Candidato da lista A à presidência da AIDA quer diminuir assimetrias

Benguela - O candidato da lista A à presidência da Associação de Imprensa Desportiva Angolana (AIDA), Honorato Silva, prometeu hoje, quarta-feira, na cidade de Benguela, diminuir as assimetrias entre Luanda e as restantes redacções desportivas do país.

Honorato Silva, que apresentou o seu programa de acção para o quadriénio 2021/2025, disse que, caso vença o pleito, vai priorizar o crescimento e desenvolvimento profissional dos jornalistas desportivos, facilitar o acesso às fontes de informação e melhorar o acompanhamento das selecções e clubes, quer a nível do país como nas competições internacionais.

A criação de condições para que os jornalistas desportivos e colaboradores especializados espalhados pelo país se equiparem na capacidade de análise e interpretação do movimento desportivo, sem se fazer necessária a deslocação a Luanda, é uma das apostas.   

O candidato ao cadeirão da AIDA disse que a sua lista quer olhar o país como um todo, certos da importância e responsabilidade da actividade do jornalista para o desejado crescimento desportivo, na perspectiva do aumento da população praticante e assente no alargamento da base da pirâmide a partir das comunidades.

Segundo o Honorato Silva, o objectivo da AIDA é dimensionar a organização aos desafios dos novos tempos, face às mudanças registadas ao longo dos seus anos de existência. Organizar a AIDA com foco na união da classe em todo país, para que não se repita o marasmo que ditou a falta de renovação de mandatos, muito impulsionada pelo incumprimento das quotizações, também está entre as prioridades.

Durante a apresentação, apontou ainda a necessidade de formação de jornalistas, por ser importante para um melhor exercício da profissão, em que se é obrigado a saber de tudo um pouco.

Entretanto, durante um debate na Rádio Benguela, o candidato da lista B, Luís Caetano, reiterou que a AIDA esteve inactiva durante 24 anos, no que afirmou que a lista A quer continuar a perpetuar essa inactividade, porque apostam na continuidade.

Luís Caetano disse que não se identifica com associações que não têm ideias e valores únicos em discussão, por isso não aceita a mensagem de alguém que queira gerir desta forma.

Para o candidato da lista B, deveriam existir três a quatro listas para que as eleições fossem mais discutidas, com mais ideias, o que enalteceria no final o desempenho da actividade de todos.

Já o candidato da lista A, disse que a história não se apaga e é importante sinalizá-la, porque uma inverdade repetida várias vezes tem a tendência de convencer os incautos e torná-la verdade.

“Não é possível que a AIDA em 24 anos não tenha feito nada. A última grande acção foi realizada em 2010, por altura do CAN de Futebol, uma formação com a participação de formadores internacionais, suportada pela FIFA e realizada no Cefojor”, rebateu Honorato Silva.

A campanha eleitoral começou no dia 19 deste mês e termina a 01 de Abril. Dois dias depois (03) terá lugar o acto que vai eleger o novo presidente da AIDA.

As eleições na Associação de Imprensa Desportiva Angolana (AIDA) realizam-se 24 anos depois do primeiro pleito que elegeu Manuel Madureira, da Rádio Nacional de Angola, como presidente da instituição.

Criada em 1997 para convergir os jornalistas desportivos angolanos em torno de um mesmo objectivo, o órgão foi, no entanto, liderado pouco tempo depois por António Ferreira "aleluia" (Jornal de Angola), falecido em Junho de 2020.

Honorato Silva, que apresentou o seu programa de acção para o quadriénio 2021/2025, disse que, caso vença o pleito, vai priorizar o crescimento e desenvolvimento profissional dos jornalistas desportivos, facilitar o acesso às fontes de informação e melhorar o acompanhamento das selecções e clubes, quer a nível do país como nas competições internacionais.

A criação de condições para que os jornalistas desportivos e colaboradores especializados espalhados pelo país se equiparem na capacidade de análise e interpretação do movimento desportivo, sem se fazer necessária a deslocação a Luanda, é uma das apostas.   

O candidato ao cadeirão da AIDA disse que a sua lista quer olhar o país como um todo, certos da importância e responsabilidade da actividade do jornalista para o desejado crescimento desportivo, na perspectiva do aumento da população praticante e assente no alargamento da base da pirâmide a partir das comunidades.

Segundo o Honorato Silva, o objectivo da AIDA é dimensionar a organização aos desafios dos novos tempos, face às mudanças registadas ao longo dos seus anos de existência. Organizar a AIDA com foco na união da classe em todo país, para que não se repita o marasmo que ditou a falta de renovação de mandatos, muito impulsionada pelo incumprimento das quotizações, também está entre as prioridades.

Durante a apresentação, apontou ainda a necessidade de formação de jornalistas, por ser importante para um melhor exercício da profissão, em que se é obrigado a saber de tudo um pouco.

Entretanto, durante um debate na Rádio Benguela, o candidato da lista B, Luís Caetano, reiterou que a AIDA esteve inactiva durante 24 anos, no que afirmou que a lista A quer continuar a perpetuar essa inactividade, porque apostam na continuidade.

Luís Caetano disse que não se identifica com associações que não têm ideias e valores únicos em discussão, por isso não aceita a mensagem de alguém que queira gerir desta forma.

Para o candidato da lista B, deveriam existir três a quatro listas para que as eleições fossem mais discutidas, com mais ideias, o que enalteceria no final o desempenho da actividade de todos.

Já o candidato da lista A, disse que a história não se apaga e é importante sinalizá-la, porque uma inverdade repetida várias vezes tem a tendência de convencer os incautos e torná-la verdade.

“Não é possível que a AIDA em 24 anos não tenha feito nada. A última grande acção foi realizada em 2010, por altura do CAN de Futebol, uma formação com a participação de formadores internacionais, suportada pela FIFA e realizada no Cefojor”, rebateu Honorato Silva.

A campanha eleitoral começou no dia 19 deste mês e termina a 01 de Abril. Dois dias depois (03) terá lugar o acto que vai eleger o novo presidente da AIDA.

As eleições na Associação de Imprensa Desportiva Angolana (AIDA) realizam-se 24 anos depois do primeiro pleito que elegeu Manuel Madureira, da Rádio Nacional de Angola, como presidente da instituição.

Criada em 1997 para convergir os jornalistas desportivos angolanos em torno de um mesmo objectivo, o órgão foi, no entanto, liderado pouco tempo depois por António Ferreira "aleluia" (Jornal de Angola), falecido em Junho de 2020.