Angola joga Afrobasket diminuída na “luta” de tabelas

  • Angola inicia Afrobasket este domingo
Luanda – Diminuída de atletas com características para “lutar” debaixo das tabelas, a selecção nacional sénior feminina de basquetebol inicia domingo o 27º Campeonato Africano das Nações “Afrobasket2021, que decorre até ao próximo dia 26, em Yaoundé (Camarões).

Esta fragilidade do combinado angolano foi por diversas vezes referida à imprensa pelo seleccionador, Walter Costa, como sendo o sector de maior preocupação do plantel que defronta Moçambique na estreia (17 horas).

Tendo como jogadoras mais altas, as postes Angelina Golome, do Interclube (1,93 cm) e Cristina Matequite, do 1º de Agosto (1,91 cm), o técnico conta com a resiliência da equipa no geral para contrapor as adversárias do grupo B, cujas médias de altura ultrapassam a de Angola.

A ausência da experiente base Fineza Eusébio, do 1º de Agosto, devido ao teste positivo da Covid-19, em véspera do embarque para o palco da competição, fragilizou ainda mais o colectivo, numa posição em que era (sempre foi) fundamental.

Com a situação da capitã, a equipa técnica contará com Italee Lucas como jogadora principal para conduzir e dosear o jogo de Angola, mas que no entanto, também não está ainda no seu melhor momento de forma e o motivo pode ser o facto de ter integrado tarde aos trabalhos de preparação.

Baixinhas e pouco corpulentas, se comparadas as adversárias, Angola terá de fazer recurso ao seu jogo tradicional descaracterizado nos últimos anos, ou seja, defender muito bem e ser eficaz no ataque com lançamentos de curta e longas distâncias. O jogo exterior tem de funcionar.

Neste último ponto (lançamento exterior), já não existem no país lançadoras exímias como em outros tempos, sendo que a única integrante do grupo que fazia bem este papel exerce agora a função de chefe da delegação. A então capitã Nacissela Maurício foi das principais responsáveis pelos dois ceptros africanos. 

A selecção nacional vai “lutar” para melhorar o quinto posto anterior, um objectivo modesto a ter em conta que se trata da bicampeã continental, feitos obtidos em 2011, no Mali,  e 2013, em Moçambique.

Vencer o evento é uma ambição fora de cogitação tendo em conta o grau de evolução das concorrentes candidatas ao título, Nigéria (campeã da edição transacta), Senegal (vice-campeã), Mali (3ª colocada) e Moçambique (4ª).

Angola foi a 5ª classificada do campeonato anterior, decorrido em 2019 em Dakar (Senegal).

Em 26 edições, o Senegal lidera o ranking africano com 11 títulos, seguido da Nigéria com quatro e da República Democrática do Congo (RDC) com três.

Com duas conquistas está, além de Angola, o Egipto. Madagáscar e Mali venceram a prova em uma ocasião.

A selecção nacional é constituída pelas jogadoras (bases) - Italee Lucas, Regina Pequena e Edvânia Pascoal, (extremos) - Rosimira Daniel, Rosa Gala, Clarisse Mpaka e Ana Gonçalves, (extremos postes) - Avelina Peso, Nadir Manuel, Whitney Miguel e as (postes) Cristina Matiquite e Angelina Golombe.

Composição dos quatro grupos concorrentes na fase inicial:

Grupo A: Camarões, Cabo Verde e Quénia
Grupo B. Angola, Moçambique e Nigéria
Grupo C: Senegal, Guiné e Egipto
Grupo D: Mali, Tunísia e Côte d’Ivoire

Esta fragilidade do combinado angolano foi por diversas vezes referida à imprensa pelo seleccionador, Walter Costa, como sendo o sector de maior preocupação do plantel que defronta Moçambique na estreia (17 horas).

Tendo como jogadoras mais altas, as postes Angelina Golome, do Interclube (1,93 cm) e Cristina Matequite, do 1º de Agosto (1,91 cm), o técnico conta com a resiliência da equipa no geral para contrapor as adversárias do grupo B, cujas médias de altura ultrapassam a de Angola.

A ausência da experiente base Fineza Eusébio, do 1º de Agosto, devido ao teste positivo da Covid-19, em véspera do embarque para o palco da competição, fragilizou ainda mais o colectivo, numa posição em que era (sempre foi) fundamental.

Com a situação da capitã, a equipa técnica contará com Italee Lucas como jogadora principal para conduzir e dosear o jogo de Angola, mas que no entanto, também não está ainda no seu melhor momento de forma e o motivo pode ser o facto de ter integrado tarde aos trabalhos de preparação.

Baixinhas e pouco corpulentas, se comparadas as adversárias, Angola terá de fazer recurso ao seu jogo tradicional descaracterizado nos últimos anos, ou seja, defender muito bem e ser eficaz no ataque com lançamentos de curta e longas distâncias. O jogo exterior tem de funcionar.

Neste último ponto (lançamento exterior), já não existem no país lançadoras exímias como em outros tempos, sendo que a única integrante do grupo que fazia bem este papel exerce agora a função de chefe da delegação. A então capitã Nacissela Maurício foi das principais responsáveis pelos dois ceptros africanos. 

A selecção nacional vai “lutar” para melhorar o quinto posto anterior, um objectivo modesto a ter em conta que se trata da bicampeã continental, feitos obtidos em 2011, no Mali,  e 2013, em Moçambique.

Vencer o evento é uma ambição fora de cogitação tendo em conta o grau de evolução das concorrentes candidatas ao título, Nigéria (campeã da edição transacta), Senegal (vice-campeã), Mali (3ª colocada) e Moçambique (4ª).

Angola foi a 5ª classificada do campeonato anterior, decorrido em 2019 em Dakar (Senegal).

Em 26 edições, o Senegal lidera o ranking africano com 11 títulos, seguido da Nigéria com quatro e da República Democrática do Congo (RDC) com três.

Com duas conquistas está, além de Angola, o Egipto. Madagáscar e Mali venceram a prova em uma ocasião.

A selecção nacional é constituída pelas jogadoras (bases) - Italee Lucas, Regina Pequena e Edvânia Pascoal, (extremos) - Rosimira Daniel, Rosa Gala, Clarisse Mpaka e Ana Gonçalves, (extremos postes) - Avelina Peso, Nadir Manuel, Whitney Miguel e as (postes) Cristina Matiquite e Angelina Golombe.

Composição dos quatro grupos concorrentes na fase inicial:

Grupo A: Camarões, Cabo Verde e Quénia
Grupo B. Angola, Moçambique e Nigéria
Grupo C: Senegal, Guiné e Egipto
Grupo D: Mali, Tunísia e Côte d’Ivoire