Responsável nega registo de mortes por vazamento de produtos químicos

  • Tubo do sistema de drenagem da bacia de rejeitados da Catoca
Saurimo - O chefe do departamento provincial do ambiente do Governo da Lunda sul, Hudilon Tomás, desmentiu hoje, sexta-feira, em Saurimo, não ter registado mortes de pessoas e nem existência de produtos químicos na bacia de contenção de rejeitados da Mina Catoca no rio Lova.

De lembrar que o incidente teve lugar a 27 de Julho passado e afectou a tubagem do dique da bacia de rejeitados, uma ruptura na conduta que funciona como vertedor, montado para garantir a segurança da estrutura em épocas chuvosas, que está completamente estancada pela empresa Sociedade Mineira de Catoca.

Em declarações à ANGOP, no quadro das actividades de vistoria realizadas no rio Lova e Chicapa, o responsável afirmou que  Catoca cumpriu com o seu programa de limpeza e estancamento da ruptura, o que possibilitou a limpeza do rio e dos rejeitados.

Indicou que são infundadas as reclamações feitas pelas autoridades da República Democrática do Congo que protestam a ver produtos químicos num dos seus rios onde desagua o lova e está a prejudicar a sua população.

Fez saber que as famílias já realizam a pesca, bem como durante a visita constataram “in loco” a existência de hipopótamos no rio Chicapa, no posto fronteiriço do tchimeia, na Lunda norte.

Explicou que os rios Chicapa e Lova já têm um histórico de poluição causada pela extracção artesanal de diamantes, pelo que se regista alguma concentração de sólidos em suspensão.   

“Portanto, isto afecta de qualquer maneira as variáveis imunológicas, que são a transparência, cor, turbidez, sólidos dissolvidos, sólidos totais, e sedimentáveis. No entanto, se observarmos por este ângulo com olhos de ver, podemos aqui dizer que no rio chicapa sempre existiu níveis de turbidez anormal”, enfatizou.

Avançou que a empresa Catoca continuará a fazer monitorameno periódico da qualidade da água, com a participação e acompanhamento do Gabinete Provincial do Ambiente, Gestão de Resíduos e Serviços Comunitários, dos governos provinciais das Lunda Sul e Lunda Norte, respectivamente.

Por outro lado, face a situação, Catoca tem estado a distribuir cesta básica as comunidades circunvizinhas aos rios Lova e Chicapa, bem como fazer perfurações para obtenção de água subterrânea, para ajudar as famílias.

 

De lembrar que o incidente teve lugar a 27 de Julho passado e afectou a tubagem do dique da bacia de rejeitados, uma ruptura na conduta que funciona como vertedor, montado para garantir a segurança da estrutura em épocas chuvosas, que está completamente estancada pela empresa Sociedade Mineira de Catoca.

Em declarações à ANGOP, no quadro das actividades de vistoria realizadas no rio Lova e Chicapa, o responsável afirmou que  Catoca cumpriu com o seu programa de limpeza e estancamento da ruptura, o que possibilitou a limpeza do rio e dos rejeitados.

Indicou que são infundadas as reclamações feitas pelas autoridades da República Democrática do Congo que protestam a ver produtos químicos num dos seus rios onde desagua o lova e está a prejudicar a sua população.

Fez saber que as famílias já realizam a pesca, bem como durante a visita constataram “in loco” a existência de hipopótamos no rio Chicapa, no posto fronteiriço do tchimeia, na Lunda norte.

Explicou que os rios Chicapa e Lova já têm um histórico de poluição causada pela extracção artesanal de diamantes, pelo que se regista alguma concentração de sólidos em suspensão.   

“Portanto, isto afecta de qualquer maneira as variáveis imunológicas, que são a transparência, cor, turbidez, sólidos dissolvidos, sólidos totais, e sedimentáveis. No entanto, se observarmos por este ângulo com olhos de ver, podemos aqui dizer que no rio chicapa sempre existiu níveis de turbidez anormal”, enfatizou.

Avançou que a empresa Catoca continuará a fazer monitorameno periódico da qualidade da água, com a participação e acompanhamento do Gabinete Provincial do Ambiente, Gestão de Resíduos e Serviços Comunitários, dos governos provinciais das Lunda Sul e Lunda Norte, respectivamente.

Por outro lado, face a situação, Catoca tem estado a distribuir cesta básica as comunidades circunvizinhas aos rios Lova e Chicapa, bem como fazer perfurações para obtenção de água subterrânea, para ajudar as famílias.