Fábrica de equipamentos desportivos evita custos - ministra

  • Ministra da Juventude e Desportos, Ana Paula do Sacramento Neto
Luanda - A fábrica de equipamentos desportivos, apresentada publicamente nesta sexta-feira, no pavilhão principal da Cidadela, em Luanda, vai evitar custos financeiros com importação para várias modalidades.

Segundo a ministra da Juventude e Desportos, Ana Paula do Sacramento Neto, em declarações à imprensa no acto de apresentação simbólica do material já produzido pela referida fábrica, trata-se de um marco para o desporto angolano, cujo número de praticantes cresce, apesar das dificuldades.

"Iniciativas como estas devem surgir um pouco por todo o país e nós vamos apoiar, onde for necessário", disse.

A ministra referiu que o grupo empresarial também vem ajudar na criação de mais postos de emprego, sobretudo para a juventude.

Já o responsável da empresa Siflajó, fabricante do material, o antigo pugilista Simão Muanda, disse que a ideia surgiu em 2014, quando a crise financeira começou a fazer-se sentir, adiantando que foi possível produzir equipamentos para algumas modalidades, mesmo com parcos recursos.

Até à data, a empresa fabrica apenas luvas para o hóquei-em-patins e boxe, além de ringues para esta última modalidade.

A fábrica, localizada na zona do Zango, arredores da cidade de Luanda, emprega cerca de 50 pessoas.

Os equipamentos são fabricados mediante encomendas.

Segundo a ministra da Juventude e Desportos, Ana Paula do Sacramento Neto, em declarações à imprensa no acto de apresentação simbólica do material já produzido pela referida fábrica, trata-se de um marco para o desporto angolano, cujo número de praticantes cresce, apesar das dificuldades.

"Iniciativas como estas devem surgir um pouco por todo o país e nós vamos apoiar, onde for necessário", disse.

A ministra referiu que o grupo empresarial também vem ajudar na criação de mais postos de emprego, sobretudo para a juventude.

Já o responsável da empresa Siflajó, fabricante do material, o antigo pugilista Simão Muanda, disse que a ideia surgiu em 2014, quando a crise financeira começou a fazer-se sentir, adiantando que foi possível produzir equipamentos para algumas modalidades, mesmo com parcos recursos.

Até à data, a empresa fabrica apenas luvas para o hóquei-em-patins e boxe, além de ringues para esta última modalidade.

A fábrica, localizada na zona do Zango, arredores da cidade de Luanda, emprega cerca de 50 pessoas.

Os equipamentos são fabricados mediante encomendas.