Angola marca 5ª presença no mundial masculino

  • Seleccionador nacional sénior masculino de andebol, José Pereira “ Kido“
Luanda – A selecção nacional senior masculina de andebol inicia sexta-feira (dia 15), no Egipto, a quinta participação num mundial da categoria, com jogo diante do Qatar, sem presença de público, devido à Covid-19.

Depois de uma preparação limitada, sem qualquer jogo de controlo, o conjunto angolano, tecnicamente orientado por José Pereira “Kidó”, faz-se presente nesta 27ª edição da prova, sem grandes ambições, embora tenha em vista a melhoria da classificação anterior (23ª e penúltima posição).

A presente edição, que se disputa de 13 a 31 do corrente mês, conta com a participação de 32 selecções, pelo que se torna pouco perceptível o objectivo do “sete” nacional.

Entretanto, Angola estreou-se nestas lides em 2005, coincidentemente num mundial realizado em África (Tunísia), no qual obteve o 20º lugar, por sinal sua melhor classificação, num campeonato ganho pela Espanha.

Dois anos depois, o país ocupou o 21ª posto na prova da Alemanha, em 2007, conquistada justamente pelos anfitriões, e observou um interregno de dez anos, até que, em 2017, marcou presença na copa de França, quedando-se na 24ª e última posição, naquela que continua a ser a pior campanha. Os franceses ganhara a prova.

Em 2019, o combinado angolano não foi além do penúltimo lugar, igualmente engtre 24 concorrentes, no campeonato co-organizado pela Alemanha e a Dinamarca, com esta última a sagrar-se vencedora.

Na presente competição, Angola integra o Grupo C, onde além do Qatar, vai disputar a passagem à segunda etapa com a Croácia, no dia 17, e com o Japão, a 19 do corrente mês, no Pavilhão Borg El Arab.

O campeonato inicia esta tarde (17 horas), com o desafio Egipto-Chile, no Hall Sport do Cairo.

A Dinamarca é a detentora do troféu.

Depois de uma preparação limitada, sem qualquer jogo de controlo, o conjunto angolano, tecnicamente orientado por José Pereira “Kidó”, faz-se presente nesta 27ª edição da prova, sem grandes ambições, embora tenha em vista a melhoria da classificação anterior (23ª e penúltima posição).

A presente edição, que se disputa de 13 a 31 do corrente mês, conta com a participação de 32 selecções, pelo que se torna pouco perceptível o objectivo do “sete” nacional.

Entretanto, Angola estreou-se nestas lides em 2005, coincidentemente num mundial realizado em África (Tunísia), no qual obteve o 20º lugar, por sinal sua melhor classificação, num campeonato ganho pela Espanha.

Dois anos depois, o país ocupou o 21ª posto na prova da Alemanha, em 2007, conquistada justamente pelos anfitriões, e observou um interregno de dez anos, até que, em 2017, marcou presença na copa de França, quedando-se na 24ª e última posição, naquela que continua a ser a pior campanha. Os franceses ganhara a prova.

Em 2019, o combinado angolano não foi além do penúltimo lugar, igualmente engtre 24 concorrentes, no campeonato co-organizado pela Alemanha e a Dinamarca, com esta última a sagrar-se vencedora.

Na presente competição, Angola integra o Grupo C, onde além do Qatar, vai disputar a passagem à segunda etapa com a Croácia, no dia 17, e com o Japão, a 19 do corrente mês, no Pavilhão Borg El Arab.

O campeonato inicia esta tarde (17 horas), com o desafio Egipto-Chile, no Hall Sport do Cairo.

A Dinamarca é a detentora do troféu.