Falta de pista reduz qualidade do atletismo na Huíla

  • Secretária da Associação Provincial de Atletismo da Huíla, Ana Isabel Elias
Lubango - A inexistência de uma pista de tartan e de um centro de estágio no Lubango motivou a queda da qualidade do atletismo na Huíla e inibe o surgimento de novas estrelas, em uma província que foi dos principais “viveiros” da modalidade no país.

 

A Huíla nunca teve uma pista de tartan, mas lançou sempre novos fundistas com base na de cinza do estádio da Senhora do Monte e por via de corridas de montanha, também conhecidas por "corta-mato".

A primeira promessa para a instalação de uma pista moderna data de há 11 anos, na altura resultante de uma visita do então ministro da juventude e desportos, José Marcos Barrica.

Em declarações nesta terça-feira à ANGOP sobre o estado da modalidade, a presidente da associação local de atletismo, Ana Isabel, afirmou que a província perdeu o estatuto de viveiro para Luanda, Huambo e Benguela por conta da falta de infra-estruturas adequadas.

Como exemplo do trabalho antes desenvolvido apontou figuras sonantes do atletismo local como Francisco Caluvi, Avelino Dumbo, António Domingos, Luís Kuvingua, Tiago Baptista, Alexandre João, Luís António, Adelaide Machado, Luciana Viengo e Ernestina Paulino, cujo legado está ameaçado.

Para ela, hoje é difícil indicar um nome da nova geração que seja uma referência a nível nacional, porque alguns projectos de formação não saíram do papel, como é o caso da Ntyamba Sport, anunciado em 2012, assim como o seu, a espera de apoios.

Referiu que existe uma promessa de 2010 de instalação de uma pista de tartan com quatro linhas, no estádio da Senhora do Monte, outra com 12 na Tundavala, assim como um centro de estágio, dado que a modalidade se desenvolve nos 14 municípios.

Para a inversão do quadro, a antiga fundista considera imperioso um investimento por parte do Ministério da Juventude e Desportos de modo que se aposte na formação.

Realçou que em 2020 a titular do ministério, Ana Paula do Sacramento Neto, garantiu a colocação de uma pista tão logo a situação económica do país melhore.

Actualmente existem seis clubes na província com um total de três mil e 500 atletas, distribuídos pelo Interclube da Huíla, Benfica do Lubango, Ferrovia, CDH, Assessoria Jamba Sport, Desportivo da saúde e Okuateka.

 

A Huíla nunca teve uma pista de tartan, mas lançou sempre novos fundistas com base na de cinza do estádio da Senhora do Monte e por via de corridas de montanha, também conhecidas por "corta-mato".

A primeira promessa para a instalação de uma pista moderna data de há 11 anos, na altura resultante de uma visita do então ministro da juventude e desportos, José Marcos Barrica.

Em declarações nesta terça-feira à ANGOP sobre o estado da modalidade, a presidente da associação local de atletismo, Ana Isabel, afirmou que a província perdeu o estatuto de viveiro para Luanda, Huambo e Benguela por conta da falta de infra-estruturas adequadas.

Como exemplo do trabalho antes desenvolvido apontou figuras sonantes do atletismo local como Francisco Caluvi, Avelino Dumbo, António Domingos, Luís Kuvingua, Tiago Baptista, Alexandre João, Luís António, Adelaide Machado, Luciana Viengo e Ernestina Paulino, cujo legado está ameaçado.

Para ela, hoje é difícil indicar um nome da nova geração que seja uma referência a nível nacional, porque alguns projectos de formação não saíram do papel, como é o caso da Ntyamba Sport, anunciado em 2012, assim como o seu, a espera de apoios.

Referiu que existe uma promessa de 2010 de instalação de uma pista de tartan com quatro linhas, no estádio da Senhora do Monte, outra com 12 na Tundavala, assim como um centro de estágio, dado que a modalidade se desenvolve nos 14 municípios.

Para a inversão do quadro, a antiga fundista considera imperioso um investimento por parte do Ministério da Juventude e Desportos de modo que se aposte na formação.

Realçou que em 2020 a titular do ministério, Ana Paula do Sacramento Neto, garantiu a colocação de uma pista tão logo a situação económica do país melhore.

Actualmente existem seis clubes na província com um total de três mil e 500 atletas, distribuídos pelo Interclube da Huíla, Benfica do Lubango, Ferrovia, CDH, Assessoria Jamba Sport, Desportivo da saúde e Okuateka.