1.º de Agosto joga pela honra em Dar es Salam

  • Jogadores do 1.º de Agosto testam negativo à Covid-19
Luanda - O 1.º de Agosto deve defender a honra do futebol angolano quando defrontar esta quinta-feira o Namungo FC da Tanzânia, após goleada domingo de 2 - 6 no jogo da primeira mão da última eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça da Confederação em futebol.

Para este segundo desafio, também a disputar-se em Dar es Salam por decisão do Comité de Competições da CAF, só mesmo um "milagre” pode proporcionar a reviravolta no resultado, ainda mais com cinco jogadores influentes alegadamente testados positivos à Covid -19.

A perder a eliminatória por números expressivos, o tetracampeão nacional terá de vencer, no mínimo, por quatro golos de diferença, num confronto inicialmente previsto par quarta-feira, mas remarcado para hoje pelo órgão reitor do futebol africano.

Esta tarefa não se afigura fácil fundamentalmente por ver-se privado dos seus principais activos, designadamente, o guarda-redes Neblú, os centrais Bobó e Boni, o médio Mário e o avançado Mabululu.

Sob o comando do adjunto burquinabe Narcisse Yameogo, na ausência do português Paulo Duarte, em quarentena domiciliar (esteve retido em Portugal), a equipa angolana espera não ser novamente surpreendida com situações extra - jogo por parte da congénere tanzaniana.

No desafio anterior, os alegados casos de Covid -19, não reconhecidos pelo responsável clínico do clube "militar”, o cubano Virgílio Paez, foram anunciados verbalmente uma hora e meia antes do confronto, deixando a equipa técnica sem hipótese de articular novas estratégias de actuação.

A jogar sob protesto, tal como da outra vez, o 1.° de Agosto deve alinhar com um onze alternativo que não difere muito deste: Toni Cabaça, Isaac, Jó, Macaia, Paizo, Buá, Herenilson, Edmilson, Mongo, Moya e Zine.

Os golos da equipa angolana foram marcados por Moya, de grande penalidade, e Zine

Para este segundo desafio, também a disputar-se em Dar es Salam por decisão do Comité de Competições da CAF, só mesmo um "milagre” pode proporcionar a reviravolta no resultado, ainda mais com cinco jogadores influentes alegadamente testados positivos à Covid -19.

A perder a eliminatória por números expressivos, o tetracampeão nacional terá de vencer, no mínimo, por quatro golos de diferença, num confronto inicialmente previsto par quarta-feira, mas remarcado para hoje pelo órgão reitor do futebol africano.

Esta tarefa não se afigura fácil fundamentalmente por ver-se privado dos seus principais activos, designadamente, o guarda-redes Neblú, os centrais Bobó e Boni, o médio Mário e o avançado Mabululu.

Sob o comando do adjunto burquinabe Narcisse Yameogo, na ausência do português Paulo Duarte, em quarentena domiciliar (esteve retido em Portugal), a equipa angolana espera não ser novamente surpreendida com situações extra - jogo por parte da congénere tanzaniana.

No desafio anterior, os alegados casos de Covid -19, não reconhecidos pelo responsável clínico do clube "militar”, o cubano Virgílio Paez, foram anunciados verbalmente uma hora e meia antes do confronto, deixando a equipa técnica sem hipótese de articular novas estratégias de actuação.

A jogar sob protesto, tal como da outra vez, o 1.° de Agosto deve alinhar com um onze alternativo que não difere muito deste: Toni Cabaça, Isaac, Jó, Macaia, Paizo, Buá, Herenilson, Edmilson, Mongo, Moya e Zine.

Os golos da equipa angolana foram marcados por Moya, de grande penalidade, e Zine