FAB defende melhoria no treinamento   

  • Selecção nacional sénior masculina de basquetebol no confronto com a selecção de Moçambique
Luanda – O presidente da Federação Angola de Basquetebol (FAB), Moniz Silva, defendeu segunda-feira, em Luanda, a necessidade de se “resgatar” a qualidade e o volume de trabalho na modalidade para que a selecção nacional continue a disputar títulos a nível do continente.

Sem avançar números, o responsável referiu-se a metodologia de treinamento utilizada no passado, baseada, entre outros factores, na carga horária e elevado índice de preparação física e técnica dos atletas, que permitiu, durante muito tempo, domínio acentuado de Angola em África.

A selecção nacional sénior masculina tem 11 títulos africanos. Conquistou cinco de forma consecutiva e após intervalo de uma prova perdida voltou a vencer seis seguidos.

Segundo o dirigente, que falava no programa “Prolongamento” da TV Zimbo, o trabalho deve ser bem feito a partir da base, nos clubes, e consequentemente beneficiar a selecção nacional, cabendo ao órgão reitor da modalidade encontrar formas de tornar as provas internas mais competitivas.

A seu ver, o país tem jogadores capazes e todas as condições para o efeito, pelo que se deve organizar o trabalho nas equipas e na selecção, olhando, sobretudo, para os atletas.

Quanto a participação no Afrobasket2021, em Agosto, no Rwanda, disse ser objectivo, a princípio, o conjunto nacional estar entre os quatro primeiros classificados, mas admite a possibilidade de, caso tenha uma boa preparação, poder fazer melhor e lutar para reconquistar o título perdido em 2015.

“Se nós conseguirmos antes do torneio pré-olímpico um estágio, estaremos a dotar a selecção de capacidade de trabalho suficiente para disputar o africano ao mais alto nível. O Afrobasket é o grande objectivo”, sublinhou, acrescentando estar-se a envidar esforços para fazer parte da preparação na Espanha ou outro país europeu, além de aproveitar os jogos do pré-olímpico.

Instado a pronunciar-se sobre a indicação do próximo seleccionador, Moniz Silva apelou para calma, argumentando haver ainda tempo.

Sem avançar nomes, nem nacionalidade, referiu que deverá ser alguém competente que garanta trabalho e leve, novamente, a equipa às conquistas.

O dirigente fez saber que FAB tem mantido contactos com jogadores que actuam no exterior do país para integrarem a selecção no torneio de apuramento aos Jogos Olímpicos, em Junho, e no Afrobasket, em Agosto, cuja presença é quase certa, nomeadamente Yanick Moreira e Bruno Fernando.

O pré-olímpico está prevista para a cidade de Caunas, na Lituânia, e Angola disputa o apuramento no grupo B, com as congéneres da Polónia e Eslovênia, ao passo que o Campeonato Africano das Nações em Basquetebol “Afrobasket2021 vai decorrer em Kigali (Rwanda) entre 25 de Agosto a 5 de Setembro.

 

 

Sem avançar números, o responsável referiu-se a metodologia de treinamento utilizada no passado, baseada, entre outros factores, na carga horária e elevado índice de preparação física e técnica dos atletas, que permitiu, durante muito tempo, domínio acentuado de Angola em África.

A selecção nacional sénior masculina tem 11 títulos africanos. Conquistou cinco de forma consecutiva e após intervalo de uma prova perdida voltou a vencer seis seguidos.

Segundo o dirigente, que falava no programa “Prolongamento” da TV Zimbo, o trabalho deve ser bem feito a partir da base, nos clubes, e consequentemente beneficiar a selecção nacional, cabendo ao órgão reitor da modalidade encontrar formas de tornar as provas internas mais competitivas.

A seu ver, o país tem jogadores capazes e todas as condições para o efeito, pelo que se deve organizar o trabalho nas equipas e na selecção, olhando, sobretudo, para os atletas.

Quanto a participação no Afrobasket2021, em Agosto, no Rwanda, disse ser objectivo, a princípio, o conjunto nacional estar entre os quatro primeiros classificados, mas admite a possibilidade de, caso tenha uma boa preparação, poder fazer melhor e lutar para reconquistar o título perdido em 2015.

“Se nós conseguirmos antes do torneio pré-olímpico um estágio, estaremos a dotar a selecção de capacidade de trabalho suficiente para disputar o africano ao mais alto nível. O Afrobasket é o grande objectivo”, sublinhou, acrescentando estar-se a envidar esforços para fazer parte da preparação na Espanha ou outro país europeu, além de aproveitar os jogos do pré-olímpico.

Instado a pronunciar-se sobre a indicação do próximo seleccionador, Moniz Silva apelou para calma, argumentando haver ainda tempo.

Sem avançar nomes, nem nacionalidade, referiu que deverá ser alguém competente que garanta trabalho e leve, novamente, a equipa às conquistas.

O dirigente fez saber que FAB tem mantido contactos com jogadores que actuam no exterior do país para integrarem a selecção no torneio de apuramento aos Jogos Olímpicos, em Junho, e no Afrobasket, em Agosto, cuja presença é quase certa, nomeadamente Yanick Moreira e Bruno Fernando.

O pré-olímpico está prevista para a cidade de Caunas, na Lituânia, e Angola disputa o apuramento no grupo B, com as congéneres da Polónia e Eslovênia, ao passo que o Campeonato Africano das Nações em Basquetebol “Afrobasket2021 vai decorrer em Kigali (Rwanda) entre 25 de Agosto a 5 de Setembro.