"Foi uma vitória esperada" - Marcelina Quiala

  • Campeãs africanas chegam segunda-feira ao país
  • Ex-internacional Marcelina Kiala (Arquivo)
Luanda – O facto de maior parte das atletas da selecção nacional evoluírem no país contribuiu para a vitória esperada diante do Congo Democrático, por 29-20, nesta terça-feira, para os quartos-de-final do Campeonato Africano de andebol, que decorre em Yaoundé, Camarões.

A afirmação é da antiga capitã do sete nacional, Marcelina Quiala, que fala à Angop, a propósito do triunfo das angolanas e o consequente apuramento ao Campeonato do Mundo, a disputar-se em Dezembro próximo, no Reino de Espanha.

A meia distância, segunda melhor marcadora do mundial de 2007, em França, com 72 golos, afirmou que além de Angola possuir um plantel mais equilibrado e forte tecnicamente, abonou em desfavor das congolesas a renovação do conjunto e o facto de boa parte das integrantes jogarem em equipas da Europa, sendo que se conhecem menos.

A antiga capitã da selecção nacional referiu que o bom momento das guarda-redes, a velocidade empreendida no jogo e a capacidade técnica das executantes contribuíram igualmente para o resultado positivo de Angola, que defronta quarta-feira a Tunísia, nas meias-finais.

Sobre esta adversária, que hoje derrotou a Guiné-Conacri, por 27-20, a jogadora, que participou nos jogos olímpicos de 2000 (Austrália) e 2012 (Reino Unido) atribuiu o favoritismo a Angola.

Explicou que, fruto da boa defesa tunisina, Angola deve jogar concentrada, sendo este o caminho para chegar à final.

O país persegue o 14º trofeu continental.

A afirmação é da antiga capitã do sete nacional, Marcelina Quiala, que fala à Angop, a propósito do triunfo das angolanas e o consequente apuramento ao Campeonato do Mundo, a disputar-se em Dezembro próximo, no Reino de Espanha.

A meia distância, segunda melhor marcadora do mundial de 2007, em França, com 72 golos, afirmou que além de Angola possuir um plantel mais equilibrado e forte tecnicamente, abonou em desfavor das congolesas a renovação do conjunto e o facto de boa parte das integrantes jogarem em equipas da Europa, sendo que se conhecem menos.

A antiga capitã da selecção nacional referiu que o bom momento das guarda-redes, a velocidade empreendida no jogo e a capacidade técnica das executantes contribuíram igualmente para o resultado positivo de Angola, que defronta quarta-feira a Tunísia, nas meias-finais.

Sobre esta adversária, que hoje derrotou a Guiné-Conacri, por 27-20, a jogadora, que participou nos jogos olímpicos de 2000 (Austrália) e 2012 (Reino Unido) atribuiu o favoritismo a Angola.

Explicou que, fruto da boa defesa tunisina, Angola deve jogar concentrada, sendo este o caminho para chegar à final.

O país persegue o 14º trofeu continental.