Angola e Moçambique centralizam segundo dia do Afrobasket

  • Selecção nacional procura melhoria da classificação anterior
Luanda – Angola e Moçambique centralizam as atenções do segundo dia do Campeonato Africano de Basquetebol sénior feminino (Afrobasket´2021), quando se defrontarem às 17 horas deste domingo, no pavilhão Arena de Yaoundé, Camarões, para a segunda jornada do grupo B.

Quarta e quinta classificadas da edição anterior, respectivamente, Moçambique e Angola disputam este 27º campeonato continental das nações sem, pelo menos, uma das pedras fundamentais.

Pela selecção nacional o destaque recai para a ausência da capitã Fineza Eusébio. A base do 1º de Agosto, figura que pauta o jogo do grupo nos últimos anos, acusou positivo ao teste da Covid-19, efectuado em véspera da viagem ao palco do evento.

Já pela congénere moçambicana realce para a poste Leia Dongue, que abdicou evocando motivos pessoais. Esta jogadora, que evoluiu durante anos em Angola, também seria um elemento fundamental de ajuda à equipa técnica, além das  qualidades que fazem dela letal na quadra.

A basquetebolista é a mais recente contratação do Kutxabank Araski, clube da principal Liga de Espanha.

 Fora estas cogitações, trata-se de um confronto difícil de se prever o resultado. O histórico demonstra que quando se defrontam as atletas transfiguram-se independentemente de qualquer limitação no plantel, tal é a rivalidade desportiva.

Vencer constitui um imperativo para a colectividade do Índico. Sábado, na abertura do campeonato, foi derrotada pela Nigéria, por 50-67, no primeiro confronto do grupo B.

No mesmo dia, o Senegal bateu copiosamente a Guiné, por 100-31, o Mali derrotou a Tunísia, por expressivos 101-39, enquanto Camarões venceu o Quénia, por números mais modestos (74-50).

Hoje, na competição, que decorre no pavilhão Arena de Yaoundé, medem ainda forças a partir das 11 horas, a mesma em Angola, Guiné-Egipto, para o grupo C.

Tunísia-Côte d´Ivoire, para o grupo D (14h),  e Quénia-Cabo Verde, grupo A (20h), fecham os desafios do dia.

 

Quarta e quinta classificadas da edição anterior, respectivamente, Moçambique e Angola disputam este 27º campeonato continental das nações sem, pelo menos, uma das pedras fundamentais.

Pela selecção nacional o destaque recai para a ausência da capitã Fineza Eusébio. A base do 1º de Agosto, figura que pauta o jogo do grupo nos últimos anos, acusou positivo ao teste da Covid-19, efectuado em véspera da viagem ao palco do evento.

Já pela congénere moçambicana realce para a poste Leia Dongue, que abdicou evocando motivos pessoais. Esta jogadora, que evoluiu durante anos em Angola, também seria um elemento fundamental de ajuda à equipa técnica, além das  qualidades que fazem dela letal na quadra.

A basquetebolista é a mais recente contratação do Kutxabank Araski, clube da principal Liga de Espanha.

 Fora estas cogitações, trata-se de um confronto difícil de se prever o resultado. O histórico demonstra que quando se defrontam as atletas transfiguram-se independentemente de qualquer limitação no plantel, tal é a rivalidade desportiva.

Vencer constitui um imperativo para a colectividade do Índico. Sábado, na abertura do campeonato, foi derrotada pela Nigéria, por 50-67, no primeiro confronto do grupo B.

No mesmo dia, o Senegal bateu copiosamente a Guiné, por 100-31, o Mali derrotou a Tunísia, por expressivos 101-39, enquanto Camarões venceu o Quénia, por números mais modestos (74-50).

Hoje, na competição, que decorre no pavilhão Arena de Yaoundé, medem ainda forças a partir das 11 horas, a mesma em Angola, Guiné-Egipto, para o grupo C.

Tunísia-Côte d´Ivoire, para o grupo D (14h),  e Quénia-Cabo Verde, grupo A (20h), fecham os desafios do dia.