Emoções da bola ao cesto regressam a Benguela 14 anos depois

  • Jogo da selecção nacional de basquetebol - Arquivo
Benguela – Catorze anos depois do Afrobasket'2007, a cidade de Benguela volta a ser palco de um torneio internacional de Basquetebol e, desta feita, a contar para a fase de qualificação rumo ao Mundial de 2023, na Ásia.

Considerada um dos melhores destinos turísticos no centro litoral de Angola, Benguela já tem experiência em eventos desportivos, embora, neste caso, a responsabilidade seja acrescida, já que é a primeira vez que o país acolhe uma prova do género com sabor a Copa do Mundo.

Os campeonatos africanos das nações de Basquetebol (vulgo Afrobasket), de Andebol e de Futebol (CAN Orange), realizados respectivamente em 2007, 2008 e 2010 são os exemplos mais evidentes da capacidade e vocação de Benguela na alta-roda do desporto internacional.

Foi no pavilhão “Acácias Rubras”, agora rebaptizado de Acácias Rubras Arena, onde evoluiu o Grupo A do memorável Afrobasket'2007 (Angola, Ruanda, Cabo Verde e Marrocos).

Mas, catorze anos depois, a "magia" do basquetebol está de volta a Benguela, nos dias 26, 27 e 28 de Novembro, num torneio que terá um significado especial, dada a decisão da FIBA de trazer um evento de enorme destaque para Angola, inserido na rota do Mundial de 2023.

Em causa está a disputa, marcada para este fim-de-semana, da primeira janela de qualificação ao Campeonato do Mundo de 2023, a acontecer, pela primeira vez, em três países, nomeadamente Japão, Filipinas e Indonésia (Ásia).

Esta janela, que promete animar as bancadas do Acácias Rubras Arena, com mais de dois mil lugares, envolve os grupos A e C, sendo que este último integra Angola, selecção anfitriã, juntamente com a Côte d´Ivoire, República Centro Africana (RCA) e Guiné.

Disputar a qualificação do Mundial em casa, com o apoio directo do seu público, significa que existe uma grande expectativa de que Angola possa obter bons resultados e marcar a sua 9ª presença numa fase final do Campeonato do Mundo.

O grupo A é constituído das formações da Nigéria, Cabo Verde, Mali e Uganda. E tal como tem acontecido em anos anteriores, são esperados centenas de espectadores de diferentes nacionalidades de forma que apoiem as selecções que vão defender as cores nacionais.

A prova, que pode ser um trampolim para Angola, onze vezes campeã africana, juntar-se às 80 nações que irão representar África, Europa, América e Ásia/Oceania, na corrida ao Mundial, também é visto como ocasião para o relançamento do recinto desportivo, construído em apenas quatro meses, em 2007, para o Afrobasket.

Depois de ter sido escolhido como palco da primeira janela de apuramento ao Mundial, o pavilhão, que agora se chama Acácias Rubras Arena, foi alvo de uma reabilitação que trouxe diversas melhorias, desde o piso da quadra de madeira, área de árbitros, salas e balneários para atletas, espectadores, até à cabine  de imprensa, com capacidade para 50 jornalistas.

Além da pintura, que desperta a curiosidade, por mesclar cores vivas primárias e linhas cinzentas, a quadra ganhou vedação, portas de vidros, mais acessos laterais para pessoas com mobilidade física condicionada, instalações eléctricas, tabelas de jogos novas e placards electrónicos.

Por isso que o nome não foi a única coisa que mudou no pavilhão. Os sinais de degradação que chegaram a atingir mais de 65 por cento da estrutura, dão agora lugar a uma imagem digna de uma cidade que volta a ser o centro das atenções do basquetebol continental.

Benguela também tem tradição no sector hoteleiro e turismo. Os hotéis Mombaka, Praia Morena, Hotel Luso, Mil Cidades e Pequeno Brasil, foram transformados em quartéis-generais das oito selecções que irão disputar as partidas da primeira janela rumo à Ásia’2023.

Erguido pela China National Electronics Import e Export (CEIEC), numa empreitada orçada em cerca de 12 milhões de dólares norte-americanos, o Acácias Rubras Arena ocupa uma área de 4.300 metros quadrados e tem sala vip, de árbitros, de monitorização de sistemas, posto médico, bilheteira, saídas laterais de emergência, quatro salas para atletas e balneários, entre outras dependências.

Benguela - cidade histórica

Com 404 anos de existência, assinalados a 17 de Maio deste, Benguela é considerada cidade encantadora aos olhos dos forasteiros, atraídos pelas irresistíveis praias, com realce para a “Morena”, “Pequeno Brasil", "Santo António", "Caotinha" e "Baia Azul".

