CAN2022: Palancas Negras procuram "milagre" em dois jogos

  • Jogadores da Selecção Nacional recebem advertência do árbitro da partida
Luanda - A precisar de um "milagre", a selecção angolana de futebol defronta quinta-feira a Gâmbia, no terreno desta, em partida referente à 5ª jornada do grupo D de qualificação ao Campeonato Africano das Nações "CAN2022", a ter lugar nos Camarões.

Longe do apuramento, a situação dos Palancas Negras é tão difícil, que, praticamente, só um "milagre" os colocará na fase final da maior competição do continente a nível de selecções.

Em quatro jornadas, Angola ocupa a última posição com um ponto, na série co-liderada pela Gâmbia e o Gabão com sete pontos, ao passo que a República Democrática do Congo (RDC) está no terceiro lugar com seis.

O conjunto nacional tem de ganhar as duas partidas que faltam por mais de dois golos, de preferência sem sofrer algum, e aguardar por desaires das congéneres da Gâmbia e do Gabão, em ambas as jornadas, frente a RD Congo, mas, ainda assim, ficará pendente do que os concorrentes "produzirão" em termos de golos.

A efectivar-se tal conjuntura, apura-se na primeira posição do grupo a RDC, que somará 12 pontos, enquanto Angola, Gâmbia e Gabão terão sete cada e entrariam na "briga" do "goal-averal" para definir o segundo classificado.

O coeficiente de golos (marcados e sofridos) nesta altura é penoso para os Palancas Negras, sendo que converteram dois e consentiram seis. Tem registo de quatro tentos negativos.

As derrotas por 1-3, em Luanda, diante da Gâmbia, por 1-2, em Libreville, frente ao Gabão, e 0-1, em Luanda, ante a RD Congo, assim como o empate nulo com este último, em Kinshasa, pouco ajudam e obrigam o seleccionador Pedro Gonçalves e comandados a muitos cálculos, esforço e desejos.

Os gambianos estão melhores neste quesito (8 marcados e 6 sofridos), seguidos dos gaboneses (5/4) e congoleses com três marcados e dois sofridos, pelo que muito interessa ao conjunto angolano que a RDC vença os desafios diante da Gâmbia e Gabão, sem que estes venham a concretizar qualquer golo.

Será o quarto desafio entre Angola e Gâmbia no espaço de dois anos, após as vitórias da selecção nacional em Setembro de 2019, por 2-1 e 1-0, no apuramento para o mundial do próximo ano, no Qatar, e derrota na primeira volta desta qualificação para o CAN2022, nos Camarões.

O segundo desafio, que se espera "milagroso", está marcado para o próximo dia 29, no Estádio 11 de Novembro, em Luanda, frente ao Gabão.

Para esta empreitada, o técnico apostou, em última instância, nos "girabolistas" Picas, do Petro de Luanda, Melone Dala (1º de Agosto), avançados, e o defesa petrolífero Pedro, visto que boa parte dos 30 atletas inicialmente seleccionados, que actua no exterior do país, não pode se fazer presente por conta das restrições inerentes à pandemia da covid-19.

Eis os convocados:

Garda-redes: António Dominique (Petro de Luanda), Hugo Marques (Farense/Portugal) e Teodoro Tchissingui Gent/Bélgica),

Defesas: Matwila (Petro de Luanda), Kialonga Gaspar (Sagrada Esperança), Payzo (1º de Agosto), Jonathan Buatu (Sint-Truiden/Bélgica), Mukoni Lourenço (Club Brugge/Bélgica), Diogenes (Petro) e Anderson Lucoqui (Arminia Bielefeld/Alemanha) e Pedro (Petro de Luanda)

Médios: Fredy (Antalyaspor/Turquia), Giovani Bamba (Stade Lausane/Suíça), Herinilson (1º de Agosto), Show (Boavista/Portugal), Mário Balbúrdia (1º de Agosto) e Valdemiro Lameira (National Bank/Egipto)

Avançados: Benarfa (FC Bravos do Maquis), Ary Papel (Ismaily/Egipto), M’Bala Nzola (Spezia/Itália), Vá (Pafas/Chipre), Picas (Petro de Luanda) e Melone Dala (1º de Agosto).

