Clubes sugerem novo escrutínio na FAF

  • Huila: Pedro Francisco António, Presidente da Associação Provincial de Futebol junto aos escritórios da APF
Lubango - Dirigentes desportivos na Huíla defenderam nesta sexta-feira, no Lubango, a realização de uma nova eleição na Federação Angolana de Futebol (FAF) e a anulação das anteriores ganhas em Novembro de 2020 por Artur de Almeida e Silva, depois da decisão do tribunal de Luanda.

A instância da província de Luanda considerou, na quarta-feira, procedente a providência cautelar intentada pelo candidato Norberto de Castro, que reclamava o seu afastamento da lista de concorrentes à presidência da FAF, para o ciclo olímpico 2020-2024, pela Comissão Eleitoral.

Norberto de Castro recorreu à justiça para a suspensão do processo eleitoral ganho por Artur de Almeida e Silva, por considerar que as razões invocadas pela Comissão Eleitoral para a sua inelegibilidade estavam à margem da lei.

Sobre o assunto, em declarações à ANGOP, os dirigentes desportivos na Huíla defendem a realização das eleições no órgão reitor com os mesmos candidatos.

Por exemplo, o presidente do Sport Lubango e Benfica (SLB), Jacques da Conceição, deve ser marcada para já um novo escrutínio para a eleição de um líder que conduza os destinos da FAF, nos próximos quatro anos, sem sobressaltos.

Em seu entender, só dessa forma se vai ultrapassar os problemas que se verificam no órgão reitor do futebol nacional.

Já o director-administrativo do Clube Desportivo da Huíla (CDH), Ezequias Domingos, pede maior transparência no caso de novas eleições e sugere a constituição de uma Comissão Eleitoral que entenda, de facto, de leis.

A ANGOP tentou ouvir o presidente da Associação Provincial de Futebol (APF) na Huíla, Pepé António, mas este recusou-se a pronunciar-se sobre o assunto antes de uma reacção do Ministério da Juventude e Desportos.

Artur Almeida e Silva (lista - B) venceu o pleito eleitoral com 70 votos a favor, de um universo de 171 eleitores. Seguiram-se Nando Jordão (lista A, 59), António Gomes (C - 28) e José Macaia (D - 8).

 

A instância da província de Luanda considerou, na quarta-feira, procedente a providência cautelar intentada pelo candidato Norberto de Castro, que reclamava o seu afastamento da lista de concorrentes à presidência da FAF, para o ciclo olímpico 2020-2024, pela Comissão Eleitoral.

Norberto de Castro recorreu à justiça para a suspensão do processo eleitoral ganho por Artur de Almeida e Silva, por considerar que as razões invocadas pela Comissão Eleitoral para a sua inelegibilidade estavam à margem da lei.

Sobre o assunto, em declarações à ANGOP, os dirigentes desportivos na Huíla defendem a realização das eleições no órgão reitor com os mesmos candidatos.

Por exemplo, o presidente do Sport Lubango e Benfica (SLB), Jacques da Conceição, deve ser marcada para já um novo escrutínio para a eleição de um líder que conduza os destinos da FAF, nos próximos quatro anos, sem sobressaltos.

Em seu entender, só dessa forma se vai ultrapassar os problemas que se verificam no órgão reitor do futebol nacional.

Já o director-administrativo do Clube Desportivo da Huíla (CDH), Ezequias Domingos, pede maior transparência no caso de novas eleições e sugere a constituição de uma Comissão Eleitoral que entenda, de facto, de leis.

A ANGOP tentou ouvir o presidente da Associação Provincial de Futebol (APF) na Huíla, Pepé António, mas este recusou-se a pronunciar-se sobre o assunto antes de uma reacção do Ministério da Juventude e Desportos.

Artur Almeida e Silva (lista - B) venceu o pleito eleitoral com 70 votos a favor, de um universo de 171 eleitores. Seguiram-se Nando Jordão (lista A, 59), António Gomes (C - 28) e José Macaia (D - 8).