Angola precisa de melhoria mental e física

  • Ex-internacional Marcelina Kiala (Arquivo)
Luanda - A antiga andebolista Marcelina Kiala sugeriu a capacitação mental e física das atletas da selecção nacional feminina de andebol, a fim de equilibrar os desafios nos Jogos Olímpicos.

Após derrota domingo diante de Monte Negro (22-33), perspectivou outro desafio difícil, esta terça-feira, com a Noruega, em jogo da 2ª jornada da série A, fase preliminar, em que a capacidade mental e física será preponderante face ao favoritísmo das oponentes. 

Para o embate, a partir das 11h30, no pavilhão al Yoyogi, a terceira melhor marcadora do mundial França`2017, com 72 golos, afirmou serem a norueguesas conhecidas das angolanas, sobretudo nos Jogos Olímpicos, onde o cruzamento entre si é frequente.

Lembrou as derrotas contra a oponente por 17- 31, em Pequim`2008, e 20-30, no Rio de Janeiro`2016.

Explicou que a Noruega joga no erro da adversária, postura que exigirá de Angola rapidez na recuperação da bola e muita inspiração das guarda-redes Teresa de Almeida “Bá”, Helena de Sousa e Paulina da Silva para tentar um resultado equilibrado.

Em relação ao jogo de estreia contra a congénere de Monte Negro, indicou que o grupo teve fadiga física prematura no início da segunda parte, causando sucessivos erros técnicos como percas de bolas, daí a derrota por dez pontos (22-33).

Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a selecção nacional, também liderada por Filipe Cruz, venceu esta adversária por 27-25.   

O "sete" nacional volta a jogar quinta-feira diante dos Países Baixos, sábado com o Japão e encerra a fase de grupos na segunda-feira contra a Coreia do Sul.

A Noruega é a líder da série com dois pontos, os mesmos que têm Monte Negro e Países Baixos na segunda e terceira posições, respectivamente. Seguem-se Angola, Japão e Coreia do Sul, sem pontuar.
 

Após derrota domingo diante de Monte Negro (22-33), perspectivou outro desafio difícil, esta terça-feira, com a Noruega, em jogo da 2ª jornada da série A, fase preliminar, em que a capacidade mental e física será preponderante face ao favoritísmo das oponentes. 

Para o embate, a partir das 11h30, no pavilhão al Yoyogi, a terceira melhor marcadora do mundial França`2017, com 72 golos, afirmou serem a norueguesas conhecidas das angolanas, sobretudo nos Jogos Olímpicos, onde o cruzamento entre si é frequente.

Lembrou as derrotas contra a oponente por 17- 31, em Pequim`2008, e 20-30, no Rio de Janeiro`2016.

Explicou que a Noruega joga no erro da adversária, postura que exigirá de Angola rapidez na recuperação da bola e muita inspiração das guarda-redes Teresa de Almeida “Bá”, Helena de Sousa e Paulina da Silva para tentar um resultado equilibrado.

Em relação ao jogo de estreia contra a congénere de Monte Negro, indicou que o grupo teve fadiga física prematura no início da segunda parte, causando sucessivos erros técnicos como percas de bolas, daí a derrota por dez pontos (22-33).

Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a selecção nacional, também liderada por Filipe Cruz, venceu esta adversária por 27-25.   

O "sete" nacional volta a jogar quinta-feira diante dos Países Baixos, sábado com o Japão e encerra a fase de grupos na segunda-feira contra a Coreia do Sul.

A Noruega é a líder da série com dois pontos, os mesmos que têm Monte Negro e Países Baixos na segunda e terceira posições, respectivamente. Seguem-se Angola, Japão e Coreia do Sul, sem pontuar.