Afrotaças: 1.º de Agosto goleado na Tanzânia

  • Jogadores do 1.º de Agosto testam negativo à Covid-19
Luanda – O 1.º de Agosto perdeu neste domingo por expressivos 2-6 diante do Namungo FC da Tanzânia, em jogo referentes à última eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça da Confederação em futebol.

Disputado no estádio Chamazi, em Dar es Salam, o representante angolano sucumbiu ante ao jogo ofensivo do adversário, numa partida em que se apresentou sem cinco jogadores influentes, alegadamente por terem acusado positivo ao teste da Covid -19.

As entidades tanzanianas comunicaram algumas horas antes da partida da primeira mão a existência de seis casos, o guarda-redes Neblú, os centrais Bobó e Boni, o médio Mário, o avançado Mabululu e o coordenador da equipa, Untonesa Sampaio.

A jogar sob protesto, o 1.° de Agosto alinhou com o seguinte onze não habitual: Toni Cabaça, Isaac, Jó, Macaia, Paizo, Buá, Herenilson, Edmilson, Mongo, Moya e Zine.

Os golos da equipa angolana foram marcados por Moya, de grande penalidade, e Zine

Por força da decisão do Comité de Competições da CAF, após o cancelamento da partida da primeira mão, que devia disputar-se dia 14 último no estádio 11 de Novembro, em Luanda, os “militares” foram obrigados a jogar as duas partidas da eliminatória no reduto do Namungo FC. A segunda mão disputa-se na quinta-feira, no mesmo estádio.

Naquela ocasião, cinco jogadores da equipa tanzaniana acusaram positivo e de acordo com o regulamento sanitário desportivo vigente na altura em Angola (já foi alterado) qualquelquer caso de Covid - 19 detectado em uma delegação desportiva motivava o cancelamento imediato da actividade.

O actual regulamento sanitário, implementado por maior parte dos Governos africanos, estipula que em caso de infecção são isoladas as pessoas envolvidas, mas a actividade prossegue com os que acusaram negativo ao teste, com excepção aos países com casos confirmados da nova estirpe do coronavírus, como África do Sul, Portugal e Brasil. 

 

 

 

Disputado no estádio Chamazi, em Dar es Salam, o representante angolano sucumbiu ante ao jogo ofensivo do adversário, numa partida em que se apresentou sem cinco jogadores influentes, alegadamente por terem acusado positivo ao teste da Covid -19.

As entidades tanzanianas comunicaram algumas horas antes da partida da primeira mão a existência de seis casos, o guarda-redes Neblú, os centrais Bobó e Boni, o médio Mário, o avançado Mabululu e o coordenador da equipa, Untonesa Sampaio.

A jogar sob protesto, o 1.° de Agosto alinhou com o seguinte onze não habitual: Toni Cabaça, Isaac, Jó, Macaia, Paizo, Buá, Herenilson, Edmilson, Mongo, Moya e Zine.

Os golos da equipa angolana foram marcados por Moya, de grande penalidade, e Zine

Por força da decisão do Comité de Competições da CAF, após o cancelamento da partida da primeira mão, que devia disputar-se dia 14 último no estádio 11 de Novembro, em Luanda, os “militares” foram obrigados a jogar as duas partidas da eliminatória no reduto do Namungo FC. A segunda mão disputa-se na quinta-feira, no mesmo estádio.

Naquela ocasião, cinco jogadores da equipa tanzaniana acusaram positivo e de acordo com o regulamento sanitário desportivo vigente na altura em Angola (já foi alterado) qualquelquer caso de Covid - 19 detectado em uma delegação desportiva motivava o cancelamento imediato da actividade.

O actual regulamento sanitário, implementado por maior parte dos Governos africanos, estipula que em caso de infecção são isoladas as pessoas envolvidas, mas a actividade prossegue com os que acusaram negativo ao teste, com excepção aos países com casos confirmados da nova estirpe do coronavírus, como África do Sul, Portugal e Brasil.