Com mais de 561 mil habitantes, Benguela é o município mais populoso da província homónima, de que é capital, com cerca de três milhões de habitantes. Tem sido destino dos empresários para investimento, atraídos pelas vantagens em logística e pelo potencial na área do agronegócio.

Considerada um dos melhores destinos turísticos no centro litoral de Angola, Benguela já tem experiência em eventos desportivos, embora, neste caso, a responsabilidade seja acrescida, já que é a primeira vez que o país acolhe uma prova do género com sabor a Copa do Mundo.

Os campeonatos africanos das nações de Basquetebol (vulgo Afrobasket), de Andebol e de Futebol (CAN Orange), realizados respectivamente em 2007, 2008 e 2010 são os exemplos mais evidentes da capacidade e vocação de Benguela na alta-roda do desporto internacional.

Foi no pavilhão “Acácias Rubras”, agora rebaptizado de Acácias Rubras Arena, onde evoluiu o Grupo A do memorável Afrobasket'2007 (Angola, Ruanda, Cabo Verde e Marrocos).

Mas, catorze anos depois, a "magia" do basquetebol está de volta a Benguela, nos dias 26, 27 e 28 de Novembro, num torneio que terá um significado especial, dada a decisão da FIBA de trazer um evento de enorme destaque para Angola, inserido na rota do Mundial de 2023.

Em causa está a disputa, marcada para este fim-de-semana, da primeira janela de qualificação ao Campeonato do Mundo de 2023, a acontecer, pela primeira vez, em três países, nomeadamente Japão, Filipinas e Indonésia (Ásia).

Esta janela, que promete animar as bancadas do Acácias Rubras Arena, com mais de dois mil lugares, envolve os grupos A e C, sendo que este último integra Angola, selecção anfitriã, juntamente com a Côte d´Ivoire, República Centro Africana (RCA) e Guiné.

Disputar a qualificação do Mundial em casa, com o apoio directo do seu público, significa que existe uma grande expectativa de que Angola possa obter bons resultados e marcar a sua 9ª presença numa fase final do Campeonato do Mundo.

O grupo A é constituído das formações da Nigéria, Cabo Verde, Mali e Uganda. E tal como tem acontecido em anos anteriores, são esperados centenas de espectadores de diferentes nacionalidades de forma que apoiem as selecções que vão defender as cores nacionais.

A prova, que pode ser um trampolim para Angola, onze vezes campeã africana, juntar-se às 80 nações que irão representar África, Europa, América e Ásia/Oceania, na corrida ao Mundial, também é visto como ocasião para o relançamento do recinto desportivo, construído em apenas quatro meses, em 2007, para o Afrobasket.

Depois de ter sido escolhido como palco da primeira janela de apuramento ao Mundial, o pavilhão, que agora se chama Acácias Rubras Arena, foi alvo de uma reabilitação que trouxe diversas melhorias, desde o piso da quadra de madeira, área de árbitros, salas e balneários para atletas, espectadores, até à cabine  de imprensa, com capacidade para 50 jornalistas.

Além da pintura, que desperta a curiosidade, por mesclar cores vivas primárias e linhas cinzentas, a quadra ganhou vedação, portas de vidros, mais acessos laterais para pessoas com mobilidade física condicionada, instalações eléctricas, tabelas de jogos novas e placards electrónicos.

Por isso que o nome não foi a única coisa que mudou no pavilhão. Os sinais de degradação que chegaram a atingir mais de 65 por cento da estrutura, dão agora lugar a uma imagem digna de uma cidade que volta a ser o centro das atenções do basquetebol continental.

Benguela também tem tradição no sector hoteleiro e turismo. Os hotéis Mombaka, Praia Morena, Hotel Luso, Mil Cidades e Pequeno Brasil, foram transformados em quartéis-generais das oito selecções que irão disputar as partidas da primeira janela rumo à Ásia’2023.

Erguido pela China National Electronics Import e Export (CEIEC), numa empreitada orçada em cerca de 12 milhões de dólares norte-americanos, o Acácias Rubras Arena ocupa uma área de 4.300 metros quadrados e tem sala vip, de árbitros, de monitorização de sistemas, posto médico, bilheteira, saídas laterais de emergência, quatro salas para atletas e balneários, entre outras dependências.

Benguela - cidade histórica

Com 404 anos de existência, assinalados a 17 de Maio deste, Benguela é considerada cidade encantadora aos olhos dos forasteiros, atraídos pelas irresistíveis praias, com realce para a “Morena”, “Pequeno Brasil", "Santo António", "Caotinha" e "Baia Azul".

Com mais de 561 mil habitantes, Benguela é o município mais populoso da província homónima, de que é capital, com cerca de três milhões de habitantes. Tem sido destino dos empresários para investimento, atraídos pelas vantagens em logística e pelo potencial na área do agronegócio.