MINJUD solicita propostas de alteração de leis às federações

  • Ana Paula do Sacramento Neto, Ministra da Juventude e Desportos
Luanda - O Ministério da Juventude e Desportos solicitou, esta sexta-feira, os responsáveis federativos no sentido de apresentarem, nos próximos 30 dias, pareceres sobre propostas de alteração pontual da Lei das associações desportivas.

O pedido foi formulado durante um encontro entre as partes, orientado pela titular do pelouro, Ana Paula Sacramento Neto, no qual passou-se em revista assuntos ligados às estratégias para o desenvolvimento do desporto e a elaboração da Lei Antidoping.

As propostas federativas obedecerão a um processo a ser coordenado pelo Comité Olímpico Angolano (COA), segundo recomendado na reunião que contou também as presenças do director nacional do sector e o responsável do Centro Nacional de Medicina Desportiva, respectivamente, Nicolau Daniel e João Mulima.

Quanto ao antidoping, João Mulima detalhou alguns passos relativos a criação de uma unidade nacional, cujo processo disse estar bem encaminhado, embora não tenha sido ainda remetido às instâncias afim. Actualmente o processo de testagem é gerido pelo Comité Olímpico Angolano.

Sublinhou, por outro, a necessidade do processo de vacinação contra à Covid-19 aos agentes desportivos, explicando estar condicionado a entrega de listas por parte das distintas federações ao ministério de tutela, procedimento até então efectuado por 13 das mais de 20 instituições.

“Das listas que deram entrada há um total de quatro mil, duzentos e setenta e quatro (4.274) agentes desportivos, aguardando-se as demais para o arranque do processo”, disse.

A problemática da cabimentação financeira das federações, prémios em atrasos, cooperação com congéneres estrangeiras, competições prioritárias, necessidade de angariamento de patrocínios e maior inteiração com os associados, entre outros, também mereceram referências por parte dos participantes.

O encontro não contou com as federações de futebol e boxe, por incumprimento nos processos eleitorais relativos ao quadriénio 2021/24.

O pedido foi formulado durante um encontro entre as partes, orientado pela titular do pelouro, Ana Paula Sacramento Neto, no qual passou-se em revista assuntos ligados às estratégias para o desenvolvimento do desporto e a elaboração da Lei Antidoping.

As propostas federativas obedecerão a um processo a ser coordenado pelo Comité Olímpico Angolano (COA), segundo recomendado na reunião que contou também as presenças do director nacional do sector e o responsável do Centro Nacional de Medicina Desportiva, respectivamente, Nicolau Daniel e João Mulima.

Quanto ao antidoping, João Mulima detalhou alguns passos relativos a criação de uma unidade nacional, cujo processo disse estar bem encaminhado, embora não tenha sido ainda remetido às instâncias afim. Actualmente o processo de testagem é gerido pelo Comité Olímpico Angolano.

Sublinhou, por outro, a necessidade do processo de vacinação contra à Covid-19 aos agentes desportivos, explicando estar condicionado a entrega de listas por parte das distintas federações ao ministério de tutela, procedimento até então efectuado por 13 das mais de 20 instituições.

“Das listas que deram entrada há um total de quatro mil, duzentos e setenta e quatro (4.274) agentes desportivos, aguardando-se as demais para o arranque do processo”, disse.

A problemática da cabimentação financeira das federações, prémios em atrasos, cooperação com congéneres estrangeiras, competições prioritárias, necessidade de angariamento de patrocínios e maior inteiração com os associados, entre outros, também mereceram referências por parte dos participantes.

O encontro não contou com as federações de futebol e boxe, por incumprimento nos processos eleitorais relativos ao quadriénio 2021/24.