Candidatos à presidência da AIDA apresentam argumentos em debate

  • Candidato da lista A à presidência da AIDA, Honorato Silva
Luanda – Os dois candidatos às eleições na Associação de Imprensa Desportiva Angolana (AIDA) para o quadriénio 2021-2025, Honorato Silva (pela lista A) e Luís Caetano (B) esgrimiram hoje os seus argumentos para convencer o eleitorado, no primeiro e único debate entre ambos.

Num frente a frente radiofónico, decorrido na província de Benguela, os candidatos reapresentaram os respectivos  programas de acção na tentativa de convencer o eleitorado em vésperas das eleições, marcadas para sábado (dia 03 de Abril).

“Vamos trabalhar em prol de um jornalismo credível e actuante e procurar dar as mesmas oportunidades aos profissionais” disse Honorato Silva.

Por seu turno, Luís Caetano reiterou que pretende fazer da AIDA uma instituição de referência em todo o território nacional, além de acabar com a letargia exstente.

“Acabar com as assimetrias é uma das nossas metas se formos eleitos, assim como a contínua formação profissional dos nossos associados. Vamos arejar a nossa associação como forma de sermos respeitados” referiu.

A campanha começou no dia 19 de Março e termina a 01 de Abril, dois dias antes do acto eleitoral.

Na lista A, liderada por Honorato Silva, constam nomes como Arlindo Macedo, Tito Júnior, Manuel Quizembo e Ana Cristina, ao passo que Neto Júnior, Vaz Kinguri, Aguilar Virgílio e Nilson Cláudio fazem parte do elenco de Luís Caetano.

Honorato Silva, comissário da Comissão de Carteira e Ética, é quadro do Jornal de Angola há 27 anos, onde já foi editor–chefe, destacando-se em várias coberturas nacionais e internacionais.

Luís Caetano, quadro da Televisão Pública de Angola, foi durante muito anos rosto dos principais programas desportivos, tal como director de informação da estação. É actualmente responsável da TPA na província de Benguela.

As eleições na AIDA realizam-se 24 anos depois do primeiro pleito, que elegeu Manuel Madureira, da Rádio Nacional de Angola, como presidente da instituição.

Criada em 1997 para convergir os jornalistas desportivos angolanos em torno de um mesmo objectivo, o órgão foi, no entanto, liderado pouco tempo depois por António Ferreira "aleluia" (Jornal de Angola), falecido em Junho de 2020.

 

Num frente a frente radiofónico, decorrido na província de Benguela, os candidatos reapresentaram os respectivos  programas de acção na tentativa de convencer o eleitorado em vésperas das eleições, marcadas para sábado (dia 03 de Abril).

“Vamos trabalhar em prol de um jornalismo credível e actuante e procurar dar as mesmas oportunidades aos profissionais” disse Honorato Silva.

Por seu turno, Luís Caetano reiterou que pretende fazer da AIDA uma instituição de referência em todo o território nacional, além de acabar com a letargia exstente.

“Acabar com as assimetrias é uma das nossas metas se formos eleitos, assim como a contínua formação profissional dos nossos associados. Vamos arejar a nossa associação como forma de sermos respeitados” referiu.

A campanha começou no dia 19 de Março e termina a 01 de Abril, dois dias antes do acto eleitoral.

Na lista A, liderada por Honorato Silva, constam nomes como Arlindo Macedo, Tito Júnior, Manuel Quizembo e Ana Cristina, ao passo que Neto Júnior, Vaz Kinguri, Aguilar Virgílio e Nilson Cláudio fazem parte do elenco de Luís Caetano.

Honorato Silva, comissário da Comissão de Carteira e Ética, é quadro do Jornal de Angola há 27 anos, onde já foi editor–chefe, destacando-se em várias coberturas nacionais e internacionais.

Luís Caetano, quadro da Televisão Pública de Angola, foi durante muito anos rosto dos principais programas desportivos, tal como director de informação da estação. É actualmente responsável da TPA na província de Benguela.

As eleições na AIDA realizam-se 24 anos depois do primeiro pleito, que elegeu Manuel Madureira, da Rádio Nacional de Angola, como presidente da instituição.

Criada em 1997 para convergir os jornalistas desportivos angolanos em torno de um mesmo objectivo, o órgão foi, no entanto, liderado pouco tempo depois por António Ferreira "aleluia" (Jornal de Angola), falecido em Junho de 2020.