Polidesportivo: Petro aspira título nas afrotaças

  • Equipa do futebol do Petro de Luanda
Luanda – O Atlético Petróleos de Luanda completa, nesta quinta-feira, 41 anos de existência, numa altura em que busca afirmar-se no continente africano, em particular no futebol.

O melhor feito do "clube do catetão" nas provas africanas foi a chegada às meias-finais da então Taça dos Clubes Campeões, em 2001, etapa em que foi eliminado pelo Mamelodi Sundows, da África do Sul, aos penalties, por 3-5.

Em recentes declarações à imprensa, Tomás Faria, presidente do clube, disse que uma das principais ambições do Petro é chegar a uma final africana de futebol, razão dos investimentos no plantel e nos escalões de formação.

Os "tricolores", que na última semana garantiram a qualificação à fase de grupos da Liga dos Clubes Campeões Africanos, procuram chegar à inédita final, depois da "amarga" derrota em 2001 e da disputa da fase de grupos, em 2019.

O actual elenco directivo do clube definiu três modalidades para continuar a afirmar o nome do Petro em África (andebol feminino, basquetebol masculino e futebol), das quais apenas o futebol nunca conseguiu títulos em provas africanas.

Entretanto, propõe-se a continuar a investir nas modalidades de atletismo, hóquei em patins, ginástica, karaté e vela, que fazem parte da estrutura azul e amarelo, embora sem qualquer conquista de título nas provas continentais.

Para consolidar o seu projecto de afirmação desportiva, em Angola e em África, o clube aprovou, em 2015, o Plano de Desenvolvimento Desportivo Integrado que vai até 2027.

O plano contempla, essencialmente, melhorias no saneamento financeiro e administrativo, bem como nas actuas infra-estruturas do clube, que há décadas projecta a construção de um campo de futebol e um pavilhão, para acolher jogos do Girabola e do campeonato de basquetebol.

O Petro de Luanda, que é o maior coleccionador de títulos (15) de campeão nacional e detentor de seis Taças de Angola em futebol, está há mais de uma década sem conquistar o Girabola.

Desde sempre um dos clubes que mais jogadores fornece às selecções nacionais de futebol, viu em 2006, na única presença de Angola num campeonato do Mundo, quatro jogadores disputarem a prova na Alemanha: Lamá, Lebo Lebo, Delgado e Zé Kalanga.

Ao longo destes seus 41 anos, vários nomes despontaram ao serviço do clube patrocinado pela Sonangol, entre os quais os dos dirigentes Totoy Monteiro, Mario Fife e Manuel Santana.

Nomes como Palmira Barbosa, Marcelina Kiala, Elisa Webba, Ilda Bengue, Fábia Raposo e Filomena Trindade (Andebol), Jesus, Abel Campos, Mateus Lúcio, Savedra, Lufemba, Nejo, Chico Diniz, Quim Sebas, Santo António, Flávio, Tozé, Gilberto, Manucho Gonçalves, Zico (Futebol), Benjamim Romano, Victor de Carvalho, Ângelo Victoriano, Anibal Moreira, Edmar Vitoriano Baduna, Kikas Gomes, Carlos Almeida (Basquetebol) fizeram parte do vasto leque de atletas que se afirmaram no Petro.

Entre os treinadores da galeria dos vencedores do Petro constam António Clemente, Carlos Queiroz, Gozko Zek, Djalma Cavalcanti, Carlos Alhinho, Bernardino Pedroto (Futebol), Vlademiro Romero, Alberto de Carvalho "Ginguba", Lazare Adingono, Alberto Babo (Basquetebol), Beto Ferreira, Armando Culau, Vivaldo Eduardo (Andebol), Nelson Costa, Rolf dos Santos e Umberto Riera (Hóquei em patins).

O Petro foi fundado a 14 de Janeiro de 1980, por iniciativa de um grupo de jogadores ligados ao então Clube Atlético de Luanda e ao Benfica de Luanda, em que se destacam Hermínio Escôrcio, Couto Cabral e Telmo Guerreiro.

O clube já foi presidido por António Mangueira, Botelho de Vasconcelos, Silva Neto, Paulo Gouveia Júnior, Cardoso Pereira e Mateus de Brito, que faleceu a meio do seu mandato, em 2014, substituído por Tomás Faria, este último no exercício do seu segundo mandato.

