Angola de samakaka na abertura dos Jogos Paralímpicos

  • Delegação angolana na cerimónia de abertura dos Jogos Paralímpicos
Luanda – Vestida com traje feito com samakaka (tecido típico da região sul), Angola foi a 10ª delegação a desfilar no Estádio Olímpico de Tóquio, Japão, na abertura dos Jogos Paralímpicos.

Coube ao fundista Manuel Jaime (deficiente motor) a primazia de carregar a bandeira da República ao longo da volta olímpica, reservada à cada delegação no recinto desportivo.

No total, o país está representado no evento por oito elementos, dos quais os atletas Manuel Jaime (deficiente motor), Juliana Moko  (deficiente visual total) e seu atleta guia, Abel Espírito Santo, José Manuel (seleccionador nacional), Constância Tomás (fisioterapeuta),Telma Silva (chefe de missão) e António da Luz (chefe da delegação).

O presidente do Comité Paralímpico Angolano, Leonel da Rocha Pinto, está presente, mas também na qualidade de presidente do Comité Paralímpico Africano e membro do Comité Executivo do órgão reitor do desporto adaptado no mundo.

Já foram porta bandeiras em eventos do género, os atletas Ângelo Londaca (classe T11, em Atlanta´1996), André Augusto  (T46, Sidney´2000), Estefânia Matias (T11, Atenas´2004), Evalina Alexandre (T12, Beijing´2008), José Sayovo (T11, Londres´2012) e Esperança Gicaso (T11, Rio`2016).

Este evento foi adiado de 2020 para 2021 devido à pandemia da Covid-19, sendo que não conta com a presença de público pela primeira vez no histórico da competição, para evitar novos surtos da doença.

Desfilarão até 5 de Setembro, neste jogos para desportistas deficientes, 4 400 atletas de 22 modalidades, em representação de 197 países.

Coube ao fundista Manuel Jaime (deficiente motor) a primazia de carregar a bandeira da República ao longo da volta olímpica, reservada à cada delegação no recinto desportivo.

No total, o país está representado no evento por oito elementos, dos quais os atletas Manuel Jaime (deficiente motor), Juliana Moko  (deficiente visual total) e seu atleta guia, Abel Espírito Santo, José Manuel (seleccionador nacional), Constância Tomás (fisioterapeuta),Telma Silva (chefe de missão) e António da Luz (chefe da delegação).

O presidente do Comité Paralímpico Angolano, Leonel da Rocha Pinto, está presente, mas também na qualidade de presidente do Comité Paralímpico Africano e membro do Comité Executivo do órgão reitor do desporto adaptado no mundo.

Já foram porta bandeiras em eventos do género, os atletas Ângelo Londaca (classe T11, em Atlanta´1996), André Augusto  (T46, Sidney´2000), Estefânia Matias (T11, Atenas´2004), Evalina Alexandre (T12, Beijing´2008), José Sayovo (T11, Londres´2012) e Esperança Gicaso (T11, Rio`2016).

Este evento foi adiado de 2020 para 2021 devido à pandemia da Covid-19, sendo que não conta com a presença de público pela primeira vez no histórico da competição, para evitar novos surtos da doença.

Desfilarão até 5 de Setembro, neste jogos para desportistas deficientes, 4 400 atletas de 22 modalidades, em representação de 197 países.