Jogos Olímpicos: Judo angolano entra em cena segunda-feira

  • Diassonema Neide combate domingo
Luanda – A judoca angolana Diassonema Neide, da categoria de -57 kg, única representante angolana na modalidade de judo nos jogos Olímpicos de Tóquio, (Japão), começa a competir esta segunda-feira.

Iniciado oficialmente na sexta-feira, com a realização da cerimónia de abertura, no Estádio Olímpico de Tóquio, o judo e o andebol feminino serão os primeiros embaixadores a desfilarem na prova em que Angola evolui pela 10 vez.

Neide, campeã africana dos -57 kg em 2019, no Madagáscar, vai estrear-se na competição sucedendo a sua actual treinadora, Antónia de Fátima “Faia”, numa modalidade que esteve presente nas edições de Seúl (1988), Barcelona (1992), Atenas (2004), Londres (2012) e Rio de Janeiro (2016).

Devido a presença em Tóquio, a atleta do 1º de Agosto beneficiou de um estágio em França, por conta da Solidariedade Olímpica de Janeiro até um mês antes do evento, tendo participado em torneios internacionais em vários países da Europa.

Quase na ponta final da sua preparação naquele país gaulês, Neide testou positivo à Covid -19.

Submetida ao tratamento, rapidamente recuperou e voltou aos treinos focada no objectivo de melhorar a sua marca e lutar para não ser eliminada na primeira fase. Para tal terá a orientação de Faia, atleta experimentada  internacionalmente.

Histórico

O judo angolano estreou-se em Seúl em 1988 com sete atletas masculinos, nomeadamente, Adão Dias, Hélder de Carvalho (falecido), José António, Lotuala N’Dombassy, Luís Fortunato, Moisés Torres e Ricardo José.

Nos jogos de 1992, em Barcelona (Espanha), o número reduziu para três judocas também em masculinos, estiveram nesta empreitada os atletas, Francisco de Sousa, João de Sousa e José Maria.

Já em Atenas´2004, Londres´2012 e Rio de Janeiro´2016 o judo feminino dominou com a presença única de Antónia de Fátima Moreira “Faia” (70kg).

Além do judo e andebol feminino, Angola está presente na competição com o atletismo, natação e vela.

Iniciado oficialmente na sexta-feira, com a realização da cerimónia de abertura, no Estádio Olímpico de Tóquio, o judo e o andebol feminino serão os primeiros embaixadores a desfilarem na prova em que Angola evolui pela 10 vez.

Neide, campeã africana dos -57 kg em 2019, no Madagáscar, vai estrear-se na competição sucedendo a sua actual treinadora, Antónia de Fátima “Faia”, numa modalidade que esteve presente nas edições de Seúl (1988), Barcelona (1992), Atenas (2004), Londres (2012) e Rio de Janeiro (2016).

Devido a presença em Tóquio, a atleta do 1º de Agosto beneficiou de um estágio em França, por conta da Solidariedade Olímpica de Janeiro até um mês antes do evento, tendo participado em torneios internacionais em vários países da Europa.

Quase na ponta final da sua preparação naquele país gaulês, Neide testou positivo à Covid -19.

Submetida ao tratamento, rapidamente recuperou e voltou aos treinos focada no objectivo de melhorar a sua marca e lutar para não ser eliminada na primeira fase. Para tal terá a orientação de Faia, atleta experimentada  internacionalmente.

Histórico

O judo angolano estreou-se em Seúl em 1988 com sete atletas masculinos, nomeadamente, Adão Dias, Hélder de Carvalho (falecido), José António, Lotuala N’Dombassy, Luís Fortunato, Moisés Torres e Ricardo José.

Nos jogos de 1992, em Barcelona (Espanha), o número reduziu para três judocas também em masculinos, estiveram nesta empreitada os atletas, Francisco de Sousa, João de Sousa e José Maria.

Já em Atenas´2004, Londres´2012 e Rio de Janeiro´2016 o judo feminino dominou com a presença única de Antónia de Fátima Moreira “Faia” (70kg).

Além do judo e andebol feminino, Angola está presente na competição com o atletismo, natação e vela.