Deputados querem recomeço das obras do estádio do Mambroa

  • Presidented o Sport Huambo E Benfica (Mambora),   Amilcar Amandio Kandimba
  • Escombrosdo Estadio do Sport Huambo e Benfica (Mambroa)
Huambo – Os deputados do círculo provincial do Huambo solicitam aos órgãos competentes, o recomeço das obras de construção do Estádio do Mambroa, paralisadas desde 2011, para dinamização da actividade desportiva, apurou hoje, a ANGOP.

Volvidos cerca de dez anos desde a demolição do histórico recinto, localizado no bairro das Cacilhas, arredores da cidade do Huambo, as obras de construção da nova infra-estrutura desportiva estão paradas no “tempo e espaço”, não obstante as constantes visitas de membros do Executivo.

Por este facto, os parlamentares visitaram o recinto e, em seguida, auscultaram a direcção do Sport Huambo e Benfica “Mambroa”, que diz desconhecer as causas que levaram à demolição do antigo estádio, com capacidade para albergar quatro mil adeptos.

Na ocasião, o deputado Armando Capunda, que encabeçou a delegação, defendeu a conjugação de sinergias entre os governos local e central, para se encontrar uma solução imediata, visando a conclusão da infra-estrutura o mais rápido possível.

Nesta conformidade, o parlamentar realçou a necessidade de definição, este ano, de uma cláusula extraordinária para alocar recursos financeiros para conclusão do estádio.

Armando Capunda admitiu que, antes da demolição do estádio, em 2011, o Sport Huambo e Benfica era, praticamente, uma estrutura completa, do ponto de vista de infra-estruturas.

Por sua vez, o presidente do Mambroa, Amílcar Kandimba, considerou a visita dos deputados uma “luz no fundo do túnel”.

“Trata-se de um estádio que orgulhou, por várias décadas, a direcção, os sócios e os adeptos da agremiação, ao ter acolhido, em 1991, duas partidas entre as selecções do Huambo e a de sub-20 de Portugal, então campeã do mundo, com jovens promessas como Brassard, Nélson, Capucho, Jorge Costa, Rui Bento, Paulo Torres, Peixe, Rui Costa, Luís Figo, João Pinto, Gil e Toni”, recorda emocionado.

Até ser demolido, o campo, um dos primeiros a ser erguido na era colonial em Angola, possuía a melhor relva do país e uma das melhores pistas de atletismo em terra batida.

Em 2011, por altura da sua demolição, as autoridades locais destruíram, igualmente, o estádio do Recreativo da Caála, mas as obras deste último tiveram outro destino.

A infra-estrutura da Caála foi entregue em 2013, estando agora com capacidade para 10 mil espectadores, que acompanham as partidas do Girabola com mais condições de segurança.

A par destes, no Huambo existia o recinto do Electro (ex-Sporting), erguido em 1932, que também aguarda por intervenção após ter sido demolido em 2015, pelas autoridades governamentais.  

Volvidos cerca de dez anos desde a demolição do histórico recinto, localizado no bairro das Cacilhas, arredores da cidade do Huambo, as obras de construção da nova infra-estrutura desportiva estão paradas no “tempo e espaço”, não obstante as constantes visitas de membros do Executivo.

Por este facto, os parlamentares visitaram o recinto e, em seguida, auscultaram a direcção do Sport Huambo e Benfica “Mambroa”, que diz desconhecer as causas que levaram à demolição do antigo estádio, com capacidade para albergar quatro mil adeptos.

Na ocasião, o deputado Armando Capunda, que encabeçou a delegação, defendeu a conjugação de sinergias entre os governos local e central, para se encontrar uma solução imediata, visando a conclusão da infra-estrutura o mais rápido possível.

Nesta conformidade, o parlamentar realçou a necessidade de definição, este ano, de uma cláusula extraordinária para alocar recursos financeiros para conclusão do estádio.

Armando Capunda admitiu que, antes da demolição do estádio, em 2011, o Sport Huambo e Benfica era, praticamente, uma estrutura completa, do ponto de vista de infra-estruturas.

Por sua vez, o presidente do Mambroa, Amílcar Kandimba, considerou a visita dos deputados uma “luz no fundo do túnel”.

“Trata-se de um estádio que orgulhou, por várias décadas, a direcção, os sócios e os adeptos da agremiação, ao ter acolhido, em 1991, duas partidas entre as selecções do Huambo e a de sub-20 de Portugal, então campeã do mundo, com jovens promessas como Brassard, Nélson, Capucho, Jorge Costa, Rui Bento, Paulo Torres, Peixe, Rui Costa, Luís Figo, João Pinto, Gil e Toni”, recorda emocionado.

Até ser demolido, o campo, um dos primeiros a ser erguido na era colonial em Angola, possuía a melhor relva do país e uma das melhores pistas de atletismo em terra batida.

Em 2011, por altura da sua demolição, as autoridades locais destruíram, igualmente, o estádio do Recreativo da Caála, mas as obras deste último tiveram outro destino.

A infra-estrutura da Caála foi entregue em 2013, estando agora com capacidade para 10 mil espectadores, que acompanham as partidas do Girabola com mais condições de segurança.

A par destes, no Huambo existia o recinto do Electro (ex-Sporting), erguido em 1932, que também aguarda por intervenção após ter sido demolido em 2015, pelas autoridades governamentais.