PR pede projecto do Centro Polivalente do CPA

  • Leonel da Rocha Pinto, Presidente do Comité Paralimpico Angolano
Luanda - O Presidente da República, João Lourenço, orientou ao Comité Paralímpico que remeta ao seu gabinete o projecto de construção do Centro Polivalente, concebido a mais de 15 anos.

O projecto do referido Centro ainda não foi efectivado por falta de um terreno para a construção da infra-estrutura.

Esta informação foi prestada pelo presidente da Comité Paralímpico Angolano, Leonel da Rocha Pinto, após o encontro quinta-feira entre o Chefe do Estado e instituições desportivas, em que foi recomenadado, entre outras, a criação de estratégias para a rentabilização das infra-estruturas desportivas.

Afirmou que a orientação abre boas perspectivas, já que a falta de um Centro Polivalente periga os feitos obtidos até à data em campeonatos africanos, do mundo e jogos paralímpicos.

Tais resultados, conforme Leonel Pinto, foram possíveis com recurso a centros de treinamento em outros países, enquanto Angola pode apostar na construção de uma infra-estrutura do género.

No encontro, em que também participou a ministra de Estado para Área Social, Carolina Cerqueira, o presidente do Comité Olímpico Angolano, Gustavo da Conceição, disse que o desporto nacional vive limitações que não permitem fazer melhor.

Apontou a débil formação de quadros pela importância que se atribui à disciplina de educação física e ao desporto escolar,sendo que este último devia servir de apoio ao movimento associativo.

Sublinhou que a disciplina de educação física devia ser de carácter obrigatória e que fosse concebido um  programa sério de formação do professor da área, para que o desporto escolar esteja reforçado e o desporto universitário ganhasse importância no sistema desportivo nacional.

Por outro lado, Gustavo da Conceição defendeu a criação de um Tribunal Arbitral do Desporto de modo a que os problemas do sector pudessem encontrar soluções através de um órgão próprio, e citou o exemplo de federações que não concluíram ainda os respectivos processos eleitorais por litígios.      

Com o Presidente da República estiveram reunidos 22 representantes de federações desportivas, destacando-se a ausência do futebol, cujo presidente eleito foi impedido de tomar posse.

Artur de Almeida e Silva venceu o pleito eleitoral, realizado em finais de 2020, mas viu o processo interrompido por conta de uma providência cautelar interposta por Norberto de Castro, candidato afastado da corrida pela Comissão Eleitoral, alegadamente por irregularidade.

Na sequência, o Tribunal de Luanda orientou que os órgãos sociais não fossem empossados até que se conheça o veredicto final.

O projecto do referido Centro ainda não foi efectivado por falta de um terreno para a construção da infra-estrutura.

Esta informação foi prestada pelo presidente da Comité Paralímpico Angolano, Leonel da Rocha Pinto, após o encontro quinta-feira entre o Chefe do Estado e instituições desportivas, em que foi recomenadado, entre outras, a criação de estratégias para a rentabilização das infra-estruturas desportivas.

Afirmou que a orientação abre boas perspectivas, já que a falta de um Centro Polivalente periga os feitos obtidos até à data em campeonatos africanos, do mundo e jogos paralímpicos.

Tais resultados, conforme Leonel Pinto, foram possíveis com recurso a centros de treinamento em outros países, enquanto Angola pode apostar na construção de uma infra-estrutura do género.

No encontro, em que também participou a ministra de Estado para Área Social, Carolina Cerqueira, o presidente do Comité Olímpico Angolano, Gustavo da Conceição, disse que o desporto nacional vive limitações que não permitem fazer melhor.

Apontou a débil formação de quadros pela importância que se atribui à disciplina de educação física e ao desporto escolar,sendo que este último devia servir de apoio ao movimento associativo.

Sublinhou que a disciplina de educação física devia ser de carácter obrigatória e que fosse concebido um  programa sério de formação do professor da área, para que o desporto escolar esteja reforçado e o desporto universitário ganhasse importância no sistema desportivo nacional.

Por outro lado, Gustavo da Conceição defendeu a criação de um Tribunal Arbitral do Desporto de modo a que os problemas do sector pudessem encontrar soluções através de um órgão próprio, e citou o exemplo de federações que não concluíram ainda os respectivos processos eleitorais por litígios.      

Com o Presidente da República estiveram reunidos 22 representantes de federações desportivas, destacando-se a ausência do futebol, cujo presidente eleito foi impedido de tomar posse.

Artur de Almeida e Silva venceu o pleito eleitoral, realizado em finais de 2020, mas viu o processo interrompido por conta de uma providência cautelar interposta por Norberto de Castro, candidato afastado da corrida pela Comissão Eleitoral, alegadamente por irregularidade.

Na sequência, o Tribunal de Luanda orientou que os órgãos sociais não fossem empossados até que se conheça o veredicto final.