Instituição prioriza repovoamento florestal

Saurimo - O repovoamento florestal, através da plantação de árvores de várias espécies nos municípios, comunas e aldeias da província da Lunda sul, constitui uma prioridade do Gabinete provincial do Ambiente, Gestão de Resíduos Sólidos e Serviços Comunitários, visando a melhoria do ecossistema nas comunidades.

Para a concretização deste projecto, o Gabinete do Ambiente conta com seis mil mudas de plantas, sendo cinco mil de eucaliptos e mil acácias.

Em declarações hoje, terça-feira, à ANGOP, a propósito do ponto de situação do meio ambiente e do Dia Mundial da Terra, a assinalar-se a 22 do mês em curso, o director da instituição, Carlos Ferreira, informou que o plano visa proteger as zonas mais afectadas pelo garimpo e não só, pois a sua má racionalização prejudica o habitat, criando ravinas.

Acrescentou que regista-se igualmente um défice em viveiros de muda, porque a província conta apenas com um, também no município de Saurimo, no bairro Txahungo, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF). 

O responsável disse que o viveiro não tem plantas suficientes para a criação de polígonos florestais nos quatros municípios, para a materialização do plano de arborização, pelo que as administrações municipais estão orientadas a criarem condições para a aquisição de plantas, para que o plano comece a ser executado ainda este ano.

Disse que pretende-se com esta iniciativa, para além dos viveiros e polígonos florestais, criar espaços verdes, para adaptação e resiliências da alteração climática. 

Por outro lado, avançou que para assegurar a participação dos cidadãos na preservação do meio ambiente, está em curso um programa de educação e consciencialização ambiental e saneamento liderado pelas comunidades, que visa evitar a defecação ao ar livre, entre outros. 

O dia mundial da terra foi instituído em 1970, pelo senador norte-americano Gaylord Nelson que resolveu realizar um protesto contra a poluição da terra, depois de verificar as consequências do desastre petrolífero de Santa Barbara, na Califórnia, ocorrido em 1969. 

 

Para a concretização deste projecto, o Gabinete do Ambiente conta com seis mil mudas de plantas, sendo cinco mil de eucaliptos e mil acácias.

Em declarações hoje, terça-feira, à ANGOP, a propósito do ponto de situação do meio ambiente e do Dia Mundial da Terra, a assinalar-se a 22 do mês em curso, o director da instituição, Carlos Ferreira, informou que o plano visa proteger as zonas mais afectadas pelo garimpo e não só, pois a sua má racionalização prejudica o habitat, criando ravinas.

Acrescentou que regista-se igualmente um défice em viveiros de muda, porque a província conta apenas com um, também no município de Saurimo, no bairro Txahungo, sob gestão do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF). 

O responsável disse que o viveiro não tem plantas suficientes para a criação de polígonos florestais nos quatros municípios, para a materialização do plano de arborização, pelo que as administrações municipais estão orientadas a criarem condições para a aquisição de plantas, para que o plano comece a ser executado ainda este ano.

Disse que pretende-se com esta iniciativa, para além dos viveiros e polígonos florestais, criar espaços verdes, para adaptação e resiliências da alteração climática. 

Por outro lado, avançou que para assegurar a participação dos cidadãos na preservação do meio ambiente, está em curso um programa de educação e consciencialização ambiental e saneamento liderado pelas comunidades, que visa evitar a defecação ao ar livre, entre outros. 

O dia mundial da terra foi instituído em 1970, pelo senador norte-americano Gaylord Nelson que resolveu realizar um protesto contra a poluição da terra, depois de verificar as consequências do desastre petrolífero de Santa Barbara, na Califórnia, ocorrido em 1969.