Afrobasket´2021: Angola acusa pressão e continua em “Jejum”

  • Angola perde com Rwanda
Rwanda (Do enviado especial) - A selecção nacional acusou pressão e voltou a perder no Campeonato Africano de basquetebol que decorre em Kigali, desta diante da anfitriã Rwanda, por 68-71, em jogo da segunda jornada do grupo A.

Após já ter baqueado na estreia com Cabo-Verde (71-77), hoje, diante dos donos da casa, Angola devia demonstrar postura defensiva e ofensiva diferente por formas a evitar uma segunda surpresa neste Afrobasket´2021.

Mas, perante a um adversário teoricamente inferir, voltou a evidenciar nervosismo e falta de confiança em momentos cruciais.

Com cinco inicial constituído por Childe Dundão, Hermenegildo Santos, Edson Ndoniema, Aboubakar Gakou e Jilson Bango, sem Mingas e Leonel Paulo, os angolanos permitiram empate a 20 pontos no primeiro período, mas ao intervalo venciam por 38-35.

No terceiro quarto, a evidenciar um jogo mais colectivo e eficaz no ataque, os hendecampeões silenciaram o pavilhão Arena de Kigali com um triunfo de 61-55, fazendo crer num desfecho positivo final.

Ao invés, repetiu-se a postura do confronto inaugural. Perda sucessiva de bolas e consequente vantagem para o oponente, que geriu a partida até lograr a vitória inesperada.

O gigante, com onze títulos sem igual, deixa outra vez sinais de fragilidade e ávidos de uma vitória sábado no encerramento da fase de grupos, diante da RDC.

 

 

 

 

Após já ter baqueado na estreia com Cabo-Verde (71-77), hoje, diante dos donos da casa, Angola devia demonstrar postura defensiva e ofensiva diferente por formas a evitar uma segunda surpresa neste Afrobasket´2021.

Mas, perante a um adversário teoricamente inferir, voltou a evidenciar nervosismo e falta de confiança em momentos cruciais.

Com cinco inicial constituído por Childe Dundão, Hermenegildo Santos, Edson Ndoniema, Aboubakar Gakou e Jilson Bango, sem Mingas e Leonel Paulo, os angolanos permitiram empate a 20 pontos no primeiro período, mas ao intervalo venciam por 38-35.

No terceiro quarto, a evidenciar um jogo mais colectivo e eficaz no ataque, os hendecampeões silenciaram o pavilhão Arena de Kigali com um triunfo de 61-55, fazendo crer num desfecho positivo final.

Ao invés, repetiu-se a postura do confronto inaugural. Perda sucessiva de bolas e consequente vantagem para o oponente, que geriu a partida até lograr a vitória inesperada.

O gigante, com onze títulos sem igual, deixa outra vez sinais de fragilidade e ávidos de uma vitória sábado no encerramento da fase de grupos, diante da RDC.