Responsável da FIA enaltece trabalho da FADM

  • Jean Todt, Presidente da Federação Internacional de Automobilismo
Luanda - O desempenho da Federação Angolana de Desportos Motorizados (FADM) tendente ao melhoramento das distintas modalidades diante de dificuldades financeira foi enaltecido, esta quarta-feira, em Luanda, pelo presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), o francês Jean Todt.

O responsável, que falava em conferência de imprensa de balanço da sua visita de dois dias ao país, sublinhou o envolvimento dos dirigentes federativos em prol de uma modalidade mais inclusiva, apesar de contrariedades de vária ordem.

Mostrou-se crente no crescimento deste desporto e defendeu a necessidade de haver apoio de parceiros sociais e económicos, além do Estado, pois Angola tem uma população praticante jovem e pode chegar ao topo.

Referiu ser o desporto motorizado dos principais impulsionadores do turismo no mundo, pelo que se pode tirar inúmeras vantagens com isto.

No seu entender, o facto de o país marcar presença regular nas reuniões internacionais mostra o comprometimento dos gestores da modalidade.

“O futuro do desporto motorizado pode passar por África, que tem um histórico na realização de provas”, disse, apontando a África do Sul como uma experiência a ser adoptada.

No entanto, mostrou-se triste pelo estado degradado em que se encontra o Autódromo de Luanda, construído a quase cinco décadas e que não evoluiu do ponto de vista técnico e infra-estrutural.

Por seu turno, o presidente da FADM, Ramiro Barreira, considerou ser cara a modalidade devido a constante inflação da moeda, a qual origina o afastamento de empresas potenciais patrocinadoras.

Ainda assim, mostrou-se optimista na superação de obstáculos, a fim de implementar alguns projectos em carteira, os quais não avançou, e prometeu mobilizar recursos no sentido de o país acolher, em 2023, a Assembleia Geral da FIA, evento que vai reunir mais de mil pessoas de 168 Estados membros.

Quanto ao autódromo moderno que se prevê construir em Angola, disse, leva a pensar na possibilidade de o país vir a albergar uma prova internacional de alto nível.

Durante dos dias em Angola, o presidente da FIA manteve encontros com entidades desportivas e politicas, tendo como ponto mais alto o lançamento da primeira pedra para a construção de um autódromo na zona de Cabo Ledo, num espaço de 122 hectares.

O projecto prevê também um kartódromo, pista de motocross, ténis e golfe.      

 

O responsável, que falava em conferência de imprensa de balanço da sua visita de dois dias ao país, sublinhou o envolvimento dos dirigentes federativos em prol de uma modalidade mais inclusiva, apesar de contrariedades de vária ordem.

Mostrou-se crente no crescimento deste desporto e defendeu a necessidade de haver apoio de parceiros sociais e económicos, além do Estado, pois Angola tem uma população praticante jovem e pode chegar ao topo.

Referiu ser o desporto motorizado dos principais impulsionadores do turismo no mundo, pelo que se pode tirar inúmeras vantagens com isto.

No seu entender, o facto de o país marcar presença regular nas reuniões internacionais mostra o comprometimento dos gestores da modalidade.

“O futuro do desporto motorizado pode passar por África, que tem um histórico na realização de provas”, disse, apontando a África do Sul como uma experiência a ser adoptada.

No entanto, mostrou-se triste pelo estado degradado em que se encontra o Autódromo de Luanda, construído a quase cinco décadas e que não evoluiu do ponto de vista técnico e infra-estrutural.

Por seu turno, o presidente da FADM, Ramiro Barreira, considerou ser cara a modalidade devido a constante inflação da moeda, a qual origina o afastamento de empresas potenciais patrocinadoras.

Ainda assim, mostrou-se optimista na superação de obstáculos, a fim de implementar alguns projectos em carteira, os quais não avançou, e prometeu mobilizar recursos no sentido de o país acolher, em 2023, a Assembleia Geral da FIA, evento que vai reunir mais de mil pessoas de 168 Estados membros.

Quanto ao autódromo moderno que se prevê construir em Angola, disse, leva a pensar na possibilidade de o país vir a albergar uma prova internacional de alto nível.

Durante dos dias em Angola, o presidente da FIA manteve encontros com entidades desportivas e politicas, tendo como ponto mais alto o lançamento da primeira pedra para a construção de um autódromo na zona de Cabo Ledo, num espaço de 122 hectares.

O projecto prevê também um kartódromo, pista de motocross, ténis e golfe.