Basquetebol: Tricolores elevam para 8 troféus da Supertaça na galeria

  • Partida de basquetebol entre a formação do Petro De Luanda e o 1º de Agosto(arquivo)
Luanda - Ao conquistar a edição 2020/21 da Supertaça em basquetebol, o Petro de Luanda aumentou para oito o número de troféus desta competição na sua galeria, encurtando para cinco a diferença em relação ao “arqui-rival”, 1º de Agosto.

Os “petrolíferos” venceram as primeiras quatro edições da prova (1993, 1994, 1995 e 1996), tendo conhecido um longo interregno até voltarem a levantar o “caneco” em 2006, altura em que a competição passou a denominar-se Wlademiro Romero, em homenagem ao seu antigo técnico, e da selecção nacional, falecido em 1999.

Seguiram-se as conquistas de 2014, 2019 e agora a revalidação em 2021. Em 2020, não houve Supertaça em virtude de a época ter sido cancelada devido a pandemia da Covid-19.

Mas o Ranking é totalmente dominado pelo D’Agosto, pois soma seis títulos consecutivos entre os 13 que acumula (2000, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2005). Outras supertaças foram à galeria dos “rubro-negro”, nos anos de 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, 2013 e 2018.

Na sua oitava consagração, este Sábado, a formação do “Eixo-viário” derrotou a do “Rio-seco”, por escasso ponto de diferença (76-75), no pavilhão do Kilamba, numa partida equilibrada em que sobressaiu, entre outros, Olímpio Cipriano (14 pontos).

A determinação do extremo petrolífero, no último quarto, “ofuscou” os 18 pontos do base contrário, Gildo Santos, bem como os 16 do companheiro Carlos Morais.

Cipriano revelou-se, sobretudo, ao converter oito pontos seguidos, resultantes de dois triplos e igual número de lances livres, no momento em que o placar registava igualdade a 66 pontos, o que levou o Petro a distanciar-se no marcador e gerir a vantagem até ao fim.

A um minuto e nove décimos para terminar o jogo, Gildo ainda “deu-se ao luxo” de falhar um lance livre, que daria o empate a 76 pontos e forçaria as equipas a jogarem mais cinco minutos de prolongamento.

No ranking da Supertaça Wlademiro Romero, figuram também as formações do Atlético Sport Aviação (ASA), com três troféus (1997, 1998 e 1999), Recreativo do Libolo, com igual número (2011, 2015 e 2016) e Interclube com um (2017).

Os “petrolíferos” venceram as primeiras quatro edições da prova (1993, 1994, 1995 e 1996), tendo conhecido um longo interregno até voltarem a levantar o “caneco” em 2006, altura em que a competição passou a denominar-se Wlademiro Romero, em homenagem ao seu antigo técnico, e da selecção nacional, falecido em 1999.

Seguiram-se as conquistas de 2014, 2019 e agora a revalidação em 2021. Em 2020, não houve Supertaça em virtude de a época ter sido cancelada devido a pandemia da Covid-19.

Mas o Ranking é totalmente dominado pelo D’Agosto, pois soma seis títulos consecutivos entre os 13 que acumula (2000, 2001, 2002, 2003, 2004 e 2005). Outras supertaças foram à galeria dos “rubro-negro”, nos anos de 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, 2013 e 2018.

Na sua oitava consagração, este Sábado, a formação do “Eixo-viário” derrotou a do “Rio-seco”, por escasso ponto de diferença (76-75), no pavilhão do Kilamba, numa partida equilibrada em que sobressaiu, entre outros, Olímpio Cipriano (14 pontos).

A determinação do extremo petrolífero, no último quarto, “ofuscou” os 18 pontos do base contrário, Gildo Santos, bem como os 16 do companheiro Carlos Morais.

Cipriano revelou-se, sobretudo, ao converter oito pontos seguidos, resultantes de dois triplos e igual número de lances livres, no momento em que o placar registava igualdade a 66 pontos, o que levou o Petro a distanciar-se no marcador e gerir a vantagem até ao fim.

A um minuto e nove décimos para terminar o jogo, Gildo ainda “deu-se ao luxo” de falhar um lance livre, que daria o empate a 76 pontos e forçaria as equipas a jogarem mais cinco minutos de prolongamento.

No ranking da Supertaça Wlademiro Romero, figuram também as formações do Atlético Sport Aviação (ASA), com três troféus (1997, 1998 e 1999), Recreativo do Libolo, com igual número (2011, 2015 e 2016) e Interclube com um (2017).