OCTHIVA planta mais de 20 mil mangues em Luanda

  • Mangais sob poluição
Luanda - Vinte e sete mil e 30 mangues foram  plantados, neste sábado, na comuna do Mussulo, em Luanda, pelo projecto  de protecção de mangais Octhiva.

Enquadrado no programa de reflorestação de mangais ao longo da costa marítima angolana lançado pelo Vice-presidente da República, Bornito de Sousa, o acto marcou o arranque oficial da concretização deste desafio que visa a plantação de um milhão de mangais em todo país, até Dezembro de 2021.

Os mangues são espécies vegetais encontradas nos manguezais, que são um ecossistema localizado em regiões litorâneas, com um ambiente formado por uma água salobra, resultante do encontro da água doce com a do mar, o que torna esse lugar um espaço sensível ao equilíbrio entre esses dois cursos d'água.

A fauna presente nos manguezais é composta por peixes, ostras, mariscos e crustáceos, revelando-se como um ponto de elevada biodiversidade por também servir de espaço para a reprodução de algumas espécies de aves.

Além de abrigar inúmeras espécies animais e vegetais, os manguezais possuem importantes funções ambientais. As raízes aéreas das plantas ajudam a diminuir a velocidade do curso das águas e das ondas, diminuindo os impactos sobre os solos e contendo processos erosivos. Além disso, essas raízes e demais formas de vegetação ajudam a conter os sedimentos e contribuem para uma espécie de “filtragem” das águas.

Em termos económicos, os mangues são responsáveis por cerca de 95% de todo o alimento que o ser humano extrai do mar, o que deflagra, ainda mais, a importância da preservação desse tipo de ecossistema.

Apesar disso, os manguezais são uns dos ambientes naturais mais ameaçados no Brasil e no mundo. A extracção não sustentável das suas espécies, bem como a devastação dos seus ambientes, vem provocando alterações sensíveis à sua biodiversidade.Em decorações à imprensa no final do acto, uma das  responsáveis da Octhiva, Mônica Martins, disse  terem contado com a ajuda de 500 voluntários, entre efectivos da polícia, FAA, bombeiros, marinha e da administração comunal do Mussulo.

Segundo a responsável, o local escolhido deve-se ao facto de estar mais degradada e com maior visibilidade, devido ao abate indiscriminado da planta para uso pessoal.

Para contrapor essa situação, explicou estar a ser feito um trabalho de sensibilização informando como se deve aproveitar os mangais, com menos destruição, permitindo repô-la no momento adequado.

Mônica Martins referiu ser um acto de extrema importância, pois os mangais representam todo o ecossistema presente na orla costeira que protege as zonas limites ou costa das erosões, impacto  das calemas, furacões e de toda acção feroz da natureza.

Os mangais, avançou, servem de zona de cultivo de mexilhão e camarão e pode ser usado para viveiros.

Os mangais são berçários da vida marinha, habitat de aves migratórias, protectores da orla costeira e a única fonte de subsistência das comunidades costeiras.

Os mesmos estão incluídos no Programa Nacional de Reflorestação, contando com a acção de associações e ou movimentos que se dedicam a sua preservação.

Enquadrado no programa de reflorestação de mangais ao longo da costa marítima angolana lançado pelo Vice-presidente da República, Bornito de Sousa, o acto marcou o arranque oficial da concretização deste desafio que visa a plantação de um milhão de mangais em todo país, até Dezembro de 2021.

Os mangues são espécies vegetais encontradas nos manguezais, que são um ecossistema localizado em regiões litorâneas, com um ambiente formado por uma água salobra, resultante do encontro da água doce com a do mar, o que torna esse lugar um espaço sensível ao equilíbrio entre esses dois cursos d'água.

A fauna presente nos manguezais é composta por peixes, ostras, mariscos e crustáceos, revelando-se como um ponto de elevada biodiversidade por também servir de espaço para a reprodução de algumas espécies de aves.

Além de abrigar inúmeras espécies animais e vegetais, os manguezais possuem importantes funções ambientais. As raízes aéreas das plantas ajudam a diminuir a velocidade do curso das águas e das ondas, diminuindo os impactos sobre os solos e contendo processos erosivos. Além disso, essas raízes e demais formas de vegetação ajudam a conter os sedimentos e contribuem para uma espécie de “filtragem” das águas.

Em termos económicos, os mangues são responsáveis por cerca de 95% de todo o alimento que o ser humano extrai do mar, o que deflagra, ainda mais, a importância da preservação desse tipo de ecossistema.

Apesar disso, os manguezais são uns dos ambientes naturais mais ameaçados no Brasil e no mundo. A extracção não sustentável das suas espécies, bem como a devastação dos seus ambientes, vem provocando alterações sensíveis à sua biodiversidade.Em decorações à imprensa no final do acto, uma das  responsáveis da Octhiva, Mônica Martins, disse  terem contado com a ajuda de 500 voluntários, entre efectivos da polícia, FAA, bombeiros, marinha e da administração comunal do Mussulo.

Segundo a responsável, o local escolhido deve-se ao facto de estar mais degradada e com maior visibilidade, devido ao abate indiscriminado da planta para uso pessoal.

Para contrapor essa situação, explicou estar a ser feito um trabalho de sensibilização informando como se deve aproveitar os mangais, com menos destruição, permitindo repô-la no momento adequado.

Mônica Martins referiu ser um acto de extrema importância, pois os mangais representam todo o ecossistema presente na orla costeira que protege as zonas limites ou costa das erosões, impacto  das calemas, furacões e de toda acção feroz da natureza.

Os mangais, avançou, servem de zona de cultivo de mexilhão e camarão e pode ser usado para viveiros.

Os mangais são berçários da vida marinha, habitat de aves migratórias, protectores da orla costeira e a única fonte de subsistência das comunidades costeiras.

Os mesmos estão incluídos no Programa Nacional de Reflorestação, contando com a acção de associações e ou movimentos que se dedicam a sua preservação.