Perda da biodiversidade ameaça vida humana

  • Ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato
Luanda – O ministro da Cultura, Turismo e Ambiente, Jomo Fortunato, disse, esta quarta-feira, em Luanda, que a perda da biodiversidade ameaça.

Discursando na abertura do workshop da apresentação oficial do projecto de sobre o “Combate ao comércio ilegal da vida selvagem e ao conflito homem-animal em Angola”, apontou para a necessidade do envolvimento de todos, sem limites, nas acções de protecção dov ambiente e da segurança da natureza.

Jomo Fortuna diz compreender que o projecto trará uma excelente experiência, fortalecimento das instituições envolvidas, bem como contribuir para se atingir inúmeros objectivos do desenvolvimento sustentável, entre os quais o combate à fome, pobreza, recomposição da igualdade do género, criação de instituições fortes, inversão as disfunções causadas pelas alterações climáticas, fortalecer o crescimento económico e combate a desigualdade.

Conforme o ministro, a implementação do projecto constitui um esforço do Governo, parceiros nacionais e internacionais em promover uma abordagem sobre as principais ameaças da vida selvagem em Angola, consubstanciadas na caça clandestina, comércio ilegal de animais, conflitos homem-animal e a consequente degradação do seu habitat.

Jomo Fortunato considerou ser um passo importante na protecção e conservação da vida selvagem, garantia da preservação e continuidade das ricas espécies angolanas para as gerações vindouras.

Os grandes objectivos do projecto, segundo o ministro, serão alcançados através da implementação integrada de três principais componentes do programa: o fortalecimento das políticas de gestão da vida selvagem, da capacidade de controlo das áreas alvo da caça ilegal e degradação do seu habitat e envolvimento das comunidades locais na gestão sustentável da vida selvagem, florestas e áreas de conservação.

Pra tal, o ministro aludiu que o departamento ministerial continua engajado na criação de oportunidades e parcerias que visam proteger, promover e conservar a vida selvagem, assim como está empenhado na definição e concretização de políticas racionais, sustentáveis que apelam para defesa da biodiversidade, com o fito de alcançar as metas das convenções internacionais de que o país faz parte.

Discursando na abertura do workshop da apresentação oficial do projecto de sobre o “Combate ao comércio ilegal da vida selvagem e ao conflito homem-animal em Angola”, apontou para a necessidade do envolvimento de todos, sem limites, nas acções de protecção dov ambiente e da segurança da natureza.

Jomo Fortuna diz compreender que o projecto trará uma excelente experiência, fortalecimento das instituições envolvidas, bem como contribuir para se atingir inúmeros objectivos do desenvolvimento sustentável, entre os quais o combate à fome, pobreza, recomposição da igualdade do género, criação de instituições fortes, inversão as disfunções causadas pelas alterações climáticas, fortalecer o crescimento económico e combate a desigualdade.

Conforme o ministro, a implementação do projecto constitui um esforço do Governo, parceiros nacionais e internacionais em promover uma abordagem sobre as principais ameaças da vida selvagem em Angola, consubstanciadas na caça clandestina, comércio ilegal de animais, conflitos homem-animal e a consequente degradação do seu habitat.

Jomo Fortunato considerou ser um passo importante na protecção e conservação da vida selvagem, garantia da preservação e continuidade das ricas espécies angolanas para as gerações vindouras.

Os grandes objectivos do projecto, segundo o ministro, serão alcançados através da implementação integrada de três principais componentes do programa: o fortalecimento das políticas de gestão da vida selvagem, da capacidade de controlo das áreas alvo da caça ilegal e degradação do seu habitat e envolvimento das comunidades locais na gestão sustentável da vida selvagem, florestas e áreas de conservação.

Pra tal, o ministro aludiu que o departamento ministerial continua engajado na criação de oportunidades e parcerias que visam proteger, promover e conservar a vida selvagem, assim como está empenhado na definição e concretização de políticas racionais, sustentáveis que apelam para defesa da biodiversidade, com o fito de alcançar as metas das convenções internacionais de que o país faz parte.