Desempenho em 2021 define nadadores para Jogos Olímpicos

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Luanda – A pontuação em provas internacionais de Janeiro a Junho último foi o critério usado para a escolha dos dois atletas, entre os quatro prés - seleccionados, que representarão o país nos Jogos Olímpicos, que iniciam dia 23 em Tóquio, reiterou hoje o presidente da Federação Angolana da modalidade (FAN).

De acordo com Joaquim Santos, que reagia à Angop, via Whatsapp, os comentários de insatisfação da preterida Lia Lima, trata-se de uma regra que consta da circular publicada no site da Federação Internacional de Natação (FINA)  dia 15 de Julho deste ano e pela FAN através da circular nº4/21.
 
Explicou que, apesar da pontuação superior da reclamante (706 pontos) relativamente a escolhida Catarina Sousa (663 pts) no período entre 2019 e 2020, a decisão federativa baseou-se nos resultados das provas de Janeiro a Junho último, onde Lia baixou na classificação FINA para 654 pts, contra 657 da seleccionada.
 
Acrescentou que o critério adoptado foi consensual após divulgado em Abril pelo que os pré-seleccionados, nomeadamente, Lia Lima, Catarina Sousa, Salvador Gordo e Daniel Francisco esmeraram-se para garantir o lugar na selecção nacional.
 
Também por via de uma comunicação pelo Whatsapp, Lia Lima afirmou à ANGOP que tomou conhecimento dos critérios escolhidos pelo elenco de Joaquim Santos somente dia 15 de Abril deste ano, o que já era relativamente perto do prazo estabelecido para a escolha dos representantes angolanos ao evento.
 
A segunda melhor atleta do ranking africano de 2020 e actual melhor nadadora angolana questionou a aplicação do critério de selecção somente em Abril deste ano, quando inicialmente a FINA definiu a universalidade (sistema de convite) como critério em Junho do ano passado.

 Por esta razão, Lia Lima indicou ter escrito para o órgão reitor da modalidade no mundo a pedir esclarecimentos e a resposta foi um pedido de desculpas com argumentos que a fazem crer ter razão.
 
Considerou frustrante o método de selecção optado pela Federação Angolana, principalmente pelo trabalho  desenvolvido ao longo do quadriénio que visava estar presente nos Jogos Olímpicos.

Lia Lima é especialista em 200 metros mariposa, mas devia competir nos 100 metros da mesma especialidade  caso fosse aos jogos do Japão.
 
 Além da Catarina Sousa, a selecção nacional é composta por Salvador Gordo na classe masculina

Recorde-se que os atletas da natação não atingiram os mínimos estabelecidos pela Federação Internacional para os Jogos de Tóquio, sendo que a participação será por via de um convite do Comité Olimpico Internacional para dois atletas (masculino e feminino) por forma a garantir a universalidade da competição.

Esta forma de participação é exclusíva às modalidades de natação e atletismo.

 

De acordo com Joaquim Santos, que reagia à Angop, via Whatsapp, os comentários de insatisfação da preterida Lia Lima, trata-se de uma regra que consta da circular publicada no site da Federação Internacional de Natação (FINA)  dia 15 de Julho deste ano e pela FAN através da circular nº4/21.
 
Explicou que, apesar da pontuação superior da reclamante (706 pontos) relativamente a escolhida Catarina Sousa (663 pts) no período entre 2019 e 2020, a decisão federativa baseou-se nos resultados das provas de Janeiro a Junho último, onde Lia baixou na classificação FINA para 654 pts, contra 657 da seleccionada.
 
Acrescentou que o critério adoptado foi consensual após divulgado em Abril pelo que os pré-seleccionados, nomeadamente, Lia Lima, Catarina Sousa, Salvador Gordo e Daniel Francisco esmeraram-se para garantir o lugar na selecção nacional.
 
Também por via de uma comunicação pelo Whatsapp, Lia Lima afirmou à ANGOP que tomou conhecimento dos critérios escolhidos pelo elenco de Joaquim Santos somente dia 15 de Abril deste ano, o que já era relativamente perto do prazo estabelecido para a escolha dos representantes angolanos ao evento.
 
A segunda melhor atleta do ranking africano de 2020 e actual melhor nadadora angolana questionou a aplicação do critério de selecção somente em Abril deste ano, quando inicialmente a FINA definiu a universalidade (sistema de convite) como critério em Junho do ano passado.

 Por esta razão, Lia Lima indicou ter escrito para o órgão reitor da modalidade no mundo a pedir esclarecimentos e a resposta foi um pedido de desculpas com argumentos que a fazem crer ter razão.
 
Considerou frustrante o método de selecção optado pela Federação Angolana, principalmente pelo trabalho  desenvolvido ao longo do quadriénio que visava estar presente nos Jogos Olímpicos.

Lia Lima é especialista em 200 metros mariposa, mas devia competir nos 100 metros da mesma especialidade  caso fosse aos jogos do Japão.
 
 Além da Catarina Sousa, a selecção nacional é composta por Salvador Gordo na classe masculina

Recorde-se que os atletas da natação não atingiram os mínimos estabelecidos pela Federação Internacional para os Jogos de Tóquio, sendo que a participação será por via de um convite do Comité Olimpico Internacional para dois atletas (masculino e feminino) por forma a garantir a universalidade da competição.

Esta forma de participação é exclusíva às modalidades de natação e atletismo.