“Mundial africano” arranca com 32 concorrentes

  • Selecção angolana de andebol em estágio na Huíla
Luanda - Pela primeira vez na história da competição, 32 selecções, entre as quais a de Angola, disputam, a partir desta quarta-feira no Egipto, um mundial de andebol em sénior masculino, mais oito participantes em relação as últimas cinco edições.

Quis o destino que o considerável aumento se efectivasse em solo africano, mais concretamente no norte do continente, região que alberga pela terceira vez uma prova do género, sendo esta a segunda no território egípcio, depois de 1999, e a outra na Tunísia, em 2005.

Iniciada no longínquo ano de 1938, na Alemanha, com a consagração da selecção anfitriã entre quatro concorrentes (menor cifra), a prova viu alternar o número de participantes ao longo do tempo entre 6, 12, 16, 17, 24 e 25, tendo voltado a ser fixada em 24 pela última vez na 22ª edição, em 2011, realizada na Suécia.

A inovação possibilitou a presença de sete representantes africanos, incluindo o organizador, número bastante favorável se comparado aos três do mundial anterior, em 2019.

Angola, Argélia, Cabo Verde, Marrocos, República Democrática do Congo, Tunísia e o anfitrião Egipto são os países presentes na 27ª edição, a iniciar no final da tarde (17 horas), cujo troféu está em posse da Dinamarca.

No único jogo do dia, os donos da “casa” defrontam a selecção do Chile, no Hall Sport do Cairo, na capital do país, pavilhão com capacidade para 17 mil espectadores.

A ronda inaugural completa-se quinta-feira (14) com sete partidas, entre as quais o duelo africano Argélia-Marrocos, às 17:00, pontuável para o grupo F, que terá duas horas e meia mais tarde o Portugal-Islândia.

A selecção angolana entra cena somente sexta-feira (dia 15) diante do Qatar, no pavilhão Borg El Arab, em jogo da série C, e para complemento do grupo defrontam-se,  às 19:30, Croácia e Japão.

Oito grupos de quatro equipas cada disputam o mundial, até o dia 31 deste mês, devendo passar à fase seguinte os três primeiros de cada série, enquanto os últimos disputarão as classificativas do 25º ao 32º lugares.

O primeiro mundial da categoria realizou-se em 1938, na Alemanha, e foi ganho pela selecção anfitriã, e a França, com seis provas ganhas, é o país com maior número de títulos.

 

 

 

Quis o destino que o considerável aumento se efectivasse em solo africano, mais concretamente no norte do continente, região que alberga pela terceira vez uma prova do género, sendo esta a segunda no território egípcio, depois de 1999, e a outra na Tunísia, em 2005.

Iniciada no longínquo ano de 1938, na Alemanha, com a consagração da selecção anfitriã entre quatro concorrentes (menor cifra), a prova viu alternar o número de participantes ao longo do tempo entre 6, 12, 16, 17, 24 e 25, tendo voltado a ser fixada em 24 pela última vez na 22ª edição, em 2011, realizada na Suécia.

A inovação possibilitou a presença de sete representantes africanos, incluindo o organizador, número bastante favorável se comparado aos três do mundial anterior, em 2019.

Angola, Argélia, Cabo Verde, Marrocos, República Democrática do Congo, Tunísia e o anfitrião Egipto são os países presentes na 27ª edição, a iniciar no final da tarde (17 horas), cujo troféu está em posse da Dinamarca.

No único jogo do dia, os donos da “casa” defrontam a selecção do Chile, no Hall Sport do Cairo, na capital do país, pavilhão com capacidade para 17 mil espectadores.

A ronda inaugural completa-se quinta-feira (14) com sete partidas, entre as quais o duelo africano Argélia-Marrocos, às 17:00, pontuável para o grupo F, que terá duas horas e meia mais tarde o Portugal-Islândia.

A selecção angolana entra cena somente sexta-feira (dia 15) diante do Qatar, no pavilhão Borg El Arab, em jogo da série C, e para complemento do grupo defrontam-se,  às 19:30, Croácia e Japão.

Oito grupos de quatro equipas cada disputam o mundial, até o dia 31 deste mês, devendo passar à fase seguinte os três primeiros de cada série, enquanto os últimos disputarão as classificativas do 25º ao 32º lugares.

O primeiro mundial da categoria realizou-se em 1938, na Alemanha, e foi ganho pela selecção anfitriã, e a França, com seis provas ganhas, é o país com maior número de títulos.