Longe do apuramento, a situação dos Palancas Negras é tão difícil, que, praticamente, só um "milagre" os colocará na fase final da maior competição do continente a nível de selecções.

Em quatro jornadas, Angola ocupa a última posição com um ponto, na série co-liderada pela Gâmbia e o Gabão com sete pontos, ao passo que a República Democrática do Congo (RDC) está no terceiro lugar com seis.

O conjunto nacional tem de ganhar as duas partidas que faltam por mais de dois golos, de preferência sem sofrer algum, e aguardar por desaires das congéneres da Gâmbia e do Gabão, em ambas as jornadas, frente a RD Congo, mas, ainda assim, ficará pendente do que os concorrentes "produzirão" em termos de golos.

A efectivar-se tal conjuntura, apura-se na primeira posição do grupo a RDC, que somará 12 pontos, enquanto Angola, Gâmbia e Gabão terão sete cada e entrariam na "briga" do "goal-averal" para definir o segundo classificado.

O coeficiente de golos (marcados e sofridos) nesta altura é penoso para os Palancas Negras, sendo que converteram dois e consentiram seis. Tem registo de quatro tentos negativos.

As derrotas por 1-3, em Luanda, diante da Gâmbia, por 1-2, em Libreville, frente ao Gabão, e 0-1, em Luanda, ante a RD Congo, assim como o empate nulo com este último, em Kinshasa, pouco ajudam e obrigam o seleccionador Pedro Gonçalves e comandados a muitos cálculos, esforço e desejos.

Os gambianos estão melhores neste quesito (8 marcados e 6 sofridos), seguidos dos gaboneses (5/4) e congoleses com três marcados e dois sofridos, pelo que muito interessa ao conjunto angolano que a RDC vença os desafios diante da Gâmbia e Gabão, sem que estes venham a concretizar qualquer golo.

Será o quarto desafio entre Angola e Gâmbia no espaço de dois anos, após as vitórias da selecção nacional em Setembro de 2019, por 2-1 e 1-0, no apuramento para o mundial do próximo ano, no Qatar, e derrota na primeira volta desta qualificação para o CAN2022, nos Camarões.

O segundo desafio, que se espera "milagroso", está marcado para o próximo dia 29, no Estádio 11 de Novembro, em Luanda, frente ao Gabão.

Para esta empreitada, o técnico apostou, em última instância, nos "girabolistas" Picas, do Petro de Luanda, Melone Dala (1º de Agosto), avançados, e o defesa petrolífero Pedro, visto que boa parte dos 30 atletas inicialmente seleccionados, que actua no exterior do país, não pode se fazer presente por conta das restrições inerentes à pandemia da covid-19.

Eis os convocados:

Garda-redes: António Dominique (Petro de Luanda), Hugo Marques (Farense/Portugal) e Teodoro Tchissingui Gent/Bélgica),

Defesas: Matwila (Petro de Luanda), Kialonga Gaspar (Sagrada Esperança), Payzo (1º de Agosto), Jonathan Buatu (Sint-Truiden/Bélgica), Mukoni Lourenço (Club Brugge/Bélgica), Diogenes (Petro) e Anderson Lucoqui (Arminia Bielefeld/Alemanha) e Pedro (Petro de Luanda)

Médios: Fredy (Antalyaspor/Turquia), Giovani Bamba (Stade Lausane/Suíça), Herinilson (1º de Agosto), Show (Boavista/Portugal), Mário Balbúrdia (1º de Agosto) e Valdemiro Lameira (National Bank/Egipto)

Avançados: Benarfa (FC Bravos do Maquis), Ary Papel (Ismaily/Egipto), M’Bala Nzola (Spezia/Itália), Vá (Pafas/Chipre), Picas (Petro de Luanda) e Melone Dala (1º de Agosto).