Ex-praticante aponta pontos fracos da selecção

  • Gelson Dala procura desfazer-se do adversário da Selecção Congolesa
Luena – Maior rodagem competitiva para melhorar o jogo colectivo e a eficácia ofensiva são alguns aspectos que a Selecção Nacional de futebol deve aprimorar, tendo em conta o futuro.

A constatação é do ex-médio do FC Bravos do Maquis, Simão Barros, acrescentando que o conjunto precisa de tempo para automatizar os processos de jogos, com realce para o colectivo.

Em declarações à ANGOP, a propósito da eliminação de Angola na corrida ao Campeonato Africano de Nações, em 2022, nos Camarões, disse que o conjunto nacional é constituído por atletas tecnicamente fortes, mas  pecam nas transições colectivas e na eficácia ofensiva.

Sobre a derrota de 0-1, terça-feira, contra a República Democrática do Congo (RDC), em jogo da quarta jornada do grupo – D,  o também comentarista desportivo, atribuiu a “culpa” ao excesso de respeito ao adversário.

Apontou ainda como causa do desaire a falta de atitude do sector defensivo, completamente apático, e a escassez de jogos devido às limitações impostas pela pandemia da Covid-19.

Com um ponto apenas e a faltarem seis por disputar, Angola só poderá chegar aos sete.

Gâmbia e Gabão totalizam já sete pontos cada (podem chegar aos 13) e a RDC, agora com seis pontos, pode somar 12.

Qualificam-se para os Camarões´2022 os dois primeiros classificados de cada grupo.

A quinta e penúltima jornada será disputada em Março de 2021, com Angola a defrontar, fora de casa, a Gâmbia, líder do grupo, enquanto a RDC joga diante do Gabão.