Ravinas ameaçam localidades do Zaire e Malanje

  • Ravina dificulta circulação
Mbanza Kongo- O acesso ao posto fronteiriço do Nóqui, província do Zaire, pode ser interrompido, nos próximos dias, por uma ravina que ameaça engolir o troço de ligação à sede municipal.

Esta informação foi avançada à Angop pelo director do Gabinete Provincial de Infra-estruturas e Serviços Técnicos, André Malufuene.

Segundo a fonte, a ravina está a progredir de forma rápida em direcção a este troço de acesso ao posto fronteiriço com a cidade de Matadi, República Democrática do Congo (RDC).

Explicou que as autoridades da província estão desprovidas de meios técnicos para trabalhos de estancamento.

Na sua óptica, caso a estrada seja engolida, o abastecimento em bens à província de Cabinda, por terra, será seriamente afectado.

Por esta via passam os camiões que atravessam a RDC com destino àquela região no norte de Angola.

Na província do Zaire estão registadas 15 ravinas que ameaçam engolir zonas residenciais e vias de comunicação. Nove estão em Mbanza Kongo, capital da província, e seis no município do Nóqui.

As restantes cinco do Nóqui, de acordo com a fonte, estão localizadas na sede municipal, uma das quais perto do mercado, e beneficiou de trabalhos de contenção em 2019 avaliados em 356 milhões, 437 mil Kwanzas.

Quanto a Mbanza Kongo, André MaLufuene disse que estão catalogadas nove ravinas, nos bairros 11 de Novembro, Sagrada Esperança, Martins Kidito e 04 de Fevereiro.

Também em 2019, realizaram-se, em Mbanza Kongo, trabalhos de estancamento de uma ravina no bairro 04 de Fevereiro, que custaram 924 milhões 508 mil e 650 Kwanzas.

Há um processo de catalogação de outras ravinas nos municípios do Cuimba, Nzeto, Soyo e Tomboco, disse.

 Por outro lado, em Malanje, apenas três das 13 ravinas de grandes proporções catalogadas em Malanje estão a ser intervencionadas pelo Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território, nos municípios de Marimba (1) e de Massango (2).

De acordo com o director do Gabinete Provincial de Infra-estruturas e Serviços Técnicos, João Correia, a escassez de verbas por parte do governo local impede o estancamento das demais.

O Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território desembolsou em 2019, 1,7 mil milhões de Kwanzas para a ravina do município de Marimba, cujas obras estão a 80 por cento de execução.

Já no município de Massango, foram disponibilizados dois mil milhões 938 milhões e 855 mil kwanzas, estando a empreitada em fase conclusiva.

A prioridade recaiu aos dois municípios devido à gravidade e a rápida progressão das ravinas. Só em Marimba já tinham sido engolidas sete dos 200 fogos habitacionais e ameaçavam destruir outras, enquanto em Massango estavam em risco uma escola e esquadra policial.

As outras 10 ravinas localizadas nos municípios de Kiwaba Nzoji, Cangandala, Cacuso, Calandula, Mucari, Quela, Cunda-dia-Base e Malanje também inspiram cuidados, com realce para os três últimos, onde estão na iminência de cortar a circulação rodoviária e comprometer as obras de um sistema na cidade.

 A formação de ravinas está associada, fundamentalmente, ao processo de erosão hídrica, que começa quando as gotas da chuva provocam erosão por salpico, desencadeando alterações da estrutura do solo que provocam uma incisão na sua superfície.

Este processo pode ser desencadeado, também, pela acção nociva do homem com a exploração desenfreada de recursos minerais, inertes, derrube indiscriminado de árvores que sustentam os solos, entre outras.

Esta informação foi avançada à Angop pelo director do Gabinete Provincial de Infra-estruturas e Serviços Técnicos, André Malufuene.

Segundo a fonte, a ravina está a progredir de forma rápida em direcção a este troço de acesso ao posto fronteiriço com a cidade de Matadi, República Democrática do Congo (RDC).

Explicou que as autoridades da província estão desprovidas de meios técnicos para trabalhos de estancamento.

Na sua óptica, caso a estrada seja engolida, o abastecimento em bens à província de Cabinda, por terra, será seriamente afectado.

Por esta via passam os camiões que atravessam a RDC com destino àquela região no norte de Angola.

Na província do Zaire estão registadas 15 ravinas que ameaçam engolir zonas residenciais e vias de comunicação. Nove estão em Mbanza Kongo, capital da província, e seis no município do Nóqui.

As restantes cinco do Nóqui, de acordo com a fonte, estão localizadas na sede municipal, uma das quais perto do mercado, e beneficiou de trabalhos de contenção em 2019 avaliados em 356 milhões, 437 mil Kwanzas.

Quanto a Mbanza Kongo, André MaLufuene disse que estão catalogadas nove ravinas, nos bairros 11 de Novembro, Sagrada Esperança, Martins Kidito e 04 de Fevereiro.

Também em 2019, realizaram-se, em Mbanza Kongo, trabalhos de estancamento de uma ravina no bairro 04 de Fevereiro, que custaram 924 milhões 508 mil e 650 Kwanzas.

Há um processo de catalogação de outras ravinas nos municípios do Cuimba, Nzeto, Soyo e Tomboco, disse.

 Por outro lado, em Malanje, apenas três das 13 ravinas de grandes proporções catalogadas em Malanje estão a ser intervencionadas pelo Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território, nos municípios de Marimba (1) e de Massango (2).

De acordo com o director do Gabinete Provincial de Infra-estruturas e Serviços Técnicos, João Correia, a escassez de verbas por parte do governo local impede o estancamento das demais.

O Ministério das Obras Públicas e Ordenamento do Território desembolsou em 2019, 1,7 mil milhões de Kwanzas para a ravina do município de Marimba, cujas obras estão a 80 por cento de execução.

Já no município de Massango, foram disponibilizados dois mil milhões 938 milhões e 855 mil kwanzas, estando a empreitada em fase conclusiva.

A prioridade recaiu aos dois municípios devido à gravidade e a rápida progressão das ravinas. Só em Marimba já tinham sido engolidas sete dos 200 fogos habitacionais e ameaçavam destruir outras, enquanto em Massango estavam em risco uma escola e esquadra policial.

As outras 10 ravinas localizadas nos municípios de Kiwaba Nzoji, Cangandala, Cacuso, Calandula, Mucari, Quela, Cunda-dia-Base e Malanje também inspiram cuidados, com realce para os três últimos, onde estão na iminência de cortar a circulação rodoviária e comprometer as obras de um sistema na cidade.

 A formação de ravinas está associada, fundamentalmente, ao processo de erosão hídrica, que começa quando as gotas da chuva provocam erosão por salpico, desencadeando alterações da estrutura do solo que provocam uma incisão na sua superfície.

Este processo pode ser desencadeado, também, pela acção nociva do homem com a exploração desenfreada de recursos minerais, inertes, derrube indiscriminado de árvores que sustentam os solos, entre outras.