Lebolebo detalha acções que levaram ao título inédito

  • Lebolebo recorda momentos do título inédito
Dundo – Quando o então defesa central do Sagrada Esperança, Lebolebo, sentiu-se em posição privilegiada e olhou para a baliza do Petro de Luanda, viu, além de uma chance de golo, uma oportunidade soberana de fechar com chave de ouro a temporada de 2005, recheada de intensas emoções.

O seu remate certeiro, no canto direito da baliza do guarda-redes Marito, proporcionou o único título do conjunto até à data, numa altura de ascensão da carreira que lhe valeu, no ano seguinte, a convocatória para a selecção visando o Campeonato do Mundo da Alemanha em 2006.  

Fazia ele parte de uma geração de operários que não depositava a confiança em um só jogador. Funcionava como equipa, humilde e unida no balneário, onde o colectivo falava mais alto que o individualismo.

Falando à ANGOP, numa incursão ao passado, o actual membro da estrutura técnica da equipa verde e branca revela que ainda se impressiona com a dimensão do tento que marcou, sobretudo agora que o destino voltou a colocar as duas equipas frente-a-frente.

“Como defesa, nunca imaginei que fosse eu a dar o título de campeão ao Sagrada Esperança. Foi o momento mais alto da minha carreira”, referiu.  

Sobre o jogo da última jornada do Campeonato Nacional, sábado, no Estádio 11 de Novembro, entre os líderes “diamantíferos”, 67 pontos, e “petrolíferos”, segundos com igual pontuação, Lebolebo afirmou que será difícil, sobretudo, pela qualidade dos plantéis.

 

No entanto, atribui ligeiro favoritismo ao Sagrada Esperança devido a vantagem no confronto directo (vitória no Dundo de 1-0 na primeira volta), motivo pelo qual vai encarar a partida sem pressão. Um empate serve, ao contrário do adversário obrigado a vencer.

Sustentou ter a formação da Lunda Norte uma defesa compacta e difícil de atravessar, liderada por Gaspar, Lépua, Karanga, Simão, Victoriano e Muenho, o que exigirá do Petro de Luanda muito sacrifício e astúcia.  

"Conheço bem aquela defesa, é muito solidária, coesa e dificilmente deixa o adversário chegar a grande área, por isso é que o Sagrada Esperança é nesta temporada a equipa menos batida do campeonato", sublinhou.  

António Lebolebo nasceu em Malanje no ano de 1977. Evoluiu no Recreativo do Libolo, Sagrada Esperança e Petro de Luanda.

Fora de Angola, alinhou no Bragantino, da Rússia, e no Duque de Caxias, do Brasil.

Onze do Sagrada Esperança que venceu o titulo em 2005.

Goliate (G), Hélder Vicente (Defesa), Andia (Defesa), Lebolebo (Defesa), Roque Sapiri (Lateral), Mbala (Lateral), Kade (Médio), Jojó (Médio), Alex (Ala), Maninho (Ala), Loyd (Avançado) e Marcos (Avançado).

Treinado: Mário Calado

Campeã nacional em 2005 e da Taça de Angola (1988 e 1999), o Sagrada Esperança já participou em três ocasiões na Taça CAF, em 1992 (eliminada na segunda fase), 1998 (primeira fase) e 2016  (quartos-de-final).

A colectividade, fundanda em 1976, evoluiu por duas vezes na Liga dos Campeões, designadamente, em 2005 (primeira fase) e 2006 (preliminares).

 

O seu remate certeiro, no canto direito da baliza do guarda-redes Marito, proporcionou o único título do conjunto até à data, numa altura de ascensão da carreira que lhe valeu, no ano seguinte, a convocatória para a selecção visando o Campeonato do Mundo da Alemanha em 2006.  

Fazia ele parte de uma geração de operários que não depositava a confiança em um só jogador. Funcionava como equipa, humilde e unida no balneário, onde o colectivo falava mais alto que o individualismo.

Falando à ANGOP, numa incursão ao passado, o actual membro da estrutura técnica da equipa verde e branca revela que ainda se impressiona com a dimensão do tento que marcou, sobretudo agora que o destino voltou a colocar as duas equipas frente-a-frente.

“Como defesa, nunca imaginei que fosse eu a dar o título de campeão ao Sagrada Esperança. Foi o momento mais alto da minha carreira”, referiu.  

Sobre o jogo da última jornada do Campeonato Nacional, sábado, no Estádio 11 de Novembro, entre os líderes “diamantíferos”, 67 pontos, e “petrolíferos”, segundos com igual pontuação, Lebolebo afirmou que será difícil, sobretudo, pela qualidade dos plantéis.

 

No entanto, atribui ligeiro favoritismo ao Sagrada Esperança devido a vantagem no confronto directo (vitória no Dundo de 1-0 na primeira volta), motivo pelo qual vai encarar a partida sem pressão. Um empate serve, ao contrário do adversário obrigado a vencer.

Sustentou ter a formação da Lunda Norte uma defesa compacta e difícil de atravessar, liderada por Gaspar, Lépua, Karanga, Simão, Victoriano e Muenho, o que exigirá do Petro de Luanda muito sacrifício e astúcia.  

"Conheço bem aquela defesa, é muito solidária, coesa e dificilmente deixa o adversário chegar a grande área, por isso é que o Sagrada Esperança é nesta temporada a equipa menos batida do campeonato", sublinhou.  

António Lebolebo nasceu em Malanje no ano de 1977. Evoluiu no Recreativo do Libolo, Sagrada Esperança e Petro de Luanda.

Fora de Angola, alinhou no Bragantino, da Rússia, e no Duque de Caxias, do Brasil.

Onze do Sagrada Esperança que venceu o titulo em 2005.

Goliate (G), Hélder Vicente (Defesa), Andia (Defesa), Lebolebo (Defesa), Roque Sapiri (Lateral), Mbala (Lateral), Kade (Médio), Jojó (Médio), Alex (Ala), Maninho (Ala), Loyd (Avançado) e Marcos (Avançado).

Treinado: Mário Calado

Campeã nacional em 2005 e da Taça de Angola (1988 e 1999), o Sagrada Esperança já participou em três ocasiões na Taça CAF, em 1992 (eliminada na segunda fase), 1998 (primeira fase) e 2016  (quartos-de-final).

A colectividade, fundanda em 1976, evoluiu por duas vezes na Liga dos Campeões, designadamente, em 2005 (primeira fase) e 2006 (preliminares).