O melhor feito do "clube do catetão" nas provas africanas foi a chegada às meias-finais da então Taça dos Clubes Campeões, em 2001, etapa em que foi eliminado pelo Mamelodi Sundows, da África do Sul, aos penalties, por 3-5.

Em recentes declarações à imprensa, Tomás Faria, presidente do clube, disse que uma das principais ambições do Petro é chegar a uma final africana de futebol, razão dos investimentos no plantel e nos escalões de formação.

Os "tricolores", que na última semana garantiram a qualificação à fase de grupos da Liga dos Clubes Campeões Africanos, procuram chegar à inédita final, depois da "amarga" derrota em 2001 e da disputa da fase de grupos, em 2019.

O actual elenco directivo do clube definiu três modalidades para continuar a afirmar o nome do Petro em África (andebol feminino, basquetebol masculino e futebol), das quais apenas o futebol nunca conseguiu títulos em provas africanas.

Entretanto, propõe-se a continuar a investir nas modalidades de atletismo, hóquei em patins, ginástica, karaté e vela, que fazem parte da estrutura azul e amarelo, embora sem qualquer conquista de título nas provas continentais.

Para consolidar o seu projecto de afirmação desportiva, em Angola e em África, o clube aprovou, em 2015, o Plano de Desenvolvimento Desportivo Integrado que vai até 2027.

O plano contempla, essencialmente, melhorias no saneamento financeiro e administrativo, bem como nas actuas infra-estruturas do clube, que há décadas projecta a construção de um campo de futebol e um pavilhão, para acolher jogos do Girabola e do campeonato de basquetebol.

O Petro de Luanda, que é o maior coleccionador de títulos (15) de campeão nacional e detentor de seis Taças de Angola em futebol, está há mais de uma década sem conquistar o Girabola.

Desde sempre um dos clubes que mais jogadores fornece às selecções nacionais de futebol, viu em 2006, na única presença de Angola num campeonato do Mundo, quatro jogadores disputarem a prova na Alemanha: Lamá, Lebo Lebo, Delgado e Zé Kalanga.

Ao longo destes seus 41 anos, vários nomes despontaram ao serviço do clube patrocinado pela Sonangol, entre os quais os dos dirigentes Totoy Monteiro, Mario Fife e Manuel Santana.

Nomes como Palmira Barbosa, Marcelina Kiala, Elisa Webba, Ilda Bengue, Fábia Raposo e Filomena Trindade (Andebol), Jesus, Abel Campos, Mateus Lúcio, Savedra, Lufemba, Nejo, Chico Diniz, Quim Sebas, Santo António, Flávio, Tozé, Gilberto, Manucho Gonçalves, Zico (Futebol), Benjamim Romano, Victor de Carvalho, Ângelo Victoriano, Anibal Moreira, Edmar Vitoriano Baduna, Kikas Gomes, Carlos Almeida (Basquetebol) fizeram parte do vasto leque de atletas que se afirmaram no Petro.

Entre os treinadores da galeria dos vencedores do Petro constam António Clemente, Carlos Queiroz, Gozko Zek, Djalma Cavalcanti, Carlos Alhinho, Bernardino Pedroto (Futebol), Vlademiro Romero, Alberto de Carvalho "Ginguba", Lazare Adingono, Alberto Babo (Basquetebol), Beto Ferreira, Armando Culau, Vivaldo Eduardo (Andebol), Nelson Costa, Rolf dos Santos e Umberto Riera (Hóquei em patins).

O Petro foi fundado a 14 de Janeiro de 1980, por iniciativa de um grupo de jogadores ligados ao então Clube Atlético de Luanda e ao Benfica de Luanda, em que se destacam Hermínio Escôrcio, Couto Cabral e Telmo Guerreiro.

O clube já foi presidido por António Mangueira, Botelho de Vasconcelos, Silva Neto, Paulo Gouveia Júnior, Cardoso Pereira e Mateus de Brito, que faleceu a meio do seu mandato, em 2014, substituído por Tomás Faria, este último no exercício do seu segundo mandato.