos para que isso não se torne um desastre”, referiu.

O reverendo, que defende, igualmente, a revogação da Lei 8/20, de 16 Abril de 2020, sobre a abertura de uma excepção na categoria de reservas e parques nacionais, aponta o fraco investimento público e privado na protecção ambiental, ineficiência das instituições quanto a monitorização da conformidade das práticas com o que está legislado e a gestão sustentável em cumprimento a Lei nas áreas de conservação.

Neste contexto, a Tchota recomenda que se repense o conceito de desenvolvimento sustentável no país, uma vez que mais receitas não pressupõe maior atenção aos mais vulneráveis e nem melhoria no índice de desenvolvimento humano.

Daniel Ntoni Nzinga considera ainda os recursos minerais devem servir a todos os angolanos a partir das comunidades onde serão desenvolvidas tais projectos.

Por sua vez, o director geral da ADRA, Carlos Cambuta, referiu que o movimento está disponível para cooperar e dialogar com as instituições envolvidas neste processo, a fim de garantir uma comunicação assertiva e um trabalho com prossecução para o desenvolvimento local sustentável.

O movimento Tchota foi criada em 2016 por organizações da sociedade civil angolana e eclesiásticas com a finalidade de organizar uma plataforma nacional de discussão e análise da situação social e económica que afecta as comunidades que vivem em zonas de exploração de recursos naturais.

Tem como objectivo contribuir para uma maior consciência da sociedade angolana sobre os desafios ligados a exploração dos recursos naturais em Angola, melhor gestão e justa distribuição dos rendimentos.

Fazem parte desta movimento a Acção para o Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA), Instituto para a Cidadania – MOSAIKO, MWANA PWO, Associação Mãos Livres, Associação Comunitária para Desenvolvimento de Angola, Centro de Estudos Africanos da Universidade Católica de Angola (CEA), Conselho das Igrejas Cristãs de Angola (CICA), AJUDECA, Fórum de Mulheres Jornalistas para Igualdade de Género (FMJIG).