CAF julga improcedente protesto do 1.º de Agosto

  • Equipa principal de futebol do 1.º de Agosto
Luanda – O 1.º de Agosto viu o seu protesto julgado improcedente pela Confederação Africana de Futebol (CAF) na sequência dos casos positivos de Covid -19 verificados no seio da equipa nos dois jogos contra o Namungo FC da Tanzânia, em Dar es Salaam, para a última eliminatória de acesso à fase de grupos da Taça da Confederação.

Nos deafios decorridos na Tanzânia por orientação do Comité de Competições da CAF, por não realização em Fevereiro do confronto em Luanda devido a cinco casos de Covid -19 no adversário, no mesmo mês a equipa angolana alinhou sobre protesto na derrota de 2-6 e na vitória de 3-2, tendo sido eliminada.

Na primeira mão, as autoridades sanitárias locais comunicaram ao 1.º de Agosto a existência de cinco atletas testados positivos hora e meia antes do desafio e na segunda mais dois casos foram detectados, quando outras análises efectuadas em laboratório independente revelaram-se negativas, de acordo com o responsável clínico do clube, Virgílio Paez.  

Estes dados sustentaram o relatório enviado ao órgão reitor da modalidade em África solicitando anulação dos resultados, documento julgado improcedente, segundo um comunicado divulgado no site da equipa angolana.

"Lamentavelmente, confirmaram-se os nossos piores receios. Contrariando todas as expectativas, prevaleceu a falta de ética e de rigor profissional das entidades tanzanianas responsáveis pelo processo de testagem para a Covid -19 aos membros da nossa comitiva”, lê-se na nota.
 
O 1.º de Agosto pondera recorrer a outras instâncias do futebol africano e mundial, certo da razão que lhe assiste e em defesa da verdade desportiva e da transparência a nível das competições continentais.

Não é a primeira vez que esta colectividade vê um protesto negado por parte da CAF. Por exemplo, em Outubro de 2018 foi afastado nas meias-finais da Liga de Clubes Campeões de África pelo Esperance de Túnis, numa partida em que a formação angolana considera ter havido comportamento parcial por parte da arbitragem.

Após triunfo nos pais de 1-0, no jogo de resposta em Túnis os "rubro - negros" perderam por 2-4, mas o árbitro zambiano Janny Sikazwe anulou, aos 78 minutos, um golo do defesa central Bobó que qualificaria o representante nacional à final.

Invasão de adeptos ao recinto de jogo, lançamento de objectos no relvado e gás lacrimogêneo sustentaram o protesto na altura apresentado à CAF, no entanto também julgado improcedente.

 

Nos deafios decorridos na Tanzânia por orientação do Comité de Competições da CAF, por não realização em Fevereiro do confronto em Luanda devido a cinco casos de Covid -19 no adversário, no mesmo mês a equipa angolana alinhou sobre protesto na derrota de 2-6 e na vitória de 3-2, tendo sido eliminada.

Na primeira mão, as autoridades sanitárias locais comunicaram ao 1.º de Agosto a existência de cinco atletas testados positivos hora e meia antes do desafio e na segunda mais dois casos foram detectados, quando outras análises efectuadas em laboratório independente revelaram-se negativas, de acordo com o responsável clínico do clube, Virgílio Paez.  

Estes dados sustentaram o relatório enviado ao órgão reitor da modalidade em África solicitando anulação dos resultados, documento julgado improcedente, segundo um comunicado divulgado no site da equipa angolana.

"Lamentavelmente, confirmaram-se os nossos piores receios. Contrariando todas as expectativas, prevaleceu a falta de ética e de rigor profissional das entidades tanzanianas responsáveis pelo processo de testagem para a Covid -19 aos membros da nossa comitiva”, lê-se na nota.
 
O 1.º de Agosto pondera recorrer a outras instâncias do futebol africano e mundial, certo da razão que lhe assiste e em defesa da verdade desportiva e da transparência a nível das competições continentais.

Não é a primeira vez que esta colectividade vê um protesto negado por parte da CAF. Por exemplo, em Outubro de 2018 foi afastado nas meias-finais da Liga de Clubes Campeões de África pelo Esperance de Túnis, numa partida em que a formação angolana considera ter havido comportamento parcial por parte da arbitragem.

Após triunfo nos pais de 1-0, no jogo de resposta em Túnis os "rubro - negros" perderam por 2-4, mas o árbitro zambiano Janny Sikazwe anulou, aos 78 minutos, um golo do defesa central Bobó que qualificaria o representante nacional à final.

Invasão de adeptos ao recinto de jogo, lançamento de objectos no relvado e gás lacrimogêneo sustentaram o protesto na altura apresentado à CAF, no entanto também julgado improcedente.