Comentarista defende debate sobre terciarização de infra-estruturas

  • Pormenor de um estádio de futebol
Luanda – O Ministério da Juventude e Desportos deve organizar urgentemente um encontro nacional com peritos e académicos para análise de políticas de terciarização das infra-estruturas construídas pelo Governo.

Reagindo nesta quinta-feira à ANGOP, a propósito do pronunciamento do Presidente da República, João Lourenço, sobre a terciarização e rentabilização dos imóveis desportivos, o comentarista Mário Rosa de Almeida sustentou que uma discussão entre peritos, dirigentes do sector e académicos ajudaria a incentivar a adesão dos agentes privados.

Em sua opinião, trata-se, no entanto, de um dossiê difícil de se decidir dada a actual situação económica-financeira que o país atravessa.

Sugeriu o estabelecimento de acordos público-privados, cedência de gestão dos imóveis às federações ou clubes com capacidade financeira que possibilite a conservação, gestão e rentabilização dos espaços em causa.

O actual vice-presidente do Comité Olímpico Angolano disse que a posição do líder da nação sobre a privatização, manifestada durante um encontro com líderes federativos, em Luanda, chega em boa hora perante a problemática das infra-estruturas construídas nos últimos anos no país.

 O andebolista com presenças nas selecções nacionais referiu que para responder à preocupação do Chefe do Executivo é necessário a elaboração de políticas de Governo de curto ou médio prazo.

Nos últimos anos foram construídos no país quatro estádios de futebol no âmbito da organização do CAN´2010, designadamente, o 11 de Novembro (Luanda), Ombaka (Benguela), Chiazi (Cabinda) e Tundavala (Huíla).

Foram igualmente erguidos os pavilhões Multiusos do Kilamba (Luanda) Welwitschia  Mirabilis (Namibe), Palanca Negra Gigante (Malanje) no quadro da organização do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, disputado em 2013.

 

Reagindo nesta quinta-feira à ANGOP, a propósito do pronunciamento do Presidente da República, João Lourenço, sobre a terciarização e rentabilização dos imóveis desportivos, o comentarista Mário Rosa de Almeida sustentou que uma discussão entre peritos, dirigentes do sector e académicos ajudaria a incentivar a adesão dos agentes privados.

Em sua opinião, trata-se, no entanto, de um dossiê difícil de se decidir dada a actual situação económica-financeira que o país atravessa.

Sugeriu o estabelecimento de acordos público-privados, cedência de gestão dos imóveis às federações ou clubes com capacidade financeira que possibilite a conservação, gestão e rentabilização dos espaços em causa.

O actual vice-presidente do Comité Olímpico Angolano disse que a posição do líder da nação sobre a privatização, manifestada durante um encontro com líderes federativos, em Luanda, chega em boa hora perante a problemática das infra-estruturas construídas nos últimos anos no país.

 O andebolista com presenças nas selecções nacionais referiu que para responder à preocupação do Chefe do Executivo é necessário a elaboração de políticas de Governo de curto ou médio prazo.

Nos últimos anos foram construídos no país quatro estádios de futebol no âmbito da organização do CAN´2010, designadamente, o 11 de Novembro (Luanda), Ombaka (Benguela), Chiazi (Cabinda) e Tundavala (Huíla).

Foram igualmente erguidos os pavilhões Multiusos do Kilamba (Luanda) Welwitschia  Mirabilis (Namibe), Palanca Negra Gigante (Malanje) no quadro da organização do Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, disputado em 